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	<title>Hystalo</title>
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	<description>Blog da Empresa Hystalo com novidades sobre publicidade, tecnologia e lojas virtuais</description>
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			<item>
		<title>ASP.Net &#8211; Quando temos várias versões do Aspnet_(regiis)</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/05/13/asp-net-quando-temos-varias-versoes-do-aspnet_regiis/</link>
		<comments>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/05/13/asp-net-quando-temos-varias-versoes-do-aspnet_regiis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 May 2012 05:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[.NET]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando várias versões. NET Framework estão sendo executadas lado a lado em um único computador, a versão da ISAPI ASP.NET mapeado para uma aplicação ASP.NET determina qual versão do Common Language Runtime é usado para a aplicação. O ASP.NET IIS Registration Tool (Aspnet_regiis.exe) permite que um administrador ou programa de instalação atualize facilmente os mapas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando várias versões. NET Framework estão sendo executadas lado a lado em um único computador, a versão da ISAPI ASP.NET mapeado para uma aplicação ASP.NET determina qual versão do Common Language Runtime é usado para a aplicação. O ASP.NET IIS Registration Tool (Aspnet_regiis.exe) permite que um administrador ou programa de instalação atualize facilmente os mapas de script de um aplicativo ASP.NET para apontar para o ISAPI do ASP.NET versão associada com a ferramenta.</p>
<p>A ferramenta também pode ser usada para exibir o status de todas as versões instaladas do ASP.NET, registrar a versão do ASP.NET associada à ferramenta, criar diretórios de scripts de cliente, e executar outras operações de configuração.</p>
<p>Sintaxe:</p>
<p>Aspnet_regiis [opção]</p>
<p>Você pode especificar uma ou mais das seguintes opções.</p>
<p>-C &#8211; Instala os scripts do lado do cliente para o ASP.NET, como scripts client-side de validação, para o subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>Observação: Somente os scripts do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe estão instalados.</p>
<p>-E &#8211; Remove os scripts do lado do cliente para o ASP.NET do subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>Observação: Somente os scripts do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe são removidos.</p>
<p>-Ea &#8211; Remove os scripts do lado do cliente para todas as versões do ASP.NET do subdiretório Aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>-I &#8211; Instala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe e atualiza os mapas de script na raiz da metabase do IIS e abaixo.</p>
<p>Nota: Apenas os mapas de script para aplicativos que usam uma versão anterior do ASP.NET são atualizados. Aplicativos que usam uma versão posterior não são afetados.</p>
<p>-Ir &#8211; Instala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe e somente registra o ASP.NET no IIS.</p>
<p>Nota: Esta opção não atualiza os mapas de script. Para instalar o ASP.NET e atualizar os mapas de script, use a opção -i.</p>
<p>-K &#8211; caminho Remove os mapas de script para todas as versões do ASP.NET de todos os aplicativos ASP.NET no caminho raiz do aplicativo especificado e seus subdiretórios.</p>
<p>-Kn &#8211; caminho Remove os mapas de script para todas as versões do ASP.NET do aplicativo ASP.NET somente no caminho da raiz do aplicativo especificado.</p>
<p>Observação: Essa opção não afeta os aplicativos nos subdiretórios do caminho.</p>
<p>-Lk &#8211; Lista o caminho e a versão de todas as chaves da metabase do IIS onde ASP.NET é mapeado.</p>
<p>Observação: As chaves que herdam os mapas de script do ASP.NET de uma chave pai não são exibidos.</p>
<p>-Lv &#8211; Lista o status e o caminho da instalação de todas as versões do ASP.NET instaladas no computador.</p>
<p>-R &#8211; Atualiza todos os mapas de script na metabase do IIS e abaixo para apontar para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe.</p>
<p>Observação: Todos os mapas de script existentes são atualizados para apontar para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe, independentemente da versão atual.</p>
<p>-S &#8211; caminho Instala o mapa de script apontando para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe para todos os aplicativos ASP.NET no caminho da raiz do aplicativo especificado e seus subdiretórios. Todos os mapas de script existentes no caminho especificado e abaixo que usam uma versão anterior da ISAPI do ASP.NET são atualizados.</p>
<p>-Sn &#8211; caminho Instala o mapa de script apontando para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe à aplicação ASP.NET no caminho da raiz do aplicativo especificado. Todos os mapas de script existentes no caminho especificado que usam uma versão anterior da ISAPI do ASP.NET são atualizados.</p>
<p>Observação: Essa opção não afeta os aplicativos nos subdiretórios do caminho.</p>
<p>-U &#8211; Desinstala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe do computador. Mapas de script existentes para esta versão da ISAPI do ASP.NET são automaticamente remapeado para o restante maior ASP.NET versão ISAPI instalado.</p>
<p>-Ua &#8211; Desinstala todas as versões do ASP.NET do computador.</p>
<p>-? &#8211; Exibe a sintaxe de comando e opções para a ferramenta.</p>
<p>Observações: Quando várias versões do ASP.NET são instalados em um computador, o ASP.NET é executado lado a lado. Nesta configuração, o Internet Information Services (IIS) precisa saber qual a versão da ISAPI do ASP.NET (aspnet_isapi.dll) deve processar uma página em um aplicativo ASP.NET. O ASP.NET versão ISAPI associado a um aplicativo ASP.NET determina qual versão do Common Language Runtime é usado para a aplicação. Um aplicativo ASP.NET é associado com uma versão da ISAPI do ASP.NET através de um mapa de script no IIS. Para simplificar o processo de configuração de um aplicativo ASP.NET, cada versão do ASP.NET vem com uma versão vinculada do Aspnet_regiis.exe.</p>
<p>Nota: uma versão exclusiva do Aspnet_regiis.exe acompanha cada versão do. NET Framework. Uma vez que cada versão da ferramenta é aplicável somente para a versão associada do. NET Framework, não se esqueça de usar a versão apropriada da ferramenta para configurar um aplicativo ASP.NET.</p>
<p>Aspnet_regiis.exe é comumente usado com a opção -s ou -sn para remapear um aplicativo ASP.NET para a versão do. NET Framework que está associado com a ferramenta. Use a opção-s para atualizar as aplicações no caminho raiz especificado e em todos os seus subdiretórios. Se você não deseja que os aplicativos nos subdiretórios sejam atualizados, use a opção -sn. Para atualizar os mapas de script de todos os aplicativos ASP.NET existentes no computador de uma só vez, use a opção -r.</p>
<p>Nota: O parâmetro path refere-se ao caminho da raiz do aplicativo, não o caminho físico. Por exemplo, W3SVC/1/ROOT/SampleApp1.</p>
<p>Por outro lado, você pode usar a ferramenta para remover os mapas de script para qualquer versão do ASP.NET de um aplicativo usando o -k ou -kn como opção e especificar o caminho raiz do aplicativo.</p>
<p>Observação: Se o caminho raiz especificado herda seu mapa de script de um caminho da raiz pai, as opções -k e -kn opções não terão nenhum efeito.</p>
<p>A ferramenta também pode ser usado para instalar e desinstalar a versão vinculada do ASP.NET. Use a opção -i para instalar o ASP.NET e atualizar os scripmaps de todos os aplicativos ASP.NET existentes. Use a opção -ir para instalar o ASP.NET sem atualizar os mapas de script. Para desinstalar a versão do ASP.NET associada à ferramenta, use a opção -u. Se você deseja desinstalar todas as versões do ASP.NET a partir do computador, use a opção -ua.</p>
<p>Você pode usar Aspnet_regiis.exe para exibir informações sobre ASP.NET. Para listar o status e o caminho da instalação de todas as versões instaladas do ASP.NET, use a opção -lv. Se você gostaria de ver os caminhos para todas as chaves da metabase do IIS onde ASP.NET é mapeado, use a opção -lk.</p>
<p>Client-side script, como validação do cliente, pode ser instalado e removido usando Aspnet_regiis.exe. Para instalar o script do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada à ferramenta para o subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS, use a opção -c. Para remover o script do lado do cliente apenas para a versão do ASP.NET associada à ferramenta, use a opção -e. Para remover o script do lado do cliente para todas as versões instaladas do ASP.NET, use a opção -ea.</p>
<p>Para mais informações sobre side-by-side execução no ASP.NET, consulte Side-by-Side Suporte em ASP.NET. Para mais informações sobre mapas de script e caminho de raiz do aplicativo, consulte a documentação do IIS (http://localhost/iishelp). Note que para ver a documentação do IIS, você deve ter o IIS instalado.</p>
<p>Exemplos<br />
O seguinte comando instala os mapas de script apontando para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe à aplicação SampleApp1 e todos os seus sub-aplicações.</p>
<p>Aspnet_regiis-s W3SVC/1/ROOT/SampleApp1</p>
<p>O comando a seguir só atualiza os mapas de script para a aplicação SampleApp1, sem afetar os aplicativos nos subdiretórios.</p>
<p>Aspnet_regiis-sn W3SVC/1/ROOT/SampleApp1</p>
<p>O seguinte comando instala a versão do ASP.NET associada à ferramenta e atualiza os mapas de script de todos os aplicativos ASP.NET existentes. Note-se que somente os aplicativos que atualmente são mapeados para uma versão anterior do ASP.NET são afetados.</p>
<p>Aspnet_regiis-i</p>
<p>O seguinte comando instala a versão do ASP.NET associada à ferramenta, mas não atualiza os mapas de script de aplicativos ASP.NET existentes.</p>
<p>Aspnet_regiis-ir</p>
<p>O comando a seguir exibe o status e o caminho da instalação de todas as versões do ASP.NET instaladas no computador.</p>
<p>Aspnet_regiis-lv</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Quando várias versões. NET Framework estão sendo executadas lado a lado em um único computador, a versão da ISAPI ASP.NET mapeado para uma aplicação ASP.NET determina qual versão do Common Language Runtime é usado para a aplicação. O ASP.NET IIS Registration Tool (Aspnet_regiis.exe) permite que um administrador ou programa de instalação atualize facilmente os mapas de script de um aplicativo ASP.NET para apontar para o ISAPI do ASP.NET versão associada com a ferramenta.</p>
<p>A ferramenta também pode ser usada para exibir o status de todas as versões instaladas do ASP.NET, registrar a versão do ASP.NET associada à ferramenta, criar diretórios de scripts de cliente, e executar outras operações de configuração.</p>
<p>Sintaxe:</p>
<p>Aspnet_regiis [opção]</p>
<p>Você pode especificar uma ou mais das seguintes opções.</p>
<p>-C &#8211; Instala os scripts do lado do cliente para o ASP.NET, como scripts client-side de validação, para o subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>Observação: Somente os scripts do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe estão instalados.</p>
<p>-E &#8211; Remove os scripts do lado do cliente para o ASP.NET do subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>Observação: Somente os scripts do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe são removidos.</p>
<p>-Ea &#8211; Remove os scripts do lado do cliente para todas as versões do ASP.NET do subdiretório Aspnet_client de cada diretório de sites do IIS.</p>
<p>-I &#8211; Instala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe e atualiza os mapas de script na raiz da metabase do IIS e abaixo.</p>
<p>Nota: Apenas os mapas de script para aplicativos que usam uma versão anterior do ASP.NET são atualizados. Aplicativos que usam uma versão posterior não são afetados.</p>
<p>-Ir &#8211; Instala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe e somente registra o ASP.NET no IIS.</p>
<p>Nota: Esta opção não atualiza os mapas de script. Para instalar o ASP.NET e atualizar os mapas de script, use a opção -i.</p>
<p>-K &#8211; caminho Remove os mapas de script para todas as versões do ASP.NET de todos os aplicativos ASP.NET no caminho raiz do aplicativo especificado e seus subdiretórios.</p>
<p>-Kn &#8211; caminho Remove os mapas de script para todas as versões do ASP.NET do aplicativo ASP.NET somente no caminho da raiz do aplicativo especificado.</p>
<p>Observação: Essa opção não afeta os aplicativos nos subdiretórios do caminho.</p>
<p>-Lk &#8211; Lista o caminho e a versão de todas as chaves da metabase do IIS onde ASP.NET é mapeado.</p>
<p>Observação: As chaves que herdam os mapas de script do ASP.NET de uma chave pai não são exibidos.</p>
<p>-Lv &#8211; Lista o status e o caminho da instalação de todas as versões do ASP.NET instaladas no computador.</p>
<p>-R &#8211; Atualiza todos os mapas de script na metabase do IIS e abaixo para apontar para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe.</p>
<p>Observação: Todos os mapas de script existentes são atualizados para apontar para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe, independentemente da versão atual.</p>
<p>-S &#8211; caminho Instala o mapa de script apontando para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe para todos os aplicativos ASP.NET no caminho da raiz do aplicativo especificado e seus subdiretórios. Todos os mapas de script existentes no caminho especificado e abaixo que usam uma versão anterior da ISAPI do ASP.NET são atualizados.</p>
<p>-Sn &#8211; caminho Instala o mapa de script apontando para a versão da ISAPI do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe à aplicação ASP.NET no caminho da raiz do aplicativo especificado. Todos os mapas de script existentes no caminho especificado que usam uma versão anterior da ISAPI do ASP.NET são atualizados.</p>
<p>Observação: Essa opção não afeta os aplicativos nos subdiretórios do caminho.</p>
<p>-U &#8211; Desinstala a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe do computador. Mapas de script existentes para esta versão da ISAPI do ASP.NET são automaticamente remapeado para o restante maior ASP.NET versão ISAPI instalado.</p>
<p>-Ua &#8211; Desinstala todas as versões do ASP.NET do computador.</p>
<p>-? &#8211; Exibe a sintaxe de comando e opções para a ferramenta.</p>
<p>Observações: Quando várias versões do ASP.NET são instalados em um computador, o ASP.NET é executado lado a lado. Nesta configuração, o Internet Information Services (IIS) precisa saber qual a versão da ISAPI do ASP.NET (aspnet_isapi.dll) deve processar uma página em um aplicativo ASP.NET. O ASP.NET versão ISAPI associado a um aplicativo ASP.NET determina qual versão do Common Language Runtime é usado para a aplicação. Um aplicativo ASP.NET é associado com uma versão da ISAPI do ASP.NET através de um mapa de script no IIS. Para simplificar o processo de configuração de um aplicativo ASP.NET, cada versão do ASP.NET vem com uma versão vinculada do Aspnet_regiis.exe.</p>
<p>Nota: uma versão exclusiva do Aspnet_regiis.exe acompanha cada versão do. NET Framework. Uma vez que cada versão da ferramenta é aplicável somente para a versão associada do. NET Framework, não se esqueça de usar a versão apropriada da ferramenta para configurar um aplicativo ASP.NET.</p>
<p>Aspnet_regiis.exe é comumente usado com a opção -s ou -sn para remapear um aplicativo ASP.NET para a versão do. NET Framework que está associado com a ferramenta. Use a opção-s para atualizar as aplicações no caminho raiz especificado e em todos os seus subdiretórios. Se você não deseja que os aplicativos nos subdiretórios sejam atualizados, use a opção -sn. Para atualizar os mapas de script de todos os aplicativos ASP.NET existentes no computador de uma só vez, use a opção -r.</p>
<p>Nota: O parâmetro path refere-se ao caminho da raiz do aplicativo, não o caminho físico. Por exemplo, W3SVC/1/ROOT/SampleApp1.</p>
<p>Por outro lado, você pode usar a ferramenta para remover os mapas de script para qualquer versão do ASP.NET de um aplicativo usando o -k ou -kn como opção e especificar o caminho raiz do aplicativo.</p>
<p>Observação: Se o caminho raiz especificado herda seu mapa de script de um caminho da raiz pai, as opções -k e -kn opções não terão nenhum efeito.</p>
<p>A ferramenta também pode ser usado para instalar e desinstalar a versão vinculada do ASP.NET. Use a opção -i para instalar o ASP.NET e atualizar os scripmaps de todos os aplicativos ASP.NET existentes. Use a opção -ir para instalar o ASP.NET sem atualizar os mapas de script. Para desinstalar a versão do ASP.NET associada à ferramenta, use a opção -u. Se você deseja desinstalar todas as versões do ASP.NET a partir do computador, use a opção -ua.</p>
<p>Você pode usar Aspnet_regiis.exe para exibir informações sobre ASP.NET. Para listar o status e o caminho da instalação de todas as versões instaladas do ASP.NET, use a opção -lv. Se você gostaria de ver os caminhos para todas as chaves da metabase do IIS onde ASP.NET é mapeado, use a opção -lk.</p>
<p>Client-side script, como validação do cliente, pode ser instalado e removido usando Aspnet_regiis.exe. Para instalar o script do lado do cliente para a versão do ASP.NET associada à ferramenta para o subdiretório aspnet_client de cada diretório de sites do IIS, use a opção -c. Para remover o script do lado do cliente apenas para a versão do ASP.NET associada à ferramenta, use a opção -e. Para remover o script do lado do cliente para todas as versões instaladas do ASP.NET, use a opção -ea.</p>
<p>Para mais informações sobre side-by-side execução no ASP.NET, consulte Side-by-Side Suporte em ASP.NET. Para mais informações sobre mapas de script e caminho de raiz do aplicativo, consulte a documentação do IIS (http://localhost/iishelp). Note que para ver a documentação do IIS, você deve ter o IIS instalado.</p>
<p>Exemplos<br />
O seguinte comando instala os mapas de script apontando para a versão do ASP.NET associada ao Aspnet_regiis.exe à aplicação SampleApp1 e todos os seus sub-aplicações.</p>
<p>Aspnet_regiis-s W3SVC/1/ROOT/SampleApp1</p>
<p>O comando a seguir só atualiza os mapas de script para a aplicação SampleApp1, sem afetar os aplicativos nos subdiretórios.</p>
<p>Aspnet_regiis-sn W3SVC/1/ROOT/SampleApp1</p>
<p>O seguinte comando instala a versão do ASP.NET associada à ferramenta e atualiza os mapas de script de todos os aplicativos ASP.NET existentes. Note-se que somente os aplicativos que atualmente são mapeados para uma versão anterior do ASP.NET são afetados.</p>
<p>Aspnet_regiis-i</p>
<p>O seguinte comando instala a versão do ASP.NET associada à ferramenta, mas não atualiza os mapas de script de aplicativos ASP.NET existentes.</p>
<p>Aspnet_regiis-ir</p>
<p>O comando a seguir exibe o status e o caminho da instalação de todas as versões do ASP.NET instaladas no computador.</p>
<p>Aspnet_regiis-lv</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>E-Commerce cresce 26% para R$ 18,7 bilhões em 2011</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/14/e-commerce-cresce-26-para-r-187-bilhoes-em-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 02:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercio Eletronico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.hystalo.com.br/blog/?p=10533</guid>
		<description><![CDATA[A receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011, o que representa um crescimento de 26% em relação ao no anterior, quando o setor movimentou 14,8 bilhões de reais, segundo um estudo apresentado pela e-bit.
O gasto médio por consumidor, ou tíquete médio, marcou 350 reais, abaixo dos 373 reais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011, o que representa um crescimento de 26% em relação ao no anterior, quando o setor movimentou 14,8 bilhões de reais, segundo um estudo apresentado pela e-bit.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O gasto médio por consumidor, ou tíquete médio, marcou 350 reais, abaixo dos 373 reais registrados em 2010. A redução do gasto médio é reflexo do maior número de consumidores da Classe C, que compram em sua maior parte produtos de baixo valor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No total, mais de 32 milhões de consumidores compraram ao menos um vez este ano em sites de e-commerce. Destes, 9 milhões realizaram sua primeira compra pela internet, sendo mais da metade (61%) pertencentes à Classe C. O estudo não analisou sites de compras coletivas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eletrônicos (15%) e  Informática (12%) foram as categorias com maior número de vendas em 2011, seguido por saúde, beleza e medicamentos (8%) e moda e acessórios, ambos com 7% do volume total.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“A categoria (de moda) era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, disse o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O e-bit ainda prevê que o e-commerce cresça em 2012 no mesmo patamar de 2011, embora as instabilidades financeiras internacionais possam intervir de forma negativa na evolução deste comércio. Por outro lado, a redução na taxa básica de juros e incentivos governamentais, como redução de impostos podem ajudar a nivelar esse cenário.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Neste contexto, a expectativa é que o e-commerce movimente 23,4 bilhões de reais em 2012. Somente na primeira metade do ano, são esperados cerca de 10,4 bilhões de reais em vendas, o que representa 45% das vendas anual do setor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“A base de usuários ainda está aumentando, então a tendência é que a taxa de crescimento leve cerca de 2 anos para se estabilizar em um índice 20% anual”, de acordo a diretora de negócios na e-bit, Cris Rother. “Também é esperada uma baixa no valor do gasto médio em 2012, passando para 340 reais”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O documento ainda mostra que com mais de 20,49 milhões de pedidos o setor de compra coletiva registrou um faturamento de 1,6 bilhão de reais, enquanto o número de consumidores superou a marca de 10 milhões. “As mulheres são 64% das consumidoras da modalidade. A explicação está no fato de que muitos dos produtos e serviços oferecidos são atrativos ao universo feminino, além disso, a forte presença delas em redes sociais contribui para isso”, afirmou a diretora de negócios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por outro lado, as compras realizadas através de aparelhos portáteis (mobile commerce) ainda são tímidas no Brasil, representando menos de 1%. O valor é 4 pontos percentuais a menos que o verificado no Reino Unido, um dos mercados referência para este tipo de e-commerce. “Não existia nada há dois anos, hoje esse é um canal muito importante para comparação de preços. Os smartphones no Brasil ainda são pouco utilizados. Em 2014 ou 2015 prevemos que ao menos metade da população tenha um celular com acesso a internet e teremos um valor mais representativo das vendas a partir desses aparelhos”, afirmou.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empresas que investem em marketing comportamental apresentam um melhor desempenho em vendas que aquelas que não o fazem, acrescenta Guasti. “A venda direcionada garante mais resultados para o comerciante. Com base em dados de navegação, ele pode oferecer o produto certo para o consumidor certo”, conta.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 743px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Entre fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 houve deflação de 9,75% no preços das mercadorias ofertadas por sites brasileiros de comércio eletrônico, segundo Índice FIPE Buscapé, que analisa mais de 1,3 milhão de produtos do setor.</div>
<p>A receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011, o que representa um crescimento de 26% em relação ao no anterior, quando o setor movimentou 14,8 bilhões de reais, segundo um estudo apresentado pela e-bit.</p>
<p>O gasto médio por consumidor, ou tíquete médio, marcou 350 reais, abaixo dos 373 reais registrados em 2010. A redução do gasto médio é reflexo do maior número de consumidores da Classe C, que compram em sua maior parte produtos de baixo valor.</p>
<p>No total, mais de 32 milhões de consumidores compraram ao menos um vez este ano em sites de e-commerce. Destes, 9 milhões realizaram sua primeira compra pela internet, sendo mais da metade (61%) pertencentes à Classe C. O estudo não analisou sites de compras coletivas.</p>
<p>Eletrônicos (15%) e  Informática (12%) foram as categorias com maior número de vendas em 2011, seguido por saúde, beleza e medicamentos (8%) e moda e acessórios, ambos com 7% do volume total.</p>
<p>“A categoria (de moda) era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, disse o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.</p>
<p>O e-bit ainda prevê que o e-commerce cresça em 2012 no mesmo patamar de 2011, embora as instabilidades financeiras internacionais possam intervir de forma negativa na evolução deste comércio. Por outro lado, a redução na taxa básica de juros e incentivos governamentais, como redução de impostos podem ajudar a nivelar esse cenário.</p>
<p>Neste contexto, a expectativa é que o e-commerce movimente 23,4 bilhões de reais em 2012. Somente na primeira metade do ano, são esperados cerca de 10,4 bilhões de reais em vendas, o que representa 45% das vendas anual do setor.</p>
<p>“A base de usuários ainda está aumentando, então a tendência é que a taxa de crescimento leve cerca de 2 anos para se estabilizar em um índice 20% anual”, de acordo a diretora de negócios na e-bit, Cris Rother. “Também é esperada uma baixa no valor do gasto médio em 2012, passando para 340 reais”.</p>
<p>O documento ainda mostra que com mais de 20,49 milhões de pedidos o setor de compra coletiva registrou um faturamento de 1,6 bilhão de reais, enquanto o número de consumidores superou a marca de 10 milhões. “As mulheres são 64% das consumidoras da modalidade. A explicação está no fato de que muitos dos produtos e serviços oferecidos são atrativos ao universo feminino, além disso, a forte presença delas em redes sociais contribui para isso”, afirmou a diretora de negócios.</p>
<p>Por outro lado, as compras realizadas através de aparelhos portáteis (mobile commerce) ainda são tímidas no Brasil, representando menos de 1%. O valor é 4 pontos percentuais a menos que o verificado no Reino Unido, um dos mercados referência para este tipo de e-commerce. “Não existia nada há dois anos, hoje esse é um canal muito importante para comparação de preços. Os smartphones no Brasil ainda são pouco utilizados. Em 2014 ou 2015 prevemos que ao menos metade da população tenha um celular com acesso a internet e teremos um valor mais representativo das vendas a partir desses aparelhos”, afirmou.</p>
<p>Empresas que investem em marketing comportamental apresentam um melhor desempenho em vendas que aquelas que não o fazem, acrescenta Guasti. “A venda direcionada garante mais resultados para o comerciante. Com base em dados de navegação, ele pode oferecer o produto certo para o consumidor certo”, conta.</p>
<p>Entre fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 houve deflação de 9,75% no preços das mercadorias ofertadas por sites brasileiros de comércio eletrônico, segundo Índice FIPE Buscapé, que analisa mais de 1,3 milhão de produtos do setor.</p>
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		<title>JavaScript em 8 lugar das linguagens mais usadas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 22:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais recente Programming Community Index, publicado pela TIOBE Software, mostra uma recente ascensão na popularidade do JavaScript. Pela primeira vez, ele ultrapassou o Python e o Perl em popularidade. Em contraste, o contender Dart do JavaScript do Google ficou na posição 78 no ranking, e a linguagem Go do Google ficou fora do top [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais recente Programming Community Index, publicado pela TIOBE Software, mostra uma recente ascensão na popularidade do JavaScript. Pela primeira vez, ele ultrapassou o Python e o Perl em popularidade. Em contraste, o contender Dart do JavaScript do Google ficou na posição 78 no ranking, e a linguagem Go do Google ficou fora do top 50.<br />
O índice TIOBE não é um indicativo da qualidade das linguagens de programação, mas tem como objetivo mostrar sua popularidade ao tentar determinar quantas linhas de códigos foram escritas com as respectivas linguagens.<br />
Os dados para o índice são baseados no número de empregos e de treinamentos disponíveis para cada linguagem e são coletados através de mecanismos de buscas, como Google, Baidu e Bing, e de sites, como e YouTube.<br />
As quedas do Dart e do Go podem indicar dificuldades do Google em ganhar espaço com suas linguagens de código aberto. Embora o Go tenha sido bem recebido inicialmente, ele ainda precisa conquistar a atenção dos desenvolvedores.<br />
Como aconteceu no ano passado, o Java ainda é a linguagem mais popular, com o C na segunda posição. Em seguida, vêm C# e C++. O Objective-C da Apple tomou o quinto lugar do PHP, principalmente por causa do crescimento da plataforma iOS no mercado. Basic ficou na sétima posição, JavaScript na oitava e, fechando o top ten, estão Python e Perl.</p>
<p><a href="http://blog.hystalo.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Capture.PNG"><img class="aligncenter size-full wp-image-10529" title="Grafico" src="http://blog.hystalo.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Capture.PNG" alt="Grafico" width="642" height="484" /></a></p>
<p><a href="http://blog.hystalo.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Capture2.PNG"><img class="aligncenter size-full wp-image-10530" title="Capture2" src="http://blog.hystalo.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Capture2.PNG" alt="Capture2" width="575" height="571" /></a></p>
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		<title>Singleton &#8211; Javascript</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 20:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Javascript]]></category>

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		<description><![CDATA[Em JavaScript, o singleton é extremamente simples e poderia ser excluído da designação de singleton, porém, tecnicamente, funciona de forma semelhante a um, por isso é ainda útil saber. Os grupos singleton se codificam em um único objeto, não sendo necessário iniciar um novo sempre que precisar de seus recursos, o que permite a você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em JavaScript, o singleton é extremamente simples e poderia ser excluído da designação de singleton, porém, tecnicamente, funciona de forma semelhante a um, por isso é ainda útil saber. Os grupos singleton se codificam em um único objeto, não sendo necessário iniciar um novo sempre que precisar de seus recursos, o que permite a você ter um acesso global a eles.</p>
<p>Em JavaScript, o singleton é utilizado principalmente para namespacing e para reduzir o número de variáveis globais que seu aplicativo cria. Esse padrão é provavelmente mais útil em JavaScript do que em qualquer outra linguagem, devido ao risco elevado do uso de variáveis globais em seu código e da capacidade do singleton para namespace essas variáveis.</p>
<h4>Um Singleton básico</h4>
<p>Este é a implementação do singleton em JavaScript mais básica e fácil de entender. É simplesmente um objeto literal com métodos e atributos, supostamente agrupados por algum tipo de relação que têm uns com os outros.</p>
<pre> var Singleton = {
 attr: 1,
 another_attr: 'value',

 method: function() {…},
 another_method: function() {…}
 };</pre>
<p>Uma vez que é um objeto literal, ele não precisa ser instanciado e há, então, apenas uma cópia do mesmo. Isso permite o acesso a todos os métodos e os atributos de um único objeto global, como demonstrado abaixo:</p>
<pre> Singleton.attr += 1;
 Singleton.method();
 …</pre>
<h4>JavaScript Namespacing</h4>
<p>Um dos usos do padrão singleton em JavaScript é o Namespacing. Com linguagens como Java e C#, namespacing é construído dentro da linguagem e é necessário. A criação desses namespaces/pacotes organiza o código em blocos lógicos. Esse é um grande motivo para usar o padrão singleton em JavaScript, além do fato de que o uso de namespaces move o seu código a partir do contexto global para o novo singleton, levando a menos substituições acidentais e bugs.</p>
<p>O uso de um singleton para namespacing é bastante simples. Mais uma vez, você pode simplesmente criar um objeto literal:</p>
<pre> var Namespace = {
 Util: {
 util_method1: function() {…},
 util_method2: function() {…}
 },
 Ajax: {
 ajax_method: function() {…}
 },
 some_method: function() {…}
 };</pre>
<p>Como pode ver, agora se você quiser usar um método utilitário, pode encontrá-lo em algum lugar sob namespace.util, como o que é mostrado no trecho seguinte. Claro que, como mostrado pela função some_method, os métodos não têm que ser enterrados em múltiplas camadas para o singleton.</p>
<pre> Namespace.Util.util_method1();
 Namespace.Ajax.ajax_method();
 Namespace.some_method();</pre>
<p>Normalmente, é possível ter todos esses métodos como funções globais, o que significa que há uma possibilidade muito maior de que serão substituídos, especialmente se for um nome tão simples como get, o que pode não ser de todo incomum. Você poderia ter namespacing um passo adiante e adicionar todas as suas variáveis e funções para esse singleton para diminuir mais as chances de seu código ser violado.</p>
<h4>Página de código específico JavaScript</h4>
<p>Em muitos casos, algumas páginas de um site executam códigos JavaScript diferentes de outras. Você pode usar a técnica namespacing singleton para encapsular a página de código específico e executá-lo quando a página terminar de ser carregada:</p>
<pre> Namespace.homepage = {
 init: function() {…},
 method1: function() {…},
 method2: function() {…}
 }

 Namespace.contactpage = {
 init: function() {…},
 method1: function() {…},
 method2: function() {…}
 }

 Namespace.pageutil = {
 getPageName: function() {
 // somehow return the identifier for the current page
 }
 }

 var pageName = Namespace.pageutil.getPageName();
 window.onload = Namespace[pageName].init;</pre>
<p>Isso pode ser muito útil para adicionar código para validar os diferentes formulários que aparecem em páginas distintas. Você pode até mesmo manter a funcionalidade que é usada em múltiplos formulários? em outra parte do namespace, como eu fiz com Namespace.pageutil.getPageName. Isso é um pouco diferente do que estava me referindo, porque o método getPageName não é usado realmente pelo código específico da página, mas sim para encontrar a referência ao código correto da página.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mensuração de desempenho em Lojas Virtuais</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/mensuracao-de-desempenho-em-lojas-virtuais/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 21:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercio Eletronico]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das tarefas cruciais no gerenciamento profissional de um e-commerce que costuma ser negligenciada é a criação de mecanismos para mensuração de desempenho no e-commerce. O curioso, é que no ambiente físico, essa é uma das principais preocupações do lojista. Parece haver um mito fortemente enraizado de que pelo simples fato de adquirir um sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das tarefas cruciais no gerenciamento profissional de um e-commerce que costuma ser negligenciada é a criação de mecanismos para mensuração de desempenho no e-commerce. O curioso, é que no ambiente físico, essa é uma das principais preocupações do lojista. Parece haver um mito fortemente enraizado de que pelo simples fato de adquirir um sistema de loja virtual, todas as funcionalidades que podem influenciar no desempenho de vendas já estarão plenamente configurados e por isso, não é necessário um acompanhamento minucioso de todas as etapas envolvidas no processo de venda. Puro mito e uma tremenda armadilha.</p>
<p>Ferramentas para mensuração de desempenho no e-commerce</p>
<p>Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais, chamamos atenção dos novos empresários para a importância dos processos e ferramentas de mensuração de desempenho no e-commerce, justamente para que ao iniciarem suas operações possam contar com esse tipo de monitoramento. Ao contrário do que possa parecer, ter um sistema completo para o acompanhamento de todos os passos dos usuários durante o processo de venda é incrivelmente simples. O Google Analytics, uma ferramenta gratuita do Google, pode nos dar todos os dados necessários para a avaliação do desempenho da loja, sem que isso exija nada em termos de programação.</p>
<p>Um bom sistema de lojas virtuais, necessariamente inclui entre seus recursos o monitoramento através do Google Analytics adaptado para o gerenciamento de e-commerce. Faço essa menção, porque existe uma versão do GA voltada para o monitoramento de sites de conteúdo e outra especial para e-commerce. Com essa versão mais completa instalada, basta ao gestor de e-commerce inserir o código fornecido pelo Google para que imediatamente, todas as visitas à loja passem a ser monitoradas.</p>
<p>Entre os diversos dados que o Google Analytics para comércio eletrônico pode fornecer, eu destaco:</p>
<p>    Receita total da loja;<br />
    Taxa de conversão;<br />
    Valor médio do pedido (Ticket Médio);<br />
    Desempenho do produto;<br />
    Visitas de compra;<br />
    Dias de compra.</p>
<p>Se você levar em consideração que através do Google Analytics podemos exportar esses dados para uma planilha Excel e trabalharmos da forma que quisermos com os números, uma série de outras métricas de desempenho podem ser extraídas.</p>
<p>Analisando os dados</p>
<p>De posse dessas informações, caberá ao gestor de e-commerce interpretá-los sob o ponto de vista da web análise e identificar possíveis gargalos no processo de compras como, por exemplo, carrinhos de compra abandonados, taxa de rejeição acima do normal ou desistência no momento de preenchimento de formulários, só para citar alguns.</p>
<p>Uma vez identificados esses problemas, ai sim, podemos tomar uma série de medidas para solucioná-los uma vez que se tratam de problemas geralmente ligados a estrutura da loja. Também na área do marketing digital, temos uma série de indicadores que em sintonia com indicadores como resultados do AdWords, podem nos ajudar a melhorar o desempenho das campanhas.</p>
<p>Portanto, ao criar estruturar seu projeto de e-commerce, não deixe em segundo plano essa etapa, pois a implantação de mecanismos de mensuração de desempenho no e-commerce é fundamental para o sucesso da sua loja virtual.</p>
<p>Fonte: Ecommerce news</p>
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		</item>
		<item>
		<title>4 Fundamentos para Novas Lojas Virtuais</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/4-fundamentos-para-novas-lojas-virtuais/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 21:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercio Eletronico]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciar uma loja virtual hoje é tão simples como há alguns anos atrás iniciar um blog. Já existem atualmente centenas de modelos de aluguel de plataformas pré-prontas, ou ainda, pacotes gratuitos de códigos de instalação e utilização imediata. Porém, o que irá realmente determinar o sucesso da loja virtual é a forma que o lojista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciar uma loja virtual hoje é tão simples como há alguns anos atrás iniciar um blog. Já existem atualmente centenas de modelos de aluguel de plataformas pré-prontas, ou ainda, pacotes gratuitos de códigos de instalação e utilização imediata. Porém, o que irá realmente determinar o sucesso da loja virtual é a forma que o lojista se dedicará ao negócio. E já que estamos falando as lojas virtuais têm praticamente a mesma base tecnológica, seguir essas dicas pode ser o diferencial entre mais vendas e o marasmo do oceano azul.</p>
<p><strong>Manter os Conteúdos Frescos</strong><br />
O objetivo principal é promover motivos para que os clientes revisitem o site constantemente, porque dessa forma estaremos criando uma cultura de relacionamento, ou seja, a simples visitação costumeira poderá fomentar subsídios para novas vendas. Para isso, engaje blogs, notícias relevantes, comentários de usuários, promoções, até mesmo as descrições dos produtos, que muitas vezes, uma vez escritas nunca mais são atualizadas.</p>
<p><strong>Integrar-se com as Redes Sociais</strong><br />
Recente estudo comprovou que as redes sociais estão tendo mais audiência que os tradicionais portais da internet. Todo esse potencial e exposição deve ser utilizado a favor da loja virtual, para isso é importante que exista mecanismos que facilitem o compartilhamento dos conteúdos através das redes sociais. Outra forma é utilizar das redes para agregar seguidores através de promoções e campanhas. Por conseqüência, essa exposição irá auxiliar na melhor classificação nos motores de busca.</p>
<p><strong>Pratique um Comércio Fácil</strong><br />
Acredito que essa a regra mais tradicional do comércio convencional que deve ser transportado para o comércio eletrônico, minimizar as barreias que possam fazer com que os possíveis clientes abandonem a intenção de compra. Entre os principais facilitadores estão: processo de fechamento de pedido único, nenhum foco de distração, formulário de cadastro facilitado ou no melhor dos casos a “venda expressa”. Enfim quanto mais fácies, simplificados e rápidos um processo de compras, maiores serão as taxas de conversão final.</p>
<p><strong>Força Total com SEO</strong><br />
Realmente esse tópico é bem profundo e complexo, porém existe o “be-a-bá” que deve ser feito para garantir pelo menos estar na frente da grande maioria dos outros concorrentes. Entre as básicas: identificar as palavras chaves da loja virtual e principalmente dos produtos, definir as palavras chaves em cada página de produto (titulo, conteúdo, meta tags), conquistar e criar uma rede links externos. Quem não dedica um tempo essencial para esses itens fundamentais está em grande desvantagem, porque em recente pesquisa foi comprovado que as maiorias dos tráfegos da loja virtual provêem de motores de busca.</p>
<div class="tb_migreme_depois"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=horizontal&amp;lang=en&amp;text=4 Fundamentos para Novas Lojas Virtuais&amp;url=http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/4-fundamentos-para-novas-lojas-virtuais/" style="width: 110px; height: 20px; "></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>C# &#8211; Calculando o CRC de strings e arquivos</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/c-calculando-o-crc-de-strings-e-arquivos/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 08:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[.NET]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O CRC &#8211; Cyclic redundancy check, ou verificação de redundância cíclica, é um código detector de erros cujo algoritmo é muito usado em protocolos de comunicação diferentes, empacotamento e desempacotamento de algoritmos para garantir a robustez dos dados.
A ideia por trás do CRC é simples &#8211; calcular um checksum original (sequência de verificação de quadros) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O CRC &#8211; Cyclic redundancy check, ou verificação de redundância cíclica, é um código detector de erros cujo algoritmo é muito usado em protocolos de comunicação diferentes, empacotamento e desempacotamento de algoritmos para garantir a robustez dos dados.<br />
A ideia por trás do CRC é simples &#8211; calcular um checksum original (sequência de verificação de quadros) para cada quadro de dados, baseada em seu conteúdo, e colar o checksum no final de cada mensagem. Uma vez que os dados são recebidos, é possível realizar o mesmo cálculo e comparar os resultados &#8211; se os resultados são semelhantes, a mensagem é válida.<br />
O CRC é calculado e anexado na informação a transmitir (ou armazenar), sendo verificado após a recepção ou o acesso, para confirmar se não ocorreram alterações.<br />
O CRC é popular por ser simples de implementar em hardware binário, simples de ser analisado matematicamente, e pela eficiência em detectar erros típicos causados por ruído em canais de transmissão.<br />
A utilidade do CRC advém das seguintes propriedades:<br />
1.	Como todos os bits são usados no cálculo do CRC, a mudança em apenas um bit provoca uma mudança no CRC.<br />
2.	Mesmo mudanças pequenas nos dados levam a CRCs muito diferentes. Experiências com o CRC-32 (usando polinômios de 32 bits) mostram que é muito raro que a introdução de erros nos dados não seja detectada pelo CRC.<br />
3.	A probabilidade de qualquer dos 232 valores possíveis para o CRC é praticamente uniforme.</p>
<p>Existem diferentes tipos de CRC que podem ser calculados: CRC-32, CRC-16, CRC-12, CRC-8 etc.<br />
Para realizarmos cálculos envolvendo o CRC temos que utilizar o namespace System.Security.Cryptography e neste artigo eu vou calcular o CRC de strings e arquivos.<br />
Vamos abrir o Visual C# 2010 Express Edition e, no menu File-> New Poject, selecione o Template Windows Forms Applicacion com o nome Calculando_CRC.<br />
No menu Project -> Add Class, inclua uma classe com o nome CrcStream com o seguinte código:<br />
using System.IO;</p>
<p>namespace Macoratti<br />
{<br />
 /// <summary><br />
 /// Encapsula um <see cref="System.IO.Stream" /> para calcular o checksum CRC32<br />
 /// em tempo de execução<br />
 /// </summary><br />
 public class CrcStream : Stream<br />
 {<br />
 /// <summary><br />
 /// Encapsula um <see cref="System.IO.Stream" />.<br />
 /// </summary><br />
 ///
<param name="stream">O stream para calcular o checksum.</param>
 public CrcStream(Stream stream)<br />
 {<br />
 this.stream = stream;<br />
 }</p>
<p> Stream stream;</p>
<p> /// <summary><br />
 /// Obtem o stream.<br />
 /// </summary><br />
 public Stream Stream<br />
 {<br />
 get { return stream; }<br />
 }</p>
<p> public override bool CanRead<br />
 {<br />
 get { return stream.CanRead; }<br />
 }</p>
<p> public override bool CanSeek<br />
 {<br />
 get { return stream.CanSeek; }<br />
 }</p>
<p> public override bool CanWrite<br />
 {<br />
 get { return stream.CanWrite; }<br />
 }</p>
<p> public override void Flush()<br />
 {<br />
 stream.Flush();<br />
 }</p>
<p> public override long Length<br />
 {<br />
 get { return stream.Length; }<br />
 }</p>
<p> public override long Position<br />
 {<br />
 get<br />
 {<br />
 return stream.Position;<br />
 }<br />
 set<br />
 {<br />
 stream.Position = value;<br />
 }<br />
 }</p>
<p> public override long Seek(long offset, SeekOrigin origin)<br />
 {<br />
 return stream.Seek(offset, origin);<br />
 }</p>
<p> public override void SetLength(long value)<br />
 {<br />
 stream.SetLength(value);<br />
 }</p>
<p> public override int Read(byte[] buffer, int offset, int count)<br />
 {<br />
 count = stream.Read(buffer, offset, count);<br />
 readCrc = CalculateCrc(readCrc, buffer, offset, count);<br />
 return count;<br />
 }</p>
<p> public override void Write(byte[] buffer, int offset, int count)<br />
 {<br />
 stream.Write(buffer, offset, count);</p>
<p> writeCrc = CalculateCrc(writeCrc, buffer, offset, count);<br />
 }</p>
<p> uint CalculateCrc(uint crc, byte[] buffer, int offset, int count)<br />
 {<br />
 unchecked<br />
 {<br />
 for (int i = offset, end = offset + count; i < end; i++)<br />
 crc = (crc >> <img src='http://blog.hystalo.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> ^ table[(crc ^ buffer[i]) &#038; 0xFF];<br />
 }<br />
 return crc;<br />
 }</p>
<p> static private uint[] table = GenerateTable();</p>
<p> static private uint[] GenerateTable()<br />
 {<br />
 unchecked<br />
 {<br />
 uint[] table = new uint[256];</p>
<p> uint crc;<br />
 const uint poly = 0xEDB88320;<br />
 for (uint i = 0; i < table.Length; i++)<br />
 {<br />
 crc = i;<br />
 for (int j = 8; j > 0; j&#8211;)<br />
 {<br />
 if ((crc &#038; 1) == 1)<br />
 crc = (crc >> 1) ^ poly;<br />
 else<br />
 crc >>= 1;<br />
 }<br />
 table[i] = crc;<br />
 }<br />
 return table;<br />
 }<br />
 }</p>
<p> uint readCrc = unchecked(0xFFFFFFFF);</p>
<p> /// <summary><br />
 /// Obtem o checksum CRC dos dados que foram lidos pelo stream<br />
 /// </summary><br />
 public uint ReadCrc<br />
 {<br />
 get { return unchecked(readCrc ^ 0xFFFFFFFF); }<br />
 }</p>
<p> uint writeCrc = unchecked(0xFFFFFFFF);</p>
<p> /// <summary><br />
 /// Obtem o checksum CRC dos dados que foram escritos para o stream<br />
 /// </summary><br />
 public uint WriteCrc<br />
 {<br />
 get { return unchecked(writeCrc ^ 0xFFFFFFFF); }<br />
 }</p>
<p> /// <summary><br />
 /// Reseta a leitura e escrita dos checksums.<br />
 /// </summary><br />
 public void ResetChecksum()<br />
 {<br />
 readCrc = unchecked(0xFFFFFFFF);<br />
 writeCrc = unchecked(0xFFFFFFFF);<br />
 }<br />
 }<br />
}<br />
autor: http://www.codeproject.com/Members/reinux<br />
Agora vamos definir no formulário form1.cs uma interface bem simples, na qual iremos informar o nome do arquivo e calcular o seu CRC.<br />
Abaixo, vemos o formulário que usa os controles TextBox e Button:</p>
<p>No evento Click do botão de comando &#8211; Calcula CRC -, vamos incluir o código que usa a classe CrcStream para calcular o CRC do arquivo:<br />
using System;<br />
using System.Windows.Forms;<br />
using System.IO;<br />
using Macoratti;</p>
<p>namespace Calculando_CRC<br />
{<br />
 public partial class Form1 : Form<br />
 {<br />
 public Form1()<br />
 {<br />
 InitializeComponent();<br />
 }</p>
<p> FileStream file = null;<br />
 CrcStream stream = null;</p>
<p> private void btnCalculaCRC_Click(object sender, EventArgs e)<br />
 {<br />
 if (txtArquivo.Text == string.Empty)<br />
 {<br />
 MessageBox.Show(&#8221;Informe o nome do arquivo.&#8221;);<br />
 return;<br />
 }</p>
<p> string arquivo = txtArquivo.Text;</p>
<p> //Abre um fluxo de stream e o encapsula em um CrcStream<br />
 try<br />
 {<br />
 file = new FileStream(arquivo, FileMode.Open);<br />
 stream = new CrcStream(file);<br />
 }<br />
 catch (Exception ex)<br />
 {<br />
 MessageBox.Show(&#8221;Erro ao acessar o arquivo : &#8221; + ex.Message);<br />
 return;<br />
 }</p>
<p> //Usa o arquivo &#8211; neste caso le o arquivo como uma string<br />
 StreamReader reader = new StreamReader(stream);<br />
 string texto = reader.ReadToEnd();</p>
<p> //Imprime o checksum calculado<br />
 txtCRC.Text = stream.ReadCrc.ToString(&#8221;X8&#8243;);<br />
 }<br />
 }<br />
}</p>
<p>Fonte: Imasters</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado publicitário cresce 8,5% e internet registra aumento de quase 20%</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/mercado-publicitario-cresce-85-e-internet-registra-aumento-de-quase-20/</link>
		<comments>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/03/10/mercado-publicitario-cresce-85-e-internet-registra-aumento-de-quase-20/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, o mercado publicitário brasileiro cresceu 8,54% em 2011. A liderança do share continua com a televisão aberta, com 63,3% da participação do bolo publicitário. Internet e TV paga se destacaram, com crescimento de 19,63% e 17,85%, respectivamente, impulsionadas pelo crescimento de suas bases de assinantes e usuários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, o mercado publicitário brasileiro cresceu 8,54% em 2011. A liderança do share continua com a televisão aberta, com 63,3% da participação do bolo publicitário. Internet e TV paga se destacaram, com crescimento de 19,63% e 17,85%, respectivamente, impulsionadas pelo crescimento de suas bases de assinantes e usuários e pelo amadurecimento do mercado digital no país. Já as mídias impressas &#8211; jornais, revistas, guias e listas &#8211; cresceram pouco.</p>
<p>O relatório apontou que os veículos de comunicação faturaram R$ 28,45 bilhões com venda de espaço publicitário. A estimativa é que esse valor represente 90% do total das verbas investidas em mídia ao longo do ano. Contabilizados o residual de 10% e um valor aproximado para a produção das peças veiculadas (calculado em 19% do total), chega-se ao bolo publicitário total (mídia+produção) e aos surpreendentes R$ 39,03 bilhões (ou US$ 23,37 bilhões), o que posiciona o Brasil entres os cinco maiores mercados globais de propaganda, em disputa com Inglaterra e Alemanha, segundo dados da ZenithOptmedia.<br />
A diferença de crescimento dos anos de 2011 e 2010 (quando o mercado aumentou 17,7%, praticamente o dobro) deve-se ao fato de a Copa do Mundo ter potencializado o mercado consumidor e, consequentemente, o mercado publicitário e que em anos em que o evento não se rea¬liza as expectativas também são mais conservadoras. Há um ano, esperava-se que o crescimento do mercado para 2011 fosse algo entre 8,5% e 9%. Cresceu, portanto, dentro da previsão.<br />
Embora a TV aberta detenha a hegemonia no setor, tendo recebido o maior volume de investimentos, com o total de R$ 18,01 bilhões, e cujo faturamento mais que triplicou, a internet e a TV por assinatura são, disparados, os meios de maior expansão em faturamento publicitário: no último ano, cresceram 19,63% e 17,85%, respectivamente. Entretanto, essa elevação não se reflete share: a internet detém 5,11% de participação do faturamento publicitário total no Brasil e a TV por assinatura é ainda menor, com 4,19%.<br />
Apesar disso, os anunciantes reconhecem cada vez mais o potencial da web e a utilizam em comunicação, seja display, search ou redes sociais. “A internet continua sendo o meio que mais cresce há anos. No ano passado, o crescimento foi impulsionado pelo aumento do tempo dos brasileiros na internet e pela melhoria dos serviços na rede, além da audiência nas redes sociais, no consumo de vídeo, nas áreas de entretenimento, busca, além do fato de que os brasileiros conectados estão se informando mais pela internet do que por outros meios”, afirmou o diretor executivo do IAB Brasil, Ari Meneghini.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>9 razões para sua empresa não estar nas redes sociais</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/27/9-razoes-para-sua-empresa-nao-estar-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/27/9-razoes-para-sua-empresa-nao-estar-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.hystalo.com.br/blog/?p=10514</guid>
		<description><![CDATA[Lista mostra porque inserir marca em redes sociais não é para qualquer um
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online, o Brasil possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011.</p>
<p>Com números tão expressivos, fica impossível para uma empresa não se deixar seduzir pelas oportunidades de crescimento oferecidas pelo Twitter, Orkut e Facebook. Mas será que a sua empresa precisa mesmo estar nas redes sociais?</p>
<p>De acordo com a L3 CRM, empresa especializada em soluções para Gestão de Relacionamento com Cliente, ser capaz de monitorar tudo o que está sendo falado sobre a companhia não é motivo suficiente. &#8220;Apesar de parecer um ótimo negócio, estar nas mídias sociais não é para qualquer um&#8221;, destaca o diretor da empresa, Leandro Lopes.</p>
<p>Para atentar às reais necessidades de inserir a imagem de uma empresa às redes sociais, a L3 CRM resolveu ir contra a corrente e listou 9 motivos para ficar longe dessas ferramentas de entretenimento e comunicação em massa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1 – Conteúdo</strong></p>
<p>Sua empresa tem algo a dizer que não se esgota nos canais de comunicação tradicionais, como site, newsletter e anúncios publicitários? Se estiver sem assunto, é melhor passar longe das redes sociais. Um perfil desatualizado pode passar uma imagem de desleixo, e você não quer esse valor aliado à sua marca, quer?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2 – Chatice</strong></p>
<p>Se o discurso da sua empresa é chato e irrelevante, não há espaço para ele nas redes sociais. Isso porque as pessoas não têm tempo para ler &#8216;chatices&#8217;. Elas podem até passar tempo demais na internet, mas não será lendo algo que não chama sua atenção;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3 &#8211; Motivo</strong></p>
<p>Defina seus objetivos com cuidado. Simplesmente &#8220;quero minha empresa nas redes sociais&#8221; não é uma meta, e sim um meio para alcançar algo. Por que você quer estar presente? Quer gerar tráfego para o site? Aumentar seu cadastro de clientes em potencial? Gerar vendas? A simples presença de seus clientes (e concorrentes) não pode ser sua única motivação, ou você vai gastar tempo e dinheiro à toa;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4 &#8211; Tempo e dinheiro</strong></p>
<p>Parece fácil e barato entrar nas redes sociais. Mas não é bem assim. Criar o perfil é grátis, mas desenvolver conteúdo para mantê-lo demanda o tempo de alguém, e isso tem custo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 &#8211; CRM 1.0</strong></p>
<p>Como funciona sua relação com os clientes por vias tradicionais? Como anda seu site e SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor)? A menos que tudo funcione às mil maravilhas, essa não é a hora de aventurar-se nas redes. Se sua empresa é ruim no CRM tradicional, como vai se comportar no relacionamento com o cliente 2.0? E não vale oferecer um serviço melhor para os clientes digitais. Para ter uma comunicação realmente eficiente com o cliente, ela precisa ser totalmente integrada: todos os setores precisam conhecê-lo e atendê-lo da melhor forma e no menor tempo possível. Sem uniformidade, é melhor ficar offline</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>6 &#8211; Comunicação interna</strong></p>
<p>Como funciona a relação com seus colaboradores? Não adianta propor um diálogo com clientes via redes sociais se sua empresa nunca conversou com os próprios funcionários. Eles são seu público-alvo número 1, seus maiores vendedores, mas quase sempre ficam completamente à parte de qualquer iniciativa criada online. Muitas vezes são proibidos de acessar essas redes no ambiente de trabalho. Manter uma relação digital aberta e direta será complicado se a empresa já gasta tempo e energia contra o chamado &#8220;rádio peão&#8221;;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7 – Medo</strong></p>
<p>Você tem pavor de que falem mal da sua empresa? Lembre-se que, nas redes sociais, cada um diz o que bem entende. Os consumidores aproveitam esse espaço para emitir opiniões sobre diversos assuntos, incluindo as marcas que os agradam ou decepcionam. Alguém pode reclamar do seu produto ou serviço. E você não pode impedir isso. Há como responder de forma eficaz e conquistar aquele cliente de volta, mas não há a possibilidade de controle sobre o teor das conversas. Ou você se acostuma a lidar com isso, ou é melhor ficar de fora;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8 – Conhecimento</strong></p>
<p>O mercado não disponibiliza somente duas opções de redes sociais. Por isso, conhecer seu público-alvo e saber que mensagem você quer passar são essenciais na hora de escolher o melhor canal de comunicação. Pode ser que seu cliente goste de podcasts e você continua insistindo em apresentações por slide;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>9 &#8211; Resultados</strong></p>
<p>Você queria entrar nas redes sociais para saber mais sobre seu cliente. E agora? Reunir um monte de dados não é garantia que você vai entender melhor esse consumidor e vender mais. A empresa precisa ter um objetivo claro de como utilizará a informação. Estratégia é tudo. E nas redes sociais não poderia ser diferente.</p>
<p><em>Fonte: MSN</em></p>
<div class="tb_migreme_depois"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=horizontal&amp;lang=en&amp;text=9 razões para sua empresa não estar nas redes sociais&amp;url=http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/27/9-razoes-para-sua-empresa-nao-estar-nas-redes-sociais/" style="width: 110px; height: 20px; "></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>8 dicas para sua loja virtual não fracassar</title>
		<link>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/10/8-dicas-para-sua-loja-virtual-nao-fracassar/</link>
		<comments>http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/10/8-dicas-para-sua-loja-virtual-nao-fracassar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercio Eletronico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.hystalo.com.br/blog/?p=10510</guid>
		<description><![CDATA[O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida.
A seguir, confira os oito motivos apontados  e aprenda por que isso acontece e como evitar.
1 – Falta de Planejamento:
Planejar nunca foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida.</p>
<p>A seguir, confira os oito motivos apontados  e aprenda por que isso acontece e como evitar.</p>
<p><strong>1 – Falta de Planejamento:</strong></p>
<p>Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos três primeiros anos de vida.</p>
<p>É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o ponta-pé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?</p>
<p><strong>2 – Foco no Mercado:</strong></p>
<p>Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.</p>
<p><strong>3 – Falta de mão de obra qualificada:</strong></p>
<p>Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.<strong> </strong></p>
<p><strong>4 – Falha na divulgação:</strong></p>
<p>Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e, portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.</p>
<p><strong>5 &#8211; Falta de Planejamento Logístico:</strong></p>
<p>Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de logística.<strong></strong></p>
<p><strong>6 &#8211; Fraude:</strong></p>
<p>A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas.</p>
<p>Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.</p>
<p><strong>7- Falta de Monitoramento:</strong></p>
<p>Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões &#8211; na maioria das vezes erradas &#8211; baseadas em suposições.</p>
<p>Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics”.</p>
<p><strong>8- Falha no Atendimento:</strong></p>
<p>Muito se fala em atendimento &#8211; e deveria se falar muito mais &#8211; e a sua loja pode ser virtual, mas o cliente é real e necessita de atendimento.</p>
<p>O cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o pedido de compra dele. O site, por sua vez, precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.</p>
<p><em>Fonte: MSN</em></p>
<div class="tb_migreme_depois"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=horizontal&amp;lang=en&amp;text=8 dicas para sua loja virtual não fracassar&amp;url=http://blog.hystalo.com.br/blog/index.php/2012/01/10/8-dicas-para-sua-loja-virtual-nao-fracassar/" style="width: 110px; height: 20px; "></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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