Google muda algoritmo e empresas podem ser punidas

O Google, principal motor de busca do mundo e com um valor de mercado de 192,28 bilhões dólares, informou que atualizou mais uma vez o algoritmo de seu buscador. O objetivo desta atualização é combater principalmente os chamados “Spammers”, que criam diversos sites falsos para manipular a classificação...

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15 dicas para melhorar o seu marketing no Facebook

Postado por Rafael | Postado em Marketing, SEM, SEO | Postado 25-06-2011

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A plataforma não substitui outras formas de marketing, mas com um plano eficiente é possível atrair novos consumidores, já que o potencial da rede é imenso e sua marca estará exposta por muito tempo para milhares de pessoas. Saiba 15 maneiras de melhorar seu marketing no Facebook:

Decida por que você tem uma página na rede

Assim como qualquer veículo é necessário entender por que é preciso estar nela. Defina metas e desenvolva uma estratégia para ser visto. Conheça sua audiência, pois parte dela pode querer apenas “conversar” e se sentir parte ativa nos negócios da empresa.

Crie tabs customizadas

Quando você cria uma página para sua empresa no Facebook ela contém várias tabs, além do mural para fazer posts e comentários. Há também um espaço chamado Info para colocar informações em geral sobre a companhia. Você pode trazer mais audiência para seu perfil criando tabs customizadas. Existem empresas, por exemplo, que criaram uma tab para inserir os links mais relevantes de seus produtos, além de promoções.

Mude a ordem de seu menu

No lado esquerdo da sua página haverá um menu com todas as suas tabs. Saiba que essa ordem pode ser customizada. Isso é útil para quando você deseja uma tab específica em primeiro ou em último da lista.

Não poste uma vez a cada seis meses

No início, muitas empresas postam em sua página no Facebook mais de sete vezes por dia para depois deixar o espaço abandonado por meses. Assim como qualquer negócio, é preciso fazê-lo da forma correta. Ao ignorar sua página por meses você mostra para seu público que não se importa com aquela rede. Portanto, decida com cuidado se o seu negócio necessita desse espaço na rede.

Use os anúncios no Facebook

Anúncios pagos na rede são uma ótima forma de ser visto. O Facebook permite que os anunciantes possam escolher o grupo, idade e até mesmo país de origem que a publicidade será destinada. Além de especificar os interesses você pode definir o preço que deseja pagar pela campanha.

Estimule as pessoas a se cadastrem

Estimule sua audiência a se registrar ou cadastrar na sua base de dados com sorteios e concursos culturais. Com isso, é mais fácil ainda manter relações com pessoas que se interessam pelo que sua marca oferece.

Mande um update

O Facebook permite que você envie para as pessoas que curtem sua página alguma atualização que você considere importante. Ao enviar para eles conteúdo de qualidade você fidelizará esses clientes. Tenha cuidado e só mande quando o assunto realmente importar para o público.

Mantenha diálogo

Se alguém deixar um recado para sua empresa no mural, responda-o. Pense que se alguém se interessa pelo seu negócio e pode perder alguns minutos em sua página, responder é o mínimo que deve ser feito.

Vá além da página no Facebook

É possível agora publicar links e informações no mural de outras pessoas. Só tenha cuidado para não fazer spam com seus usuários, pois essa é uma péssima forma de marketing para seus serviços.

Use a página como uma plataforma de conteúdo

Se você escrever um post no blog publique na página do Facebook e deixa o mundo ter acesso ao que você escreveu. Poucas são as pessoas que entram em um blog todos os dias e na rede social é possível publicar uma vez e depois o conteúdo ser compartilhado por diversas pessoas.

Torne-se “compartilhável”

O que você pode oferecer de valor para seu público que ele sinta vontade de compartilhar com os amigos? Se você tiver o foco de entregar informações de qualidade atrairá até futuros clientes para o negócio. Tente oferecer algo diferenciado.

Crie coisas exclusivas

Crie uma promoção ou dê alguma vantagem exclusiva para quem curtir sua página, por exemplo. Todo mundo gosta de receber coisas e se sentir especial. E no final, tanto a empresa quanto a audiência ganha.

Transforme tudo em propaganda

O Facebook tem histórias patrocinadas que podem ser usadas como uma nova maneira de publicidade. Essa ferramenta permite que sua marca seja ainda mais divulgada por meio da rede social.

Tenha influência

Quer ter dados concretos de como sua página no Facebook está indo? Use a ferramenta gratuita Facebook Insights. Com ela é possível analisar a interação da sua página na rede e ver qual o conteúdo de maior interesse para o público, o que não está funcionando e poder ajustar sua página de acordo com o que seus fãs desejam ver.

Integração

Assim como qualquer ação de marketing, a criação da página no Facebook não deve ser uma ação isolada. Procure sempre integrar site, Facebook e Twitter para ter uma campanha mais eficiente.

Breadcrumb como usar

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Marketing, SEM | Postado 18-06-2011

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1. O que é um breadcrumb?

Um breacrumb (também conhecido como “migalhas de pão” ou “trilha de migalhas de pão”, em alusão à história de João e Maria) é um tipo de esquema de navegação auxiliar que revela a localização do usuário em um site ou aplicação web. Assim como no conto, breadcrumbs do mundo real oferecem aos usuários uma maneira de “rastrear” o caminho de volta e/ou ter uma visão geral e estruturada de em que ponto se encontra dentro da hierarquia em que se encontra.

Breadcrumbs geralmente são encontrados em sites que possuem uma grande quantidade de conteúdos organizados de forma hierárquica. Também é possível vê-los em aplicações web que têm mais de uma etapa, com uma função semelhante a de uma barra de progresso. Na sua forma mais simples, é disposto horizontalmente, em links de texto separadas por um símbolo de “maior que” (>), que indica o nível daquela página relativamente aos links das outras páginas na hierarquia do site.

2. Quando breadcrumbs devem ser usados?

É indicado usar navegação por breadcrumb para sites grandes e sites que possuem páginas organizadas hierarquicamente. Um cenário excelente são sites de comércio eletrônico, nos quais uma grande variedade de produtos são agrupados em categorias lógicas.

Não é aconselhável usar breadcrumb em sites que não têm agrupamento ou hierarquia lógica. Uma ótima maneira de determinar se um site se beneficiará com a navegação por breadcrumbs é construir um mapa do site ou um diagrama representando sua arquitetura de navegação e analisar se o recurso melhora a capacidade do usuário de navegar dentro e entre as categorias.

Breadcrumbs devem ser considerados como um recurso extra e não deve substituir o menu principal do site ou aplicativo. É uma característica de conveniência, um regime navegação secundária que permite aos usuários determinar onde estão e é considerado e deve ser usado como uma forma alternativa ou um auxiliar de navegação.

3. Tipos de breadcrumbs

Existem diversos tipos e diversas classificações para os breadcrumbs. Se todos os sistemas de classificação e ordenação fossem aqui listados, este artigo ficaria imenso! Portanto, para facilitar a abordagem do tema, será considerado que existem 3 tipos de breadcrumbs.

Breadcrumbs de Localização mostram ao usuário em qual ponto se encontra dentro da hierarquia do site. Eles são normalmente utilizados para sistemas de navegação em que se tem vários níveis (normalmente mais de dois). No exemplo abaixo (retirado do site SitePoint), cada link é para uma página que está um nível superior ao da sua direita.

Breadcrumbs de Atributo servem para exibir os atributos de uma determinada página, em particular. Por exemplo, na Newegg o breadcrumb mostrar os atributos dos itens exibidos em uma página, em especial.

Esta página exibe todos os cases de computador que têm as características de serem fabricados pela Lian Li e ter uma MicroATX Mini Tower.

Mostram aos usuários os passos que tomaram até chegar a uma página específica. Breadcrumbs de Caminho são dinâmicos e mostram as páginas que o usuário visitou antes de chegar na página página em que se encontra atualmente.

Em relação ao Breadcrumb de Localização e ao Breadcrumb de Atributo, o Breadcrumb de Caminho não é tão “popular” e não é tão utilizado em web sites e sistemas virtuais.

4. Benefícios de se usar breadcrumbs

Existem diversos benefícios em se valer dos breadcrumbs como sistema auxiliar de navegação em um site, dentre os quais:

  • Conveniência para os visitantes. Breadcrumbs são usados principalmente para dar aos usuários um meio secundário de navegar em um web site. Ao oferecer um breadcrumb em um grande site multi-nível, os visitantes podem navegar para as categorias de nível superior com mais facilidade.
  • Redução de cliques. Ao invés de usar o botão “Voltar” do navegador ou a navegação principal do site para voltar à página de nível superior, os usuários podem usar o breadcrumb para realizar a mesma ação com um menor número de cliques.
  • Ocupam pouco espaço. Geralmente os breadcrumbs são em sentido horizontal e de estilo “clean”, portanto não ocupam muito espaço na página. A vantagem é que eles têm pouco ou nenhum impacto negativo em termos de sobrecarga de conteúdo.
  • Redução de Taxa de Rejeição. Breadcrumbs podem ser uma ótima maneira de atrair visitantes pela primeira vez para examinar um site depois de ter visto a página de destino . Por exemplo, digamos que um usuário chega a uma página através de uma pesquisa no Google, vendo um breadcrumb, este pode “seduzir” o visitante para as páginas de nível superior para visualizar os tópicos relacionados ao seu interesse. Isso reduz a Taxa de Rejeição (Bounce Rate) do site.

5. Erros na implementação de breadcrumbs

Usar breadcrumbs é uma questão bastante simples e há apenas algumas diretrizes a considerar antes de tomar a decisão de implementá-lo em um site. Vamos dar uma olhada em alguns erros comuns que devem ser evitados.

5.1. Usar breadcrumb quando não é preciso

Um erro comum é usar breadcrumbs em ocasiões em que não trazem nenhum benefício aos visitantes.

No exemplo acima, o site Slicethepie corre o risco de sobrecarregar os usuários com opções de navegação demais: (1) navegação primária; (2) breadcrumb; e (3) navegação secundária; estão muito próximas umas das outras. O breadcrumb, neste aplicativo, não acrescenta nada aos visitantes, já que a navegação secundária para as páginas de nível inferior fica logo abaixo dele. Além disso, clicando no link de segundo nível no breadcrumb (“Music”), isso leva de volta à primeira aba (“Listen”), que sugere erroneamente que a primeira guia está em um nível mais elevado do que os outros dois (“Search” and “Artist hall of fame”).

5.2. Usar breadcrumbs como navegação primária

Como já comentado anteriormente, breadcrumbs devem ser usados como elemento de navegação auxiliar.

No exemplo acima, Mefeedia não oferece um menu de navegação primário para a visualização de vídeos. Embora exista a navegação textual no rodapé, não há menu de navegação no corpo das páginas, tornando-se difícil de navegar para outras seções do site.

Se um visitante chega em uma página de vídeo diretamente – por exemplo, através de um resultado de pesquisa do Google – sua única opção de navegação é o breadcrumb. Ou já estiver navegando nas páginas do site e acessar uma página que não exiba o menu de navegação principal, é preciso usar o botão “Voltar” do navegador para acessar o menu principal.

5.3. Usar breadcrumbs quando a página tem múltiplas categorias

Breadcrumbs têm uma estrutura linear, então, usá-los vai ser difícil se as páginas do site não podem ser classificadas em categorias puras. Decidir se se deve usar breadcrumb depende de como a hierarquia do site foi projetada. Quando uma página de nível inferior é (ou pode ser colocada) em mais de uma categoria-mãe, breadcrumbs são ineficazes, imprecisos e confusos para o usuário.

6. Considerações sobre o design da navegação por breadcrumb

Ao projetar um sistema de navegação por breadcrumb, é preciso ter em mente várias coisas. Vamos dar uma olhada em algumas questões que podem surgir quando você está trabalhando com breadcrumbs.

O mais comumente aceito e reconhecido símbolo para separar links em breadcrumbs é o “maior que” (>). Normalmente, o sinal é usado para denotar hierarquia, como no formato “Categoria Mãe > Categoria Filha”.

Outros símbolos utilizados são setas apontando para a direita, as marcas de ângulo direito de citação (») e barras (/).

A escolha depende da estética do site e do tipo de breadcrumb usado. Por exemplo, para um Breadcrumb de Caminho, no qual as ligações não têm necessariamente uma relação hierárquica entre si, usar o símbolo “>” não transmite sua relação apropriadamente.

6.2. O quão grande um breadcrumb deve ser?

Você não quer que o seu breadcrumb “domine” a página. O breadcrumb tem a função de ser um auxiliar aos visitantes; seu tamanho deve transmitir esta função aos usuários e, portanto, deve, pelo menos, ser menor ou menos importante do que o menu de navegação principal.

Uma boa regra a seguir para decidir o tamanho de um breadcrumb é que ele não deve ser o primeiro item a chamar a atenção do usuário quando ele entra em uma página do site.

6.3. Onde deve ser a localização do breadcrumb?

Breadcrumbs geralmente são exibidos na metade superior da página – abaixo do menu de navegação principal se um esquema de menu horizontal é usado.

Alguns poucos sites costumam repetir o breadcrumb próximo ao rodapé, no final do conteúdo de cada página, mas isso não é muito comum.

7. Resumo das características de breadcrumbs

Porque usar breadcrumbs:

  • São excelente recurso de usabilidade
  • Eliminam cliques adicionais
  • Mostram a hierarquia para usuário
  • São visualmente agradáveis
  • Fornecem ajuda adicional
  • Diminuem a Taxas de Rejeição do site
  • Estimulam o interesse e curiosidade dos visitantes

Melhores práticas de breadcrumbs:

  • Usar breadcrumbs no topo da página
  • Usar breadcrumbs consistentemente
  • Estilizar (design) os breadcrumbs apropriadamente
  • Separar claramente cada nível do breadcrumb
  • Destacar (normalmente com negrito) o último item do breadcrumb (página atual)
  • A página atual (último item do breadcrumb) não deve ser link
  • Breadcrumbs não devem substituir a navegação principal

O que é um breacrumb?

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Marketing, SEM | Postado 18-06-2011

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Um breacrumb (também conhecido como “migalhas de pão” ou “trilha de migalhas de pão”, em alusão à história de João e Maria) é um tipo de esquema de navegação auxiliar que revela a localização do usuário em um site ou aplicação web. Assim como no conto, breadcrumbs do mundo real oferecem aos usuários uma maneira de “rastrear” o caminho de volta e/ou ter uma visão geral e estruturada de em que ponto se encontra dentro da hierarquia em que se encontra.

Breadcrumbs geralmente são encontrados em sites que possuem uma grande quantidade de conteúdos organizados de forma hierárquica. Também é possível vê-los em aplicações web que têm mais de uma etapa, com uma função semelhante a de uma barra de progresso. Na sua forma mais simples, é disposto horizontalmente, em links de texto separadas por um símbolo de “maior que” (>), que indica o nível daquela página relativamente aos links das outras páginas na hierarquia do site.

Tráfego qualificado e marketing digital

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, SEM, SEO | Postado 08-04-2011

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Uma das formas de divulgação de lojas virtuais mais usada são as ferramentas de busca, que funcionam como índices da Internet. Nelas estão cadastrados os endereços de milhões de sites, como nas páginas amarelas (lembra disso?). Diferente da lista telefônica, em que as páginas estão em uma ordem fixa e determinada, nos sites de busca, é só digitar uma palavra relacionada com a informação ou produto que estamos procurando e ela mostra uma relação de sites que contém aquela palavra. A vovó ia adorar isso.

Mais de 85% dos internautas usam sites de busca para encontrar o que precisam. Os outros 15% nem sabem o que realmente é a Internet, mas isso é outra coisa, deixa prá la. É a forma mais básica e conhecida de encontrar informações e talvez justamente por isso a Internet tenha ocupado o espaço que tem hoje em dia. Isto os torna extremamente atraentes como ferramentas de divulgação e atração do tráfego qualificado, tão desejado e necessário para o sucesso de uma loja virtual. Porém, existem algumas ressalvas que vamos examinar:

Existem milhares de sites de busca – Eles estão por aí, são de todos os tipos, idiomas e sabores, genéricos ou especializados, pagos e gratuitos. A boa notícia é que apenas uma dúzia deles representa mais de 90% do tráfego de pesquisas na Internet. Para você, são eles que importam, o resto é o resto. Resto mesmo.

Às vezes os sites de busca “esquecem” de você – Para as empresas por trás dos sites de busca, sua função não é fazer promoção de empresas. Eles existem para por ordem na Internet e facilitar às pessoas encontrarem o que precisam. São formados por gigantescos bancos de dados alimentados por programas, chamados robôs, que navegam pela Internet, cadastrando endereços e checando sua validade (existência). De tempos em tempos estes robôs vão checar se as páginas ainda estão lá. Nesta hora, pode acontecer que o robô, não encontre seu site, então ele é retirado do banco de dados de busca.

Tráfego qualificado e marketing digital

Uma das formas de divulgação de lojas virtuais mais usada são as ferramentas de busca, que funcionam como índices da Internet. Nelas estão cadastrados os endereços de milhões de sites, como nas páginas amarelas (lembra disso?). Diferente da lista telefônica, em que as páginas estão em uma ordem fixa e determinada, nos sites de busca, é só digitar uma palavra relacionada com a informação ou produto que estamos procurando e ela mostra uma relação de sites que contém aquela palavra. A vovó ia adorar isso.

Mais de 85% dos internautas usam sites de busca para encontrar o que precisam. Os outros 15% nem sabem o que realmente é a Internet, mas isso é outra coisa, deixa prá la. É a forma mais básica e conhecida de encontrar informações e talvez justamente por isso a Internet tenha ocupado o espaço que tem hoje em dia. Isto os torna extremamente atraentes como ferramentas de divulgação e atração do tráfego qualificado, tão desejado e necessário para o sucesso de uma loja virtual. Porém, existem algumas ressalvas que vamos examinar:

  • Existem milhares de sites de busca - Eles estão por aí, são de todos os tipos, idiomas e sabores, genéricos ou especializados, pagos e gratuitos. A boa notícia é que apenas uma dúzia deles representa mais de 90% do tráfego de pesquisas na Internet. Para você, são eles que importam, o resto é o resto. Resto mesmo.

  • Às vezes os sites de busca “esquecem” de você - Para as empresas por trás dos sites de busca, sua função não é fazer promoção de empresas. Eles existem para por ordem na Internet e facilitar às pessoas encontrarem o que precisam. São formados por gigantescos bancos de dados alimentados por programas, chamados robôs, que navegam pela Internet, cadastrando endereços e checando sua validade (existência). De tempos em tempos estes robôs vão checar se as páginas ainda estão lá. Nesta hora, pode acontecer que o robô, não encontre seu site, então ele é retirado do banco de dados de buscas

As vendas na internet cresceram 40% no ano de 2010

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, SEM, SEO | Postado 22-03-2011

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As vendas na internet cresceram 40% no ano de 2010, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (22/3) pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico E-bit. O faturamento do setor foi expressivo e alcançou os R$ 14, 8 bilhões. Um dos principais motivos para o bom resultado, de acordo com o levantamento, foi a migração da classe C, que antes comprava diretamente no varejo, para as compras na internet. Fatores como a Copa do Mundo – o que impulsionou a venda de TVs LCD – e datas comemorativas como Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados, Natal, entre outros, favoreceram as vendas online. Essas datas, chamadas de sazonais pelo mercado, movimentaram cerca de R$ 4,5 bilhões no país — só o Natal movimentou R$ 2,2 bi, ou seja, 40% a mais do que no mesmo período em 2009. “As pessoas deixaram de comprar apenas livros e cds e passaram a comprar bens de valor agregado, como geladeiras e televisão”, contextualiza Pedro Guasti, diretor geral da E-bit.
Com o fluxo de vendas maior entre um público que não costumava comprar pela web, efeito provocado pelo aumento de renda da população, naturalmente, o valor médio do dinheiro gasto nas compras cresceu para R$ 373. Aproximadamente 23 milhões de pessoas compraram artigos por meio do comércio eletrônico. Entre as categorias que mais se destacaram nas vendas online em 2010 estão os eletrodomésticos (14%), livros, assinaturas de revistas e jornais (12%), saúde, beleza e medicamentos (12%), informática (11%) e eletrônicos (7%). Os consumidores com renda até R$ 3 mil respondem por 50% do mercado. Já a confiança dos consumidores no comércio eletrônico aponta aprovação de 86,62% – ponto positivo para o setor, pois está acima do patamar de excelência de 85%.
Para 2011, a expectativa é que a expansão seja de 30%, para R$ 20 bilhões. No primeiro semestre do ano, diz o levantamento da E-Bit, cerca de 4 milhões de pessoas vão fazer a sua primeira compra online.”A consolidação do setor deve continuar. O e-commerce brasileiro crescerá num ritmo menor que 2010, mas ainda será muito expressivo”, explica Guasti.

As vendas na internet cresceram 40% no ano de 2010, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (22/3) pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico E-bit. O faturamento do setor foi expressivo e alcançou os R$ 14, 8 bilhões. Um dos principais motivos para o bom resultado, de acordo com o levantamento, foi a migração da classe C, que antes comprava diretamente no varejo, para as compras na internet. Fatores como a Copa do Mundo – o que impulsionou a venda de TVs LCD – e datas comemorativas como Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados, Natal, entre outros, favoreceram as vendas online. Essas datas, chamadas de sazonais pelo mercado, movimentaram cerca de R$ 4,5 bilhões no país — só o Natal movimentou R$ 2,2 bi, ou seja, 40% a mais do que no mesmo período em 2009. “As pessoas deixaram de comprar apenas livros e cds e passaram a comprar bens de valor agregado, como geladeiras e televisão”, contextualiza Pedro Guasti, diretor geral da E-bit.

Com o fluxo de vendas maior entre um público que não costumava comprar pela web, efeito provocado pelo aumento de renda da população, naturalmente, o valor médio do dinheiro gasto nas compras cresceu para R$ 373. Aproximadamente 23 milhões de pessoas compraram artigos por meio do comércio eletrônico. Entre as categorias que mais se destacaram nas vendas online em 2010 estão os eletrodomésticos (14%), livros, assinaturas de revistas e jornais (12%), saúde, beleza e medicamentos (12%), informática (11%) e eletrônicos (7%). Os consumidores com renda até R$ 3 mil respondem por 50% do mercado. Já a confiança dos consumidores no comércio eletrônico aponta aprovação de 86,62% – ponto positivo para o setor, pois está acima do patamar de excelência de 85%.

Para 2011, a expectativa é que a expansão seja de 30%, para R$ 20 bilhões. No primeiro semestre do ano, diz o levantamento da E-Bit, cerca de 4 milhões de pessoas vão fazer a sua primeira compra online.”A consolidação do setor deve continuar. O e-commerce brasileiro crescerá num ritmo menor que 2010, mas ainda será muito expressivo”, explica Guasti.