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9 razões para sua empresa não estar nas redes sociais

Postado por juliana | Postado em Redes Sociais | Postado 27-01-2012

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Segundo estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online, o Brasil possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011.

Com números tão expressivos, fica impossível para uma empresa não se deixar seduzir pelas oportunidades de crescimento oferecidas pelo Twitter, Orkut e Facebook. Mas será que a sua empresa precisa mesmo estar nas redes sociais?

De acordo com a L3 CRM, empresa especializada em soluções para Gestão de Relacionamento com Cliente, ser capaz de monitorar tudo o que está sendo falado sobre a companhia não é motivo suficiente. “Apesar de parecer um ótimo negócio, estar nas mídias sociais não é para qualquer um”, destaca o diretor da empresa, Leandro Lopes.

Para atentar às reais necessidades de inserir a imagem de uma empresa às redes sociais, a L3 CRM resolveu ir contra a corrente e listou 9 motivos para ficar longe dessas ferramentas de entretenimento e comunicação em massa.

1 – Conteúdo

Sua empresa tem algo a dizer que não se esgota nos canais de comunicação tradicionais, como site, newsletter e anúncios publicitários? Se estiver sem assunto, é melhor passar longe das redes sociais. Um perfil desatualizado pode passar uma imagem de desleixo, e você não quer esse valor aliado à sua marca, quer?

2 – Chatice

Se o discurso da sua empresa é chato e irrelevante, não há espaço para ele nas redes sociais. Isso porque as pessoas não têm tempo para ler ‘chatices’. Elas podem até passar tempo demais na internet, mas não será lendo algo que não chama sua atenção;

3 – Motivo

Defina seus objetivos com cuidado. Simplesmente “quero minha empresa nas redes sociais” não é uma meta, e sim um meio para alcançar algo. Por que você quer estar presente? Quer gerar tráfego para o site? Aumentar seu cadastro de clientes em potencial? Gerar vendas? A simples presença de seus clientes (e concorrentes) não pode ser sua única motivação, ou você vai gastar tempo e dinheiro à toa;

4 – Tempo e dinheiro

Parece fácil e barato entrar nas redes sociais. Mas não é bem assim. Criar o perfil é grátis, mas desenvolver conteúdo para mantê-lo demanda o tempo de alguém, e isso tem custo.

5 – CRM 1.0

Como funciona sua relação com os clientes por vias tradicionais? Como anda seu site e SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor)? A menos que tudo funcione às mil maravilhas, essa não é a hora de aventurar-se nas redes. Se sua empresa é ruim no CRM tradicional, como vai se comportar no relacionamento com o cliente 2.0? E não vale oferecer um serviço melhor para os clientes digitais. Para ter uma comunicação realmente eficiente com o cliente, ela precisa ser totalmente integrada: todos os setores precisam conhecê-lo e atendê-lo da melhor forma e no menor tempo possível. Sem uniformidade, é melhor ficar offline

6 – Comunicação interna

Como funciona a relação com seus colaboradores? Não adianta propor um diálogo com clientes via redes sociais se sua empresa nunca conversou com os próprios funcionários. Eles são seu público-alvo número 1, seus maiores vendedores, mas quase sempre ficam completamente à parte de qualquer iniciativa criada online. Muitas vezes são proibidos de acessar essas redes no ambiente de trabalho. Manter uma relação digital aberta e direta será complicado se a empresa já gasta tempo e energia contra o chamado “rádio peão”;

7 – Medo

Você tem pavor de que falem mal da sua empresa? Lembre-se que, nas redes sociais, cada um diz o que bem entende. Os consumidores aproveitam esse espaço para emitir opiniões sobre diversos assuntos, incluindo as marcas que os agradam ou decepcionam. Alguém pode reclamar do seu produto ou serviço. E você não pode impedir isso. Há como responder de forma eficaz e conquistar aquele cliente de volta, mas não há a possibilidade de controle sobre o teor das conversas. Ou você se acostuma a lidar com isso, ou é melhor ficar de fora;

8 – Conhecimento

O mercado não disponibiliza somente duas opções de redes sociais. Por isso, conhecer seu público-alvo e saber que mensagem você quer passar são essenciais na hora de escolher o melhor canal de comunicação. Pode ser que seu cliente goste de podcasts e você continua insistindo em apresentações por slide;

9 – Resultados

Você queria entrar nas redes sociais para saber mais sobre seu cliente. E agora? Reunir um monte de dados não é garantia que você vai entender melhor esse consumidor e vender mais. A empresa precisa ter um objetivo claro de como utilizará a informação. Estratégia é tudo. E nas redes sociais não poderia ser diferente.

Fonte: MSN

O que funciona em cada rede social

Postado por Rafael | Postado em Redes Sociais, SEO | Postado 20-03-2011

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No atual labirinto de sites de mídias sociais, você sabe o melhor caminho a ser tomado para trabalhar sua marca? Sabe o que realmente funciona em cada um deles?

Se você trabalha com essas ferramentas, sabe que nem toda estratégia funciona para todas elas. O site de marketing CMO criou um infográfico com os principais sites e listou o que funciona, o que funciona mais ou menos e o que não funciona, para diferentes áreas do marketing. Por exemplo:

Facebook
Comunicação com o consumidor: Funciona! Um portal de comunicação central e aberto, o Facebook é o lugar em que as empresas querem estimular interações. Positivos ou negativos, as corporações podem conseguir feedbacks de seus consumidores depois de transmitir suas mensagens.

Exposição da marca: Funciona! Possuir uma fan page permite que a empresa apareça em outras páginas relevantes de assuntos correlatos.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! Para muitos sites, o Facebook se tornou uma das principais fontes de tráfego, mesmo que o “potencial viral” dessa rede social seja bem baixo.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Não funciona! Sites de pesquisas como Bing e Google indicam que estão usando algoritmos apontando para o Facebook, mas os links são do tipo “nonfollow”, o que significa que eles não ajudarão para uma melhor colocação dentro das pesquisas dos internautas. O benefício nas buscas é baixo.

Twitter
Comunicação com o consumidor: Funciona! O Twitter é o site de mensagens perfeito para se comunicar com seu cliente. O sistema é rápido e direto, permitindo um monitoramento simples e fácil administração das conversas.

Exposição da marca: Funciona! Não é o que você anda escrevendo no Twitter que expõe sua marca, mas aquilo que você consegue fazer com que os outros escrevam sobre você. Conseguir retweets e interações pode fazer mais pela exposição da marca do que qualquer outra rede social.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! O exagero de ruído – excesso de mensagens – e spams prejudicaram a habilidade do Twitter de aumentar as visitas para o site da empresa. No entanto, é uma ótima ferramenta para auxiliar a geração de tráfego de outros sites, como Digg e Facebook.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Funciona “mais ou menos”! Assim como o Facebook, o Twitter foi escolhido como componente social dos sites de busca Google e Bing. Infelizmente seus links são do tipo “nofollow”. Muitos esperam, porém, que o componente social se torne mais proeminente com o passar do tempo.

Infografico ORKUT BRASIL

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, Redes Sociais, SEO | Postado 16-03-2011

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infografico-orkut

O fim do marketing

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 20-02-2011

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A empresa vende ao consumidor – com a web não é mais assim.

Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do marketing – produto, praça, preço e promoção – não funcionam mais. O paradigma era simples e unidirecional: as empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos; fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos anúncios. Nóscontrolamos a mensagem. A internet transforma todas essas atividades.

De produtos para experiências

Os produtos agora são customizados em massa, envolvem serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas concepções industriais na definição e marketing de produtos.

De preço para descoberta de preço

Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado, os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores vão oferecer vários preços por um produto, dependendo de condições específicas. Compradores e vendedores trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados, e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos e serviços.

De praça para qualquer praça

A empresa moderna compete em dois mundos: um físico (a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação (o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso, mas sim de uma grande comunidade online e com o capital de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta. Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a marketface – a interface entre o marketplace e o marketspace.

De promoção para comunicação

Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram “mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder. As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo. Os consumidores com frequência têm acesso a informações sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião pública” online.

Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.

Estatísticas de marketing digital para planejar suas ações em 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 12-02-2011

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94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore

61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.

48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia

37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia
Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas

Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey

Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.

60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.

e-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit

33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra

49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers

15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC

Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc

Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia

No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais.

Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb

Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week

87% dos brasileiros estão nas redes sociais.

71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize

A inteligência das Redes Sociais nas empresas

Postado por Rafael | Postado em Redes Sociais | Postado 12-02-2011

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SÃO PAULO – Os negócios devem tornar-se sociais ou ficarão para trás. Esta análise do Gartner pretende orientar líderes de TI e executivos nesta crítica e excitante mudança.
Processos orientados ao social estão transformando abordagens corporativas tradicionais. Tecnologias sociais permitem que as pessoas se conectem, interajam e se reúnam com facilidade e velocidade inéditas, embora ainda haja uma confusão relacionada ao valor da entrega de tecnologias sociais. Companhias e líderes de TI perspicazes não estão satisfeitos assistindo do lado de fora a essa mudança. Eles estão aprendendo sobre essa tendência social e sobre como seria possível explorar as possibilidades que as novas dinâmicas de relacionamento prometem.

Tendências centrais

Os artefatos que os usuários suprimem nas redes sociais oferecem um excelente insight. Já que as redes sociais se tornaram virais e terão mais de um bilhão de usuários em 2012, as empresas deveriam escavar esses dados para descobrir inteligências progressivas. O entusiasmo do usuário pode ser canalizado para áreas como inovação, geração de demanda, marketing, distribuição e serviço ao cliente.
Fornecedores de aplicações corporativas estão integrando ferramentas sociais aos seus produtos e a linha divisória entre ferramentas transacionais e ambientes sociais está desaparecendo.
Embora a oportunidade de negócio esteja orientando algumas atividades e investimentos no social, o medo e a incerteza causam a inação ou, pior, uma tentativa de impedir o acesso do funcionário às redes sociais. Políticas prudentes e disciplina são necessárias agora, conforme as empresas posicionam suas apostas em um ambiente radicalmente distinto.
Soluções sociais são relevantes para funções corporativas além de marketing e serviço ao cliente. Há casos de uso de mídias sociais em diversas funções corporativas, tanto internas como externas.

À procura de inteligência social

As pessoas, por si próprias, estão se movimentando massivamente (cerca de 600 milhões) para tirar proveito das novas ferramentas sociais. Observe os bilhões de tuítes e adesões a redes sociais, assim como a explosão de blogs e visitas ao YouTube. Existem milhões de terabytes de dados na internet (cinco petapytes são adicionados diariamente) que refletem a atitudes, as intenções e as influências tanto de empresas como de consumidores. O acúmulo dessas conversas, comentários, avaliações e classificações estão sendo chamados por alguns de “inteligência social”. A natureza híbrida dos artefatos de dados, da rica mídia desestruturada, dificulta a exploração desse material, mas não a torna impossível. A organização de TI tem um desafio em mãos. Como oferecer liderança em reunião de inteligência e outros esforços para integrar essas atividades coletivas nos processos corporativos?

Pesquisas recentes sobre a procura de inteligência corporativa:
Permitir que o negócio funcione “socialmente”

Assim como a internet gerou um impacto disruptivo nos processos e modelos corporativos das organizações no começo da década, hoje as redes sociais estão alterando a forma como um negócio é conduzido.
As organizações precisam de uma estratégia que lhes permita capitalizar as dinâmicas de relacionamento das criadas pelas redes sociais. É a habilidade da mídia social de permitir uma rápida colaboração em massa que difere das gerações de tecnologia anteriores. A mídia social está introduzindo uma nova era de transparência e permitindo que apareçam estruturas sociais latentes. As redes sociais tem o poder de entregar uma nova categoria de informação baseada nas interações sociais. Esta informação pode ser usada para informar processos operacionais, facilitar o comprometimento dos funcionários, consumidores e parceiros corporativos, assim como criar oportunidades de negócio inovadoras.

Abrindo caminho às tecnologias

Tecnologias sociais estão evoluindo rapidamente e são entregues em várias configurações. Algumas soluções são oferecidas como soluções independentes, outras como elementos de suítes de colaboração social, e muitas estão disponíveis gratuitamente na nuvem. Fornecedores tradicionais de software estão integrando capacidades sociais às aplicações corporativas, como gerenciamento de relação com o cliente e gerenciamento de recursos humanos. Com o tempo, as fronteiras entre aplicações sociais e colaborativas e aplicações corporativas desaparecerá, e as atividades transacionais serão avolumadas por capacidades sociais. Estar preparado para essa transição requer que líderes corporativos e de TI considerem a totalidade das responsabilidades e atividades de um funcionário quando for planejar e priorizar investimentos em aplicações corporativas. Isso representa um significativo afastamento das práticas atuais, segundo as quais somente a função específica do empregado é considerada quando se avaliam necessidades de aplicações.
Tecnologias subjacentes estão escondidas nas ferramentas sociais. Os usuários de soluções publicamente disponíveis como Facebook ou Twitter, assim como usuários de soluções corporativas construídas com ferramentas como IBM Lotus Connections ou NewsGator, se preocupam com a tecnologia usada nas redes sociais tanto quanto se preocupam com a tecnologia usada para fazer o sistema de freio do seu carro funcionar. Os detalhes técnicos estão sendo rapidamente encobertos. O objetivo dos automóveis é o transporte. O objetivo das ferramentas sociais é conectar, relacionar e ser compreendida. Para os usuários, o importante é entender o que é possível e como usar diversos serviços e, principalmente, garantir que isso possa ser feito a partir de um smartphone.

Fundações

Apesar de um vasto número de executivos e líderes de TI use redes sociais e mídia social para uso pessoal, muitas empresas estão sofrendo para determinar a abordagem correta e o momento adequado para implantar soluções sociais corporativas. O mercado para tecnologias sociais está se expandindo rapidamente e evoluindo enquanto fornecedores tentam capitalizar investimentos corporativos, e essa atividade alimenta a tendência. Na maioria das empresas, há pouca coordenação de iniciativas sociais. Embora seja apropriado evitar a urgência para centralizar e controlar todos os elementos sociais há riscos associados com abordagens não gerenciadas. Para otimizar investimentos, competências e resultados, é essencial que as empresas estabeleçam uma compreensão compartilhada das tendências e ferramentas sociais, coordenem estratégias e iniciativas e incentive investimentos.
Fonte: info.abril.com.br

O Poder do Social Commerce

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Redes Sociais | Postado 07-02-2011

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O termo social commerce está ganhando espaço dentro docomércio eletrônico. Também conhecido como s-commerce, ele se refere às ações de marketing de lojas virtuais promovidas em redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter e outros.

Essas plataformas de interação virtual estão se tornando alvo das empresas e, cada vez mais, mostram que é possível obter bons resultados à partir de seus modelos de relacionamento. Como já dissemos anteriormente, existem muitas vantagens em se explorar as redes sociais. Dos 31 milhões de usuários cadastrados no Orkut, por exemplo, 77,4% são brasileiros. Se ele fosse um estado brasileiro, seria o mais populoso do país, com 24 milhões de usuários ativos. As redes sociais apresentam grupos de interesse, o que proporciona uma segmentação de mercado extremamente útil para as empresas, que podem encontrar seu público-alvo com facilidade e elaborar estratégias de marketing mais focadas e eficientes. Além de tudo, o custo de uma campanha em sites de relacionamento é muito inferior aos resultados que ela pode gerar.

Apesar dos benefícios oferecidos, muitas empresas resistem em participar das mídias sociais. Talvez porque não basta criar um perfil nesse tipo de site e apenas esperar pelos resultados. Afinal, como o próprio nome diz, são redes de socialização e relacionamento, onde os processos de compra e venda ficam em segundo plano, como uma consequência da interação entre a empresa e o cliente.

Veja o que recentemente falamos sobre a relação do cliente com as redes sociais.

Quer saber mais sobre s-commerce? Siga o MoIP no Twitter e veja as atualizações no Facebook.

Fonte: E-commerce News

Redes sociais como fonte de conteúdo

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, Redes Sociais, SEO | Postado 27-01-2011

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Pesquisas recentes mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.

O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.

A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.

O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?

A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.

No caso do “Twitter substituindo os feeds?”, se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.

Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.

Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.

A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas.

ecommerce Social a “maioridade” em 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Redes Sociais, SEO | Postado 16-01-2011

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Comércio eletrônico através de redes sociais “maioridade” em 2011 como a nação se torna viciado em uso de sites como o Facebook eo Twitter.

Isso é de acordo com Justin Cooke, presidente da British Interactive Media Association, que disse que os britânicos têm uma “relação íntima” com os telemóveis e que isso poderia ver um aumento no comércio eletrônico social nos próximos 12 meses.

Ele vem como uma pesquisa divulgada por Resultados Prever no início desta semana mostrou que os clientes mais do que nunca estão usando telefones celulares para acessar sites de comércio eletrônico do que nunca.

Além disso, oito por cento dos clientes fizeram compras na web a partir de seus celulares durante o período de Natal, um aumento de seis por cento sobre os valores em 2009.

Sr. Corrêa acrescentou que as empresas terão de garantir que o seu site de comércio eletrônico está pronto para o aumento de pessoas a usá-lo para fazer compras.

Ele disse: “O comércio Social virá de idade em 2011, as principais marcas criará social aplicações transacionais e se tornará comum para que os usuários sejam capazes de fazer operações em plataformas de mídia social em vez de simplesmente usar a mídia social para influenciar o seu comportamento de compra”.

Fonte: http://www.hostway.co.uk/

Marketing de conteúdo – a sua principal estratégia

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 16-01-2011

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Não é de hoje que eu defendo que a principal estratégia de marketing digital é o conteúdo. Se o mercado tem como premissa conceitos como “relevância”, “engajamento”, “relacionamento” e “presença digital”, afirmo que nenhuma delas será um sucesso sem conteúdo. Ou alguém acredita que uma pessoa vá seguir um Twitter parado ou uma comunidade no Facebook entregue “às moscas”? Eu não acredito.

O conceito de marketing de conteúdo pode ser visto de várias formas. Um publieditorial pode ser considerado marketing de conteúdo? Na minha visão, sim. Um programa de TV de uma marca pode entrar nesse conceito? Acredito que sim também, afinal, está gerando conteúdo relevante da marca e mostrando ao consumidor uma forma diferente de propaganda. Publieditorial, por exemplo, é muito usado em revistas como “Informe Publicitário”, que é uma propaganda com “cara” de informativo, de matéria jornalística.

Uma tendência que tem aparecido no Brasil – de forma ainda tímida, mas que vai aparecer bastante nos próximos anos -, é a parceria de marcas com canais de TV fazendo programas onde as marcas são inseridas no contexto. Não se trata daquele merchandising usado em programas de fofoca ou em cenas de novela, como quando a personagem resolve sacar dinheiro e vai a uma agência do banco X. Estou falando de um programa inteiro sobre determinado assunto e a marca está ali no contexto da história; a propaganda não é incômoda e mostra o produto sendo usado, apresenta a experiência com o produto/marca.

Recentemente, um caso foi bem comentado no Brasil, a parceria da Land Rover com o canal de TV a cabo Discovery, que tem diversos programas sobre viagens ao redor do planeta. Com o tema “A gente vive de contar histórias”, o programa rodou algumas cidades brasileiras a bordo de um carro da marca. Não tinha “descaradamente” uma propaganda do carro durante o programa, mas na 1 hora de duração, o carro aparecia diversas vezes, mostrando,  inclusive, o seu conceito de carro aventureiro. Não sei se no meio do programa havia inserções da marca, mas, nesse caso, acredito ser dinheiro jogado fora, pois o carro já estava bem exposto no programa.
Outro recente caso é da construtora Camargo Correia, também com o canal Discovery. Apoiado em programas como “Grandes Construções”, a marca quer estar presente nos programas do Brasil, mostrando que ela ajuda no desenvolvimento do país com suas construções que trazem progresso e empregos.

Marketing de conteúdo pode ser uma nova forma das marcas anunciarem. O comercial de 30 segundos não é mais tão efetivo como há alguns anos, as pessoas estão cada vez mais em diversas mídias e querendo consumir conteúdo.