Sua Loja Virtual X Loja Fisica

Um dos grandes benefícios de uma operação de comércio eletrônico é organizar a empresa. Pode apostar que empresas com loja virtual são muito mais organizadas do que empresas sem loja virtual. O ecommerce obriga que a empresa – queira ou não – tenha o estoque em ordem, tenha uma política...

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Porque o maximo de caracteres de um SMS é 160?

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 12-04-2011

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Em 1985, o alemão Friedham Hillebrand pesquisava tudo relacionado a comunicações e trabalhava com um grupo que estava desenvolvendo um padrão para que celulares pudessem enviar e receber mensagens de texto, conhecidas hoje como Short Message Service, os famosos SMSs.

Para chegar a esse número, Hillebrand sentou-se na frente de sua máquina de escrever e redigiu uma série de mensagens de diferentes tamanhos e sobre variados assuntos. Após o feito, analisou tudo o que tinha escrito, incluindo espaços, acentos e pontuações, chegando à média de 160 caracteres.

Entretanto, de acordo com o site Slashdot, Hillebrand se aproveitou de um canal de rádio secundário que já existia para redes móveis e testou seu padrão, que no início ficou restrito a apenas 128 caracteres. No início, essas mensagens eram utilizadas apenas para dar avisos como força do sinal ou ligações.

Após alguns cortes de caracteres que poderiam ser utilizados, Hillebrand conseguiu aumentar em 32 caracteres as mensagens, chegando finalmente em seu número de 160. Isso aconteceu na mesma época em que se tornou um dos diretores do Sistema Global de Comunicações Móveis (GSM) em 1986, quando decretou que todas as operadoras deveriam adotar seu padrão.

Dois argumentos convincentes ajudaram Hillebrand, além de sua tosca pesquisa na máquina de escrever. Primeiro, Hillebrand informou que cartões postais normalmente continham 150 caracteres de texto. Depois, declarou que o Telex, um antecessor do e-mail voltado para empresas, também utilizavam número semelhante.

Outro empecilho que evitava um número maior de letras e outros sinais era o método de introdução desses caracteres. Em um teclado de celular, é preciso clicar até quatro vezes em um botão para se chegar nas letras desejadas, sem mencionar acentos e outras pontuações, que demandam mais trabalho ainda. Hoje, com o sistema T9, que “adivinha” as palavras mais utilizadas, e com alguns celulares chegando ao mercado com teclado padrão QWERTY, a escrita ficou mais fácil.

Graças às pesquisas de Hillebrand, as mensagens de texto hoje em dia são um sucesso, e atualmente americanos enviam mais SMS do que realizam ligações, produzindo uma média de 357 mensagens por mês versus 204 ligações. “Minha amiga disse que isso era impossível para o mercado de massa. Eu era mais otimista”, declarou o pesquisador.

“Ninguém jamais imaginou o quão rápido os jovens poderiam utilizar isso”, disse Hillebrand, que fica impressionado com os recordes de velocidade quebrados por essas pessoas ao escreverem SMS. Um exemplo do sucesso das curtas mensagens também na internet pode ser visto no Twitter, serviço de microblogging que permite o envio de mensagens com apenas 140 caracteres por vez, o que não impediu que milhões de pessoas aderissem ao site.

A psicologia das cores – Infografico

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades | Postado 09-03-2011

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A psicologia das cores

SAAS – Software como serviço Como funciona?

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 07-03-2011

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Software como serviço, do inglês Software as a service, é um instrumento mercadológico para fornecer um software, em forma de um serviço ou prestação de serviços.
O software é executado em um servidor, não sendo necessário instalar o sistema no computador do cliente, bastando acessá-lo por meio da internet. Como exemplo, tem-se o Google-Docs que oferece um pacote de programas de escritório.
Isso implica diretamente na forma de gerar receita com a distribuição de um sistema. No modelo de software, vende-se um produto e recebe-se por ele ao entregá-lo ou durante seu desenvolvimento cobrando geralmente altos valores sobre ele. No modelo de serviços, se desenvolve uma solução sem cobrar nada do cliente e depois ela será disponibilizada na internet para que vários clientes possam usufruir de seus serviços, nesse caso, o cliente irá pagar uma locação que lhe dá direito de uma certa quantidade de tempo ou quantidade de utilização ou pagará para cada vez que usufrui de um serviço.

Software como serviço, do inglês Software as a service, é um instrumento mercadológico para fornecer um software, em forma de um serviço ou prestação de serviços.

O software é executado em um servidor, não sendo necessário instalar o sistema no computador do cliente, bastando acessá-lo por meio da internet. Como exemplo, tem-se o Google-Docs que oferece um pacote de programas de escritório.

Isso implica diretamente na forma de gerar receita com a distribuição de um sistema. No modelo de software, vende-se um produto e recebe-se por ele ao entregá-lo ou durante seu desenvolvimento cobrando geralmente altos valores sobre ele. No modelo de serviços, se desenvolve uma solução sem cobrar nada do cliente e depois ela será disponibilizada na internet para que vários clientes possam usufruir de seus serviços, nesse caso, o cliente irá pagar uma locação que lhe dá direito de uma certa quantidade de tempo ou quantidade de utilização ou pagará para cada vez que usufrui de um serviço.

E-mail Marketing é o canal que mais atrai visitas aos sites

Postado por Rafael | Postado em Marketing, Novidades, SEO | Postado 01-03-2011

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Um estudo revela que a maioria dos consumidores ainda prefere se comunicar com as empresas através do site ou de e-mail marketing, em vez de se relacionar por meio das redes sociais. O estudo mostra também, que os visitantes que mais consomem nas lojas virtuais vêm de meios tradicionais como o marketing digital.

O melhor retorno sobre investimento (ROI) ainda resulta dos meios tradicionais de marketing do que campanhas em redes sociais. Segundo pesquisa da ForeSee, as redes sociais foram responsáveis por 5% das visitas aos sites de e-commerce, sendo que no estudo anterior o percentual era de 3%.

O e-mail marketing é o canal digital que atrai mais visitas com 19%, seguido por links patrocinados, com 8%, e por último, com 7%, a publicidade online.

Tendências marketing digital para 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades, SEO | Postado 01-03-2011

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Tendências Marketing digital para 2011

O fim do marketing

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 20-02-2011

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A empresa vende ao consumidor – com a web não é mais assim.

Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do marketing – produto, praça, preço e promoção – não funcionam mais. O paradigma era simples e unidirecional: as empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos; fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos anúncios. Nóscontrolamos a mensagem. A internet transforma todas essas atividades.

De produtos para experiências

Os produtos agora são customizados em massa, envolvem serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas concepções industriais na definição e marketing de produtos.

De preço para descoberta de preço

Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado, os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores vão oferecer vários preços por um produto, dependendo de condições específicas. Compradores e vendedores trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados, e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos e serviços.

De praça para qualquer praça

A empresa moderna compete em dois mundos: um físico (a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação (o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso, mas sim de uma grande comunidade online e com o capital de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta. Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a marketface – a interface entre o marketplace e o marketspace.

De promoção para comunicação

Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram “mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder. As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo. Os consumidores com frequência têm acesso a informações sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião pública” online.

Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.

81% das médias empresas querem aumentar orçamento de TI em 2011

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 12-02-2011

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Uma pesquisa global realizada pela empresa de pesquisas KS&R, com organizações de médio porte, aponta o Brasil como o segundo país em porcentagem de empresas que planejam aumentar os orçamentos de TI para 2011. Segundo o levantamento, encomendado pela IBM, 81% das companhias brasileiras que responderam à pesquisa querem expandir os investimentos em tecnologia neste ano, ficando atrás apenas da Índia, onde esse percentual foi de 84%.   O estudo, que consultou 2.112 profissionais de organizações com 100 a 1.000 funcionários em 22 países, aponta ainda que o volume de empresas no Brasil que planejam aumentar os orçamentos de TI para 2011 está bem acima da média dos mercados emergentes, de 69%.   No mundo, o estudo detectou que mais de 50% das empresas consultadas estão dispostas a investir mais em TI ao longo deste ano. A porcentagem mais do que dobrou em relação à versão da mesma pesquisa realizada pela IBM, em 2009, no auge da crise econômica mundial, quando esse volume era de 20%.    Quanto às tecnologias que estão no radar das médias empresas consultadas pela pesquisa, globalmente, mais de dois terços delas estão em busca de soluções de virtualização. O relatório aponta ainda o interesse por soluções de colaboração, processos analíticos, mobilidade, computação em nuvem e sistemas de relacionamento com clientes.    Na comparação com a pesquisa de 2009, o levantamento atual mostra uma mudança no foco das organizações em relação à TI. No levantamento deste ano, a maioria (79%) das empresas está concentrada em crescimento, inovação e clientes. Enquanto que, há dois anos, o principal foco, para 53% delas, era eficiência e controle de custos e só 47% tinham como grande preocupação o crescimento, inovação e clientes

Estatísticas de marketing digital para planejar suas ações em 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 12-02-2011

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94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore

61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.

48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia

37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia
Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas

Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey

Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.

60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.

e-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit

33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra

49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers

15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC

Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc

Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia

No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais.

Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb

Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week

87% dos brasileiros estão nas redes sociais.

71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize

E-velhice: uma nova realidade virtual

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades | Postado 12-02-2011

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De acordo com estudo levantado pela e-bit, 9% dos e-consumidores que afirmaram terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra tinham entre 50 e 64 anos.

Quando pensamos em internet, logo temos a imagem de um jovem em frente ao computador navegando em redes sociais, fazendo compras online, pesquisando e, principalmente, alinhado com a tecnologia e suas novas tendências. Essa imagem, no entanto, faz parte de um passado recente da web e já não é totalmente verdadeira.  Faz algum tempo que a internet deixou de ser um canal apenas para os jovens. Tanto é verdade que hoje em dia já é possível imaginar uma pessoa de idade como personagem principal no cenário descrito acima.

Com a evolução digital e o crescente número de informação disponibilizada no ambiente virtual, podemos afirmar que, nos dias de hoje, o idoso já apresenta um comportamento muito mais sociável que a de outras gerações pré-web. De acordo com estudo levantado pela e-bit, 9% dos e-consumidores que afirmaram terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra tinham entre 50 e 64 anos.

Esse número aponta uma crescente tendência em pessoas mais “experientes” conectadas às tão famosas mídias sociais. Um grande fator de influência desse fenômeno pode começar dentro da própria família, já que seus filhos e, principalmente, netos, podem ser presenteados com mimos digitais em alguns sites já consagrados na web, como o Club Penguin, Farmville, além de receber créditos em games online, como no site americano Steam.

As pessoas de mais idade também podem se beneficiar dos meios de comunicação existentes na internet, já que, com o fenômeno das redes sociais, é possível estar mais perto de seus familiares, compartilhando vídeos e fotos, fazendo novas amizades, mesmo que enfrentando problemas de locomoção ou instaladas em clínicas de saúde e hospitais.

Os recentes lançamentos de aparelhos tecnológicos também dão reforço para o público de mais idade ingressar no meio digital. Os famosos Tablets, como o Ipad, são fáceis de usar e possuem ótima usabilidade, operando como computadores em forma de prancheta, sem teclado e com tela sensível ao toque, permitindo aumentar o tamanho das letras e imagens. Com essas vantagens e facilidades, torna-se ainda mais simples o “e-idoso” aderir ao universo virtual.

Já quando o assunto é compras virtuais, os consumidores mais maduros já têm uma forte participação comprovada por números. Segundo dados da e-bit, atualmente 25% dos e-consumidores informam ter mais de 50 anos. Em 2001, esse número era de 10%, o que pode transmitir uma maior confiança desse público em fazer suas compras pela internet, além de não precisarem se locomover ou passar por situações cansativas ou de stress ao saírem de casa para comprarem seus produtos. Esta participação deve continuar crescendo na próxima década, acompanhando a mudança da pirâmide etária brasileira.

Não restam dúvidas que a solidão enfrentada pelas gerações de idosos pré-web pode estar com os dias contados com a chegada da “e-velhice” oriunda da evolução digital. A internet e o comércio virtual passarão por diversas mudanças e novas tendências surgirão aliadas ao poder de comunicação dos usuários em redes sociais e outras ferramentas que ainda serão lançadas. Nesse cenário repleto de expectativas, uma coisa é certa: Os usuários mais velhos estarão a todo pique acompanhando essa corrida. E você, jovem? Acompanha?

Brasil ocupa oitavo lugar da audiência mundial da internet

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 12-02-2011

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As regiões que lideram o acesso são a Sudeste (68%) e a Sul (13%). A região Nordeste, que detém 11% de usuários únicos, tem o maior time spent (tempo gasto de navegação na web) do país. Em média, os internautas de lá gastaram no ano passado 26,3 horas online/mês em média.

O Brasil ocupa o oitavo lugar da audiência mundial da internet, segundo a comScore – empresa mundial de pesquisas. Segundo o levantamento “Estado da Internet”, publicado nesta quarta-feira (9), no país há 40 milhões de visitas únicas, feitas por pessoas mais de 15 anos que acessam a internet ao menos uma vez por semana.

A audiência do país passou de 33,3 milhões de usuários em dezembro de 2009 para 40 milhões em 2010, um crescimento de quase 20%. Segundo Alex Banks, gerente geral da comScore Brasil, o país nos últimos três meses do ano passou o Reino Unido. “Nos próximos anos, Brasil e Índia devem ultrapassar a França no número de usuários acessando a web.”

Os dez primeiros países, em ordem, com o maior número de visitantes únicos são: China (291,54 milhões), Estados Unidos (180,92 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões), Índia (41,5 milhões), Brasil (39,96 milhões), Reino Unido (38,6 milhões) e Coreia do Sul (30,2 milhões).

“Estamos falando de um grande grupo de usuário [da internet no Brasil], maior que de vários países da Europa”, comentou Banks sobre a quantidade de internautas do país. O crescimento da rede foi maior que a média global (8%) e superior a da América Latina (15%). Comparando com outros países latino-americanos, o Brasil teve quase mais visitantes únicos que México (17,8 milhões), Argentina (12,8 milhões) e Colômbia (12,3 milhões) juntos.

Perfil do internauta brasileiro

O levantamento – feito com pessoas com idade superior a 15 anos – mostra que a faixa etária que mais acessa a rede no país é a que varia entre 25 e 34 anos de idade (33,7%). Na sequência, vem a faixa de 15 a 24 anos (29%), 35 a 44 anos (21,2%), 45 a 54 anos (10,7%) e 5,3% acima de 55 anos.

As regiões que lideram o acesso são a Sudeste (68%) e a Sul (13%). A região Nordeste, que detém 11% de usuários únicos, tem o maior time spent (tempo gasto de navegação na web) do país. Em média, os internautas de lá gastaram no ano passado 26,3 horas online/mês em média.

No que diz respeito a gênero, de modo geral, homens e mulheres com idade entre 15 e 24 anos gastam o mesmo tempo online durante o mês (média de 28,5 horas). Uma das principais conclusões nessa área de time spent no levantamento foi a superioridade feminina em idade adulta. Segundo a pesquisa, mulheres com idade entre 35 e 54 anos anos ficam mais tempo que os homens.

Eleições puxam audiência

Dados da comScore indicaram que em outubro de 2010, mês em que foi realizado o primeiro turno das eleições, os brasileiros visitaram a internet cerca de 2,3 bilhões de vezes, total 20% superior a outubro de 2009.

O estudo mostrou também que as eleições presidenciais fizeram com que o tráfego dobrasse na categoria de Política durante o mês analisado. A categoria Notícias/Informações cresceu 35% em visitação em outubro de 2010, quando comparada ao mesmo mês em 2009.

A categoria de Blogs também teve aumento de audiência, com crescimento de 34% em relação ao ano passado. Essa categoria teve o pico do ano tanto em porcentagem de alcance, ou 74% de toda a população online brasileira, como em total de visitas, que foi de 383 milhões.