Google trabalha em carro sem motorista

Segundo post publicado no blog da empresa, os veículos já estão em fase de testes na sede da empresa, em Moutain View, na Califórnia. Inclusive, já são utilizados para percorrer trajetos mais longos, como até o outro escritório da empresa, em Santa Mônica. No total, os carros sem motorista já...

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8 dicas para sua loja virtual não fracassar

Postado por juliana | Postado em Comercio Eletronico | Postado 10-01-2012

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O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida.

A seguir, confira os oito motivos apontados  e aprenda por que isso acontece e como evitar.

1 – Falta de Planejamento:

Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos três primeiros anos de vida.

É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o ponta-pé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

2 – Foco no Mercado:

Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.

3 – Falta de mão de obra qualificada:

Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

4 – Falha na divulgação:

Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e, portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

5 – Falta de Planejamento Logístico:

Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de logística.

6 – Fraude:

A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas.

Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

7- Falta de Monitoramento:

Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em suposições.

Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics”.

8- Falha no Atendimento:

Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – e a sua loja pode ser virtual, mas o cliente é real e necessita de atendimento.

O cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o pedido de compra dele. O site, por sua vez, precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.

Fonte: MSN

5 formas para se conectar com seus clientes

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 16-10-2011

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1. Os consumidores esperam que as suas compras sejam sociais

A essência do ser humano é ser social e compartilhar informações. O conceito da sabedoria das multidões é absolutamente poderoso e deve ser respeitado. Joel alerta para o fato de que um review negativo influência muito mais nas vendas do que uma crítica positiva.  Por que isso? Porque tudo o que fazemos é social. As pessoas compram porque é social.

2. Interações reais por pessoas reais

Lembramos aqui uma famosa citação de Eckart Walter, que foi VP of Product Management do Yahoo! Search, que ilustra perfeitamente este tópico: “Já não navegamos mais à toa na internet, lendo, ouvindo ou assistindo. O que fazemos é compartilhar, socializar, colaborar e, acima de tudo, criar”. Eu chamo atenção para o verbo criar. Quando fazemos o consumidor online interagir com as lojas virtuais ao ponto de criar alguma coisa dentro do site, seja uma comunidade, um pacote de produtos, um encontro, uma marca, ele muda de lado e passa a vestir a camisa da própria empresa, sendo mais do que um cliente fiel.

3. O futuro é agora. Conheça o envolvimento atual do consumidor

Joel usa como exemplo um aplicativo chamado SnapTell, que permite que você tire uma foto de um produto – por exemplo, um livro sobre uma mesa de café – e esse aplicativo, em seguida, mostra todos os lugares em que você pode comprá-lo online, ordenado por preço, com comentários, além de mostrar lojas físicas próximas que também possuem o livro para venda. Mas ele alerta: “Isso não é o futuro, isso é agora. Este é o ambiente atual do consumidor”.

4. Vá onde seu cliente está. E envolva!

É extremamente importante identificar o seu cliente e adequar a sua estratégia de mídia social conforme as necessidades de cada um, sem receita de bolo. Joel gosta muito do modelo da BestBuy no Facebook, que permite ao consumidor realizar as compras sem sair do site, assim como acontece com a BestBuy Express física em diversos aeroportos e locais públicos nos EUA. Aqui no Brasil, já temos cases semelhantes, como Fan Shop da Privalia no Facebook. Vale a visita aos 2 cases.

5. Não se trata de números.

Não se importe com a quantidade de fãs que você tem ou quantos seguidores você possui no Twitter. Concentre-se em conhecer realmente os seus consumidores. As pessoas querem fazer parte da comunidade. Identifique as que amam a sua marca e descubra uma maneira de se conectar com elas. Comece pequeno, mas conheça sua comunidade

10 dicas para aumentar a taxa de conversão

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 16-10-2011

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1. Seja claro ao expor o preço do produto e o frete. Não esconda nem manipule o preço para iludir os clientes. Destaque todos os custos que fazem parte daquela compra, tanto em vitrines quanto no carrinho de compras.
2. Incentive os seus clientes com frete grátis ou descontos promocionais. Comunique os benefícios em diferentes momentos da navegação na loja Virtual, não restrinja apenas à página principal. O cliente pode não ser impactado logo na primeira vez que vir os incentivos e sim nas demais.
3. Ouça seu cliente e tente entender o que você pode fazer para ajudá-lo a comprar. Ligue ou envie email para os clientes que finalizaram suas compras e veja os motivos que o fizeram comprar na sua loja. Fale também com aqueles que estão cadastrados, mas nunca fizeram uma compra ou não compraram nada há mais de um ano.
4. Busque sempre a recuperação de vendas virtuais (boletos vencidos, pedidos negados, entre outros, que podem ser recuperados).
5. No momento de finalizar o pedido, não desvie a atenção do cliente para outros lugares. Analise com cuidado os elementos da página do produto e todo o processo de fechamento da compra.
6. Transmita segurança: desde um número de telefone para contato ou um atendimento online, até as melhores práticas de segurança. Deixe em locais visíveis para o cliente e não somente no rodapé da loja Online.
7. Use e abuse das fotos e vídeos. No comércio eletrônico, os clientes compram a imagem de um produto.
8. Direcione a navegação dando ênfase nos botões que levam o cliente ao próximo passo. Ajude e guie o cliente. Se não quer ajudar, pelo menos, não atrapalhe.
9. Utilize um super banner na página inicial e caracterize os departamentos com imagens. Mostre seus benefícios e produtos com maior destaque.
10. Use a opinião do cliente para expor a qualidade e a experiência com o seu produto. Produtos avaliados por clientes que compraram trazem mais resultado.

Como influenciar a compra com a cor da sua loja virtual

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 19-08-2011

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Ao planejar o empreendimento online, as cores relacionadas ao logotipo e ao design em geral devem ser escolhidas para representar sua loja diante da necessidade do consumidor.

Entendendo o perfil do seu cliente, torna-se mais simples destacar as cores primordiais no layout da loja virtual para fidelizá-lo.

Não é à toa que grandes marcas despertam determinadas sensações em seus consumidores e atraem mais clientes a todo momento; as cores influenciam diretamente no resultado das vendas, pois estimulam os consumidores de forma positiva ou negativa.

Ao fazer a escolha das cores que destacarão o seu e-commerce, é preciso ignorar os gostos pessoais e focar em seu cliente. O poder das cores é ligado à percepção das pessoas, por isso, sofre variações de acordo com fatores como idade, sexo e cultura. Logo, não basta escolher às cegas, é preciso ter referências. Por exemplo:

• Vermelho: Transmite energia, força. É destinado a um público mais jovem, possui o aspecto e a sensação de urgência, por isso, é comumente apresentado em promoções e descontos;

• Amarelo: É a cor que transmite felicidade e alegria. É muito utilizada para atrair a atenção dos consumidores;

• Laranja:
Compartilha firmeza, coragem e comunicação. Estimula a ação;

• Rosa: Provoca a sensação de feminilidade, romantismo, intimidade. É usado para a comunicação direta com o público feminino;

• Roxo: É tido como misterioso e relaxante. Normalmente é utilizado em produtos para saúde contra envelhecimento, desodorantes e perfumes;

• Azul: Transmite tranquilidade, amor, confiança e segurança. É indicado para os públicos: infantil e de mais idade;

• Verde: Estimula à positividade, à saúde, ao dinheiro e ao crescimento. Tem o foco em um público mais esportista e/ou pessoas que buscam um estilo de vida mais saudável.

Levando em consideração informações divulgadas por empresas especialistas em pesquisa, em que 42% dos consumidores avaliam a qualidade da loja virtual através de seu design e que a cor certa de acordo com o público, aumenta em até 80% o reconhecimento da marca; conclui-se que vale à pena pensar e escolher de maneira precisa as cores que identificarão sua empresa na internet.

Tipos de anúncios mais propensos à interação

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Marketing, Novidades | Postado 18-08-2011

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Anúncios em vídeo e localizados em sites de pesquisas são os formatos de publicidade digital mais propensos a inspirar ações do consumidor, de acordo com pesquisa realizada em agosto de 2011 pelo Internet Advertising Bureau (IAB). Dados do estudo “Affluent Consumers in a Digital World” indicam que o 41% dos consumidores que visualizaram anúncios em vídeo e de sites de pesquisas tomaram algum tipo de ação resultante de publicidade deste tipo nos últimos seis meses.

Anúncios em emails e banners aparecem em segundo lugar no percentual de inspiração de ação dos clientes, com 37% cada, seguidos por anúncios de mídias sociais (28%) e de dispositivos móveis (17%). No total, 59% dos consumidores que visualizaram anúncios digitais realizaram algum tipo de ação nos últimos seis meses.

Para cada tipo de anúncio, a ordem de classificação das ações tomadas por clientes é praticamente a mesma, com algumas exceções. No geral, 45% dos consumidores que visualizaram anúncios digitais clicaram em algum deles, 38% visitaram o site de um anunciante, 28% pesquisou por algum produto ou serviço online, 18% se tornou fã em rede social de algum anunciante, e 17% procuraram um varejista local.

Quando os consumidores foram questionados sobre qual tipo de anúncios são mais propensos a prender a sua atenção na internet, características relacionadas a sua relevância estavam entre as mais populares. Isto inclui anúncios com conteúdo relevante relacionado ao da página inicial no qual navegam (33%), mesmo percentual alcançado por anúncios relevantes sobre bens que estejam pensando em comprar, seguidos por anúncios relevantes para a localidade onde vivem ou estão (30%) e anúncios baseados na idade, gênero ou renda do consumidor (29%).

Consumidores considerados ricos – aquele com renda familiar de mais de US$ 100,000 – são ligeiramente mais propensos que o público em geral a prestar atenção em anúncios relevantes relacionados ao conteúdo de sua web page, aos produtos em que pensam comprar e aos relacionados a localização, mas por outro lado são um pouco menos propensos a prestar atenção em anúncios relevantes relacionados ao sexo, idade e renda dos indivíduos.

Além disso, anúncios engraçados/inesperados são de interesse de 30% do total dos consumidores, sejam eles ricos ou não.

Curiosamente, consumidores ricos são mais propensos a visualizar anúncios online que os façam se sentir desconfortável, pois eles sabem mais e também compartilham mais informações do que a média sobre ele com outros usuários para obter uma experiência online personalizada. 29% dos consumidores ricos já se sentiram desconfortáveis com anúncios que visualizam, valor 3% maior do que os 28% da média geral.

Entretanto, 32% deles estão normalmente dispostos a compartilhar informações, 23% a mais do que os 26% de média geral. De acordo com a pesquisa, os consumidores ricos compreendem atualmente a 21% das famílias americanas, que detêm uma fatia de 70% da riqueza dos consumidores e gastam em média 3,2 vezes mais em compras que os outros americanos.

85% dos adultos norte-americanos que navegam na internet visualizaram algum anúncio digital de qualquer tipo nos últimos sete dias, de acordo com outro estudo que indicou que os americanos ricos o fizeram a uma taxa um pouco maior (88%) do que os demais americanos (84%)

6 dicas para incrementar sua loja virtual / e-commerce

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Se o e-Bit  estiver certo, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.

Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.

Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber todos os detalhes sobre os recursos da plataforma, segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.

A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas até chegar a este ponto a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e publicidade que a diferenciariam.

Conscientizar-se de que o “aparecer” é tão importante quanto o “estar” na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios. Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.

Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?

Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:

1. Aprenda como o seu cliente pensa: Atualmente as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.

2. Domine os fatores-chave de sucesso: Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para pagamento. Sem eles não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.

Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nestes três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.

3. Crie um diferencial: Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar estes benefícios no site.

Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.

Avalie o mercado, perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.

4. Marque presença na internet: Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.

Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas fazem seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador.

Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.

5. Relacione-se com seus clientes: Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?

Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e…resolveu não comprar desta vez. O que você faz?

Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.

Por isso o e-mail marketing é considerado hoje como a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.

É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.

Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não em spams.

6. Aprenda com os líderes de mercado: Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as nas redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de novidades.

Estas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja

Email marketing é a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Recentemente, a SeeWhy Software divulgou um estudo com base em 60.000 transações realizadas em sites de e-commerce nos Estados Unidos, que constatou que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras foi o Email Marketing.

Este estudo mostra que mais de 50% dos acessos em sites de e-commerce têm como origem uma campanha de email marketing. Quando se trata da conversão de visitas em compras online, o email marketing tem uma representatividade ainda maior, com 67% do total.

Estes números só afirmam que o Email Marketing é o canal mais indicado para se investir. Isso não significa que redes sociais, por exemplo, ou outros canais digitais não sejam relevantes, mas os investimentos com outras mídias não trazem resultados tão expressivos.

No caso das redes sociais, acredito que são um importante complemento quando se trata de “vender pela internet”. Provavelmente a maioria do público que você deseja atingir usa as redes sociais como meio para falar com amigos ou até estabelecer contatos profissionais. Essas pessoas talvez acessem as redes o tempo todo e em todo lugar. Mas usar as redes sociais para ser o carro chefe da sua campanha é um erro!

Usar apenas o Facebook para postar as novidades de seu e-commerce, por exemplo, não vai garantir um resultado efetivo, pois você não terá controle de quantas pessoas realmente abriram ou clicaram na sua mensagem. Mais importante: no Facebook, você não vai conhecer a preferência pessoal de cada um que clicou em determinado link.

Através de uma campanha de email marketing é possível avaliar o interesse de seu público em determinado produto ou oferta. E o melhor, você consegue conhecer sua base de contatos, e pode melhorar a comunicação e o relacionamento com cada destinatário. Isso é estabelecer um relacionamento relevante por meio da segmentação.

E-commerce aliado ao email marketing: um mundo de oportunidades

Por meio da segmentação, é possível criar campanhas específicas para atrair novos compradores e, além disso, fidelizar seus clientes atuais. É possível avaliar o interesse de sua base por meio dos cliques no email marketing. Imagine que em uma determinada campanha, grande parte dos cliques foi realizada em produtos de beleza feminina. Por que não montar um segundo email marketing apenas com produtos deste tipo, divulgando novas marcas, novas oportunidades e promoções?

Mensagens direcionadas tendem a ter mais resultados. Afinal, você preparou a mensagem com produtos nos quais sua base de contatos segmentada realmente tem interesse!

Com a análise de cliques em sua peça, é possível filtrar quem se interessou por determinado produto e até mesmo quem iniciou uma compra em seu site e não concluiu. Um ponto muito importante é ficar de olho nos carrinhos abandonados, e montar uma estratégia para abordar as pessoas que, por algum motivo, desistiram da compra. Ações de email marketing são indispensáveis para recuperar carrinhos de compra abandonados.

Além da análise do email marketing, fique atento aos relatórios do seu e-commerce. Eles devem estar estruturados para fornecer a rotina dos usuários quando estão logados em seu site. Quando seu e-commerce está preparado para este tipo de armazenamento de dado, é possível filtrar quais usuários não concluíram uma compra, usuários que clicaram em diversos produtos, mas não compraram nenhum e também os produtos mais procurados. Depois desta análise, é hora de montar um email marketing recheado de novidades e de atrativos para estes usuários, pois você já sabe pelo que eles se interessam.

Fonte:ecommercenews.com.br

Carrinho de compras abandonado: como evitá-lo?

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Em qualquer lugar do mundo, onde as negociações virtuais acontecem, o abandono de carrinhos de compra é o principal problema que as lojas virtuais enfrentam. Na internet, o tempo útil do carrinho é de 48 horas, podendo o cliente retornar à loja durante este período e retomar sua compra. Caso contrário, o carrinho é limpo e as informações apagadas.

Pesquisas realizadas neste sentido apontam que 88% das possíveis vendas online não são concretizadas, ou seja, os consumidores desistem de completar a negociação no meio do caminho. Os motivos para que esta atitude seja tomada são diversos, por exemplo:

• Preocupação com a segurança;

• Valor alto do produto;

• O valor do frete cobrado;

• A falta de parcelamento;

• A indisponibilidade de formas de pagamento.

Uma ferramenta muito relevante no sentido de entender em que ponto da loja o cliente deixa de seguir com a negociação é o Google Analytics. Esse recurso possibilita ao lojista acompanhar as páginas visitadas e distinguir de onde vêm os consumidores e em qual momento eles abandonam seu carrinho.

Confira abaixo algumas alternativas para reduzir a ocorrência de carrinhos abandonados sem explicação na loja:

1. Usabilidade. É fundamental que seu cliente consiga navegar em sua loja virtual sem dificuldades, especialmente, levando em consideração os novos consumidores que estão chegando ao comércio eletrônico. O segredo da usabilidade é descartar de sua loja virtual tudo aquilo que não é útil para o cliente e facilitar o processo de compra;

2. Objetividade. É essencial que todas as informações dispostas na loja sejam claras e diretas, facilitando ao máximo a experiência do cliente no empreendimento;

3. Disponibilidade. Quando o cliente clica no botão de compra de um determinado produto, é necessário que este produto esteja disponível no estoque da loja. Por isso, caso determinado item esteja em falta, avise o consumidor com antecedência e disponibilize um recurso de “Avise-me quando estiver disponível”;

4. Formas de pagamento. O perfil de clientes que se atende em uma loja virtual é muito distinto, por isso, é importante fornecer diversas formas de pagamento. Embora a maioria das compras online seja efetivada através de cartão de crédito, é sempre interessante oferecer a opção de boleto e transferência bancária, por exemplo;

5. Segurança. Como já dito, a preocupação com a segurança é um fator muito comum no e-commerce. Portanto, possuir selos de segurança na loja é indispensável e disponibilizá-lo em todas as páginas no processo da compra é garantia de mais confiança por parte do cliente;

Contudo, se por ventura, alguns carrinhos ainda forem abandonados em sua loja, não se desespere, pois, pesquisas apontam que há consumidores que apenas entram na loja buscando uma verificação de preços. Além disso, é possível encaixar uma ação de venda diferente a partir dessa situação: mandar um e-mail para o cliente possibilitando um atalho do carrinho que foi deixado por ele, com preços, novas condições e uma data de finalização para a oferta.

Esta é uma maneira de encantar o cliente, mostrando a ele que sua presença na loja não passa despercebida e que sua compra não representa apenas mais um número para a empresa, mas sim uma parceria de sucesso e satisfação.

Pequeno E-Commerce – Como Fazer?

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 25-06-2011

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Falar em grandes projetos de e-commerce, com recursos abundantes, várias e fartas fontes de financiamento é muito fácil. Difícil, é a realidade do pequeno e médio empreendedor brasileiro que precisa administrar o caixa com precisão Suíça para não quebrar. Por isso, a proposta de inclusão do pequeno e médio empresário no comércio virtual deve levar em consideração as limitações de recursos que estes empreendedores enfrentam. A pergunta é: É possível criar um e-commerce de sucesso com um baixo orçamento? A resposta é sim e e segunda pergunta é óbvia: Como?

Sendo profissional

E-Commerce é coisa séria. Não tente entrar neste segmento se não quiser encarar o projeto de forma séria e com muito comprometimento. A Internet não é uma “terra de coisas baratinhas” que pode ser desbravada com soluções improvisadas e subterfúgios. O grátis na Internet é apenas um custo que ainda não te revelaram. Informe-se sobre custos de serviços que serão envolvidos no seu projeto de e-commerce e prazos de execução. Planejamento no mundo virtual tem tanta, ou mais importância que no mundo físico.

Evitando o confronto

A disputa por mercado com grandes players já estabelecidos nunca foi um bom negócio. Procure atuar em nichos de mercado em que você possua vantagens comparativas. Muitas grandes empresas não se interessam em atual em alguns nichos de mercado por não oferecerem a rentabilidade necessária para suas estruturas. Isso não significa que esses mercados não sejam viáveis para o seu negócio. No livro A Cauda Longa, Chris Anderson deixa esse aspecto do e-commerce bem claro. Além da atuação em um determinado nicho de mercado, você também deve se destacar por um atendimento diferenciado e exclusivo. As pessoas adoram se sentir únicas, principalmente em um ambiente tão massificado quanto a Internet.

Conhecendo os recursos

A primeira coisa é conhecer o ambiente em que você está entrando. Procure conhecer as ferramentas (sistemas) já disponíveis no mercado. Como é mostrado em nosso curso sobre criação de lojas virtuais, existem hoje em dias vários sistemas prontos que podem ser comprados ou alugados para a criação de um negócio de sucesso na Internet. Lojas virtuais com recursos de última geração podem ser criadas a partir de soluções já disponíveis no mercado e personalizadas de forma a passar ao seus clientes a identidade e prestígio que o seu negócio já possui no mundo físico. O custo é compatível com a realidade do pequeno e médio empresário, e contando com uma boa orientação, o projeto pode estar pronto em bem pouco tempo. Comércio eletrônico não é exclusividade de grandes empresas e boas plataformas de e-commerce estão disponíveis também para o pequeno e médio empreendedor.

Aprendendo a divulgar

O marketing no mundo digital tem formatos diferentes, mas a mesma essência do marketing tradicional, o convencimento. A grande diferença está no meio. No marketing online, tudo acontece de forma mais rápida e por isso o tempo para convencer o seu comprador em potencial é muito menor. Por isso, o marketing digital requer conhecimento dos padrões de comportamento dos usuários e precisão nas campanhas. Não adianta veicular uma peça publicitária em uma mídia que é ignorada pelo seu consumidor em potencial. Por vezes, o que funciona para um segmento não funciona para o outro. A grande vantagem do marketing digital é que qualquer ação pode ser mensurada por ferramentas de monitoramento acessíveis a todos. Por isso, o conhecimento das ferramentas de divulgação e suas aplicações é tão importante para o sucesso de um e-commerce.

Conquistando a confiança

Seu cliente precisa ser conquistado e reconquistado a cada compra. Torne seu e-commerce um ambiente agradável para os visitantes. Trabalhe bem as fotos da sua loja virtual, deixe-a com uma navegação fácil rápida e intuitiva.  Tenha um cuidado extremo com as fotos, pois elas na verdade são a primeira venda da sua loja. Para que o usuário ganhe confiança na sua loja é necessário que a apresentação e navegação seja impecável.

Mantendo-se atualizado

Não é porque a sua loja virtual está pronta, funcionando e faturando bem que a sua tarefa de pesquisa acabou. O e-commerce é um ambiente em constante mutação e sofre influência de todas as órbitas da Internet. Novas tecnologias e hábitos surgem a cada semana e você precisa estar atualizado para não se tornar ultrapassado. Acompanhe sites que falam sobre tecnologias e tendências do comércio eletrônico e marketing digital. Fique atento ao que se passa nas mídias sociais.

Use o blog como apoio às vendas no e-commerce

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Marketing, SEO | Postado 22-06-2011

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Incentive o conteúdo do blog ligado ao e-commerce para que auxilie de forma ainda mais efetiva na efetuação de compras. Veja algumas sugestões.

Todos sabemos da importância de ter um blog associado a uma loja virtual. Entre as inúmeras vantagens, as principais são a humanização da marca, a geração de conteúdo relevante, tornar-se referência e aumentar as formas de ser encontrado, entre outros tantos benefícios já largamente divulgados.

Portanto, se faz necessário a criação desse mais esse canal de comunicação.

Utilizando o modismo momentâneo de cunhar novas nomenclaturas para novos tipos de comércio eletrônicos, eu proponho a criação do termo b-commerce, que em síntese trata de incentivar que o conteúdo gerado para um blog contenha ferramentas que auxiliem na efetuação de compras.

Não estamos falando simplesmente de atalhos para telas de detalhe dos produtos, como na maioria dos casos. Trata-se de uma simbiose entre a plataforma de venda e a plataforma de conteúdo.

Vamos imaginar alguns acessórios que poderiam auxiliar em informar os consumidores sobre os produtos ou serviços referenciados nos conteúdos. Entre eles:

  • Indicador de disponibilidade e estoque do produto
  • Galeria de imagens em caixa flutuante
  • Destaque para produto promocional através de cores
  • Atalho para inserção do produto ao carrinho
  • Recompensa por comissão para escritores com conversões de vendas provenientes do conteúdo

Com certeza será possível escrever uma lista imensa de facilidades que poderiam ser criadas para dar assistência e especialmente estimularem mais e novas compras.

Esse novo conceito ainda pouco explorado poderá revolucionar a forma como os conteúdos serão avaliados, porque dessa forma um conteúdo mais condizente e muito popular poderá gerar mais rapidamente vendas e por consequência até oferecer lucratividade para os escritores.

É importante fomentar esse mercado que se preocupará em gerar textos mais atrativos e chamativos. E a maior vantagem para o lojista será a unificação do conteúdo com a parte comercial