CIELO REGISTRA LUCRO LÍQUIDO DE R$ 1,831 BILHÃO EM 2010, UM CRESCIME

A Cielo S.A., líder em soluções para meios de pagamento eletrônicos no Brasil, anuncia hoje seus resultados consolidados de 2010. Nos doze meses do ano anterior, a empresa registrou lucro líquido de R$ 1,831 bilhão, o que representa crescimento de 19,1% em relação ao obtido no mesmo período...

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Como influenciar a compra com a cor da sua loja virtual

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 19-08-2011

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Ao planejar o empreendimento online, as cores relacionadas ao logotipo e ao design em geral devem ser escolhidas para representar sua loja diante da necessidade do consumidor.

Entendendo o perfil do seu cliente, torna-se mais simples destacar as cores primordiais no layout da loja virtual para fidelizá-lo.

Não é à toa que grandes marcas despertam determinadas sensações em seus consumidores e atraem mais clientes a todo momento; as cores influenciam diretamente no resultado das vendas, pois estimulam os consumidores de forma positiva ou negativa.

Ao fazer a escolha das cores que destacarão o seu e-commerce, é preciso ignorar os gostos pessoais e focar em seu cliente. O poder das cores é ligado à percepção das pessoas, por isso, sofre variações de acordo com fatores como idade, sexo e cultura. Logo, não basta escolher às cegas, é preciso ter referências. Por exemplo:

• Vermelho: Transmite energia, força. É destinado a um público mais jovem, possui o aspecto e a sensação de urgência, por isso, é comumente apresentado em promoções e descontos;

• Amarelo: É a cor que transmite felicidade e alegria. É muito utilizada para atrair a atenção dos consumidores;

• Laranja:
Compartilha firmeza, coragem e comunicação. Estimula a ação;

• Rosa: Provoca a sensação de feminilidade, romantismo, intimidade. É usado para a comunicação direta com o público feminino;

• Roxo: É tido como misterioso e relaxante. Normalmente é utilizado em produtos para saúde contra envelhecimento, desodorantes e perfumes;

• Azul: Transmite tranquilidade, amor, confiança e segurança. É indicado para os públicos: infantil e de mais idade;

• Verde: Estimula à positividade, à saúde, ao dinheiro e ao crescimento. Tem o foco em um público mais esportista e/ou pessoas que buscam um estilo de vida mais saudável.

Levando em consideração informações divulgadas por empresas especialistas em pesquisa, em que 42% dos consumidores avaliam a qualidade da loja virtual através de seu design e que a cor certa de acordo com o público, aumenta em até 80% o reconhecimento da marca; conclui-se que vale à pena pensar e escolher de maneira precisa as cores que identificarão sua empresa na internet.

Tipos de anúncios mais propensos à interação

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Marketing, Novidades | Postado 18-08-2011

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Anúncios em vídeo e localizados em sites de pesquisas são os formatos de publicidade digital mais propensos a inspirar ações do consumidor, de acordo com pesquisa realizada em agosto de 2011 pelo Internet Advertising Bureau (IAB). Dados do estudo “Affluent Consumers in a Digital World” indicam que o 41% dos consumidores que visualizaram anúncios em vídeo e de sites de pesquisas tomaram algum tipo de ação resultante de publicidade deste tipo nos últimos seis meses.

Anúncios em emails e banners aparecem em segundo lugar no percentual de inspiração de ação dos clientes, com 37% cada, seguidos por anúncios de mídias sociais (28%) e de dispositivos móveis (17%). No total, 59% dos consumidores que visualizaram anúncios digitais realizaram algum tipo de ação nos últimos seis meses.

Para cada tipo de anúncio, a ordem de classificação das ações tomadas por clientes é praticamente a mesma, com algumas exceções. No geral, 45% dos consumidores que visualizaram anúncios digitais clicaram em algum deles, 38% visitaram o site de um anunciante, 28% pesquisou por algum produto ou serviço online, 18% se tornou fã em rede social de algum anunciante, e 17% procuraram um varejista local.

Quando os consumidores foram questionados sobre qual tipo de anúncios são mais propensos a prender a sua atenção na internet, características relacionadas a sua relevância estavam entre as mais populares. Isto inclui anúncios com conteúdo relevante relacionado ao da página inicial no qual navegam (33%), mesmo percentual alcançado por anúncios relevantes sobre bens que estejam pensando em comprar, seguidos por anúncios relevantes para a localidade onde vivem ou estão (30%) e anúncios baseados na idade, gênero ou renda do consumidor (29%).

Consumidores considerados ricos – aquele com renda familiar de mais de US$ 100,000 – são ligeiramente mais propensos que o público em geral a prestar atenção em anúncios relevantes relacionados ao conteúdo de sua web page, aos produtos em que pensam comprar e aos relacionados a localização, mas por outro lado são um pouco menos propensos a prestar atenção em anúncios relevantes relacionados ao sexo, idade e renda dos indivíduos.

Além disso, anúncios engraçados/inesperados são de interesse de 30% do total dos consumidores, sejam eles ricos ou não.

Curiosamente, consumidores ricos são mais propensos a visualizar anúncios online que os façam se sentir desconfortável, pois eles sabem mais e também compartilham mais informações do que a média sobre ele com outros usuários para obter uma experiência online personalizada. 29% dos consumidores ricos já se sentiram desconfortáveis com anúncios que visualizam, valor 3% maior do que os 28% da média geral.

Entretanto, 32% deles estão normalmente dispostos a compartilhar informações, 23% a mais do que os 26% de média geral. De acordo com a pesquisa, os consumidores ricos compreendem atualmente a 21% das famílias americanas, que detêm uma fatia de 70% da riqueza dos consumidores e gastam em média 3,2 vezes mais em compras que os outros americanos.

85% dos adultos norte-americanos que navegam na internet visualizaram algum anúncio digital de qualquer tipo nos últimos sete dias, de acordo com outro estudo que indicou que os americanos ricos o fizeram a uma taxa um pouco maior (88%) do que os demais americanos (84%)

6 dicas para incrementar sua loja virtual / e-commerce

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Se o e-Bit  estiver certo, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.

Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.

Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber todos os detalhes sobre os recursos da plataforma, segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.

A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas até chegar a este ponto a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e publicidade que a diferenciariam.

Conscientizar-se de que o “aparecer” é tão importante quanto o “estar” na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios. Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.

Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?

Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:

1. Aprenda como o seu cliente pensa: Atualmente as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.

2. Domine os fatores-chave de sucesso: Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para pagamento. Sem eles não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.

Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nestes três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.

3. Crie um diferencial: Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar estes benefícios no site.

Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.

Avalie o mercado, perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.

4. Marque presença na internet: Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.

Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas fazem seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador.

Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.

5. Relacione-se com seus clientes: Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?

Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e…resolveu não comprar desta vez. O que você faz?

Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.

Por isso o e-mail marketing é considerado hoje como a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.

É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.

Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não em spams.

6. Aprenda com os líderes de mercado: Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as nas redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de novidades.

Estas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja

O que é HTTPHandler e HTTPModule em .NET(dotNet)

Postado por Rafael | Postado em .NET, Desenvolvimento | Postado 18-08-2011

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O que é HTTPHandler?

O HTTPHandler é o processo que é executado em resposta a um pedido feito a um aplicativo Web ASP.NET. O manipulador mais comum é um manipulador de página ASP.NET que processa arquivos. Aspx. Quando os usuários solicitam um arquivo. Aspx, o pedido é processado pela página através do manipulador de página. Você pode criar seus próprios manipuladores HTTP que processam saída personalizadas.

Manipuladores personalizados deve implementar a interface System.Web.IHttpHandler.(MSDN)

msdn_http

O que é o HTTPModule?

Um HTTPModule é um conjunto que é chamado em cada solicitação que é feita a sua aplicação.HTTPModule são chamados como parte do pipeline de solicitação ASP.NET e ter acesso a eventos de ciclo de vida em todo o pedido. HTTPModule permitem analisar os pedidos de entrada e saída e tomar medidas com base na solicitação. ( msdn )

HTTPModule são executados antes e depois do manipulador e fornecem um método para interagir com o pedido. Módulos personalizado deve implementar a interface System.Web.IHttpModule. Os módulos são normalmente sincronizados com os eventos da classe System.Web.IHttpModule (implementado dentro do Global.asax.cs).

Exemplo de uma implementação HTTPModule:

Compressão HTTP via HTTPModule

Compressão/Compactação HTTP via codigo .NET (HTTPModule)

Postado por Rafael | Postado em .NET, Desenvolvimento | Postado 18-08-2011

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Abaixo vou colocar um exemplo de como ativar a compactação de pacotes HTTP via codigo, essa implementação teve um impacto de performance muito positivo:

Uma dica é que se a compactação do IIS estiver habilitada vai gerar problemas.

O Web.Config :

Você precisa adicionar a referencia para a classe, conforme abaixo(Pode ser diferente dependendo da versão do IIS):

<system.webServer>
<modules>
<add name="HTTPCompressionModule" type="Framework.Core.HTTPCompressionModule"></add>
</modules>
</system.webServer>

A classe:

using System;
using System.IO;
using System.IO.Compression;
using System.Globalization;
using System.Web;

namespace Framework.Core
{
    public class HTTPCompressionModule : IHttpModule
    {
        public HTTPCompressionModule()
        {
        }

        public void Dispose()
        {
        }

        public void Init(HttpApplication httpApplication)
        {
            httpApplication.PreRequestHandlerExecute += new EventHandler(Compress);
        }
        private bool isPathPermited(string strPath)
        {
            return (strPath.ToUpper().Contains(".ASPX") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".ASCX") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".ASP") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".HTML") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".HTM") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".CSS") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".JS") ||
                    strPath.ToUpper().Contains(".XML"));
        }
        private bool isContentTypeProhibited(string contentType)
        {
            return (contentType.ToUpper().Contains("APPLICATION/CSV"));
        }

        protected void Compress(object sender, EventArgs e)
        {
            HttpApplication httpApplication = (HttpApplication)sender;
            HttpRequest httpRequest = httpApplication.Request;
            HttpResponse httpResponse = httpApplication.Response;

            //#if DEBUG
            //    return;
            //#endif

            if (!string.IsNullOrEmpty(httpResponse.ContentType.ToLower(CultureInfo.InvariantCulture)))
            {
                if (!((httpRequest.Browser.IsBrowser("IE")) && (httpRequest.Browser.MajorVersion <= 6)))
                {
                    string acceptEncoding = httpRequest.Headers["Accept-Encoding"];
                    if (isPathPermited(httpRequest.Path) && !isContentTypeProhibited(httpRequest.ContentType))
                        if (!string.IsNullOrEmpty(acceptEncoding))
                        {
                            acceptEncoding = acceptEncoding.ToLower(CultureInfo.InvariantCulture);

                            if (acceptEncoding.Contains("gzip"))
                            {
                                if (httpResponse.Headers["Content-encoding"] == null)
                                {
                                    httpResponse.Filter = new GZipStream(httpResponse.Filter, CompressionMode.Compress);
                                    httpResponse.AddHeader("Content-encoding""gzip");
                                }
                            }
                            else if (acceptEncoding.Contains("deflate"))
                            {
                                if (httpResponse.Headers["Content-encoding"] == null)
                                {
                                    httpResponse.Filter = new DeflateStream(httpResponse.Filter, CompressionMode.Compress);
                                    httpResponse.AddHeader("Content-encoding""deflate");
                                }
                            }
                        }
                }
            }
        }
    }
}
<system.webServer>

Google experimenta rolagem infinita na busca

Postado por Rafael | Postado em Google | Postado 18-08-2011

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Em mais um experimento que visa melhorar a usabilidade de seus sistemas, o Google tem testado uma busca com rolagem infinita, sem paginaçao no rodapé – ao invés do tradicional Goooooogle com a navegaçao por páginas, existiria apenas um botao ‘mais resultados’, o que daria uma impressao de que os resultados nao tem fim (ou pior, nao seria possível pular direto para a última página). Um porta-voz do Google confirmou os testes, sempre com o bordao ‘o Google está constantemente experimentando novas funcionalidades’, mas será que seria mesmo interessante ter uma página de resultados de busca sem fim?

Email marketing é a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Recentemente, a SeeWhy Software divulgou um estudo com base em 60.000 transações realizadas em sites de e-commerce nos Estados Unidos, que constatou que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras foi o Email Marketing.

Este estudo mostra que mais de 50% dos acessos em sites de e-commerce têm como origem uma campanha de email marketing. Quando se trata da conversão de visitas em compras online, o email marketing tem uma representatividade ainda maior, com 67% do total.

Estes números só afirmam que o Email Marketing é o canal mais indicado para se investir. Isso não significa que redes sociais, por exemplo, ou outros canais digitais não sejam relevantes, mas os investimentos com outras mídias não trazem resultados tão expressivos.

No caso das redes sociais, acredito que são um importante complemento quando se trata de “vender pela internet”. Provavelmente a maioria do público que você deseja atingir usa as redes sociais como meio para falar com amigos ou até estabelecer contatos profissionais. Essas pessoas talvez acessem as redes o tempo todo e em todo lugar. Mas usar as redes sociais para ser o carro chefe da sua campanha é um erro!

Usar apenas o Facebook para postar as novidades de seu e-commerce, por exemplo, não vai garantir um resultado efetivo, pois você não terá controle de quantas pessoas realmente abriram ou clicaram na sua mensagem. Mais importante: no Facebook, você não vai conhecer a preferência pessoal de cada um que clicou em determinado link.

Através de uma campanha de email marketing é possível avaliar o interesse de seu público em determinado produto ou oferta. E o melhor, você consegue conhecer sua base de contatos, e pode melhorar a comunicação e o relacionamento com cada destinatário. Isso é estabelecer um relacionamento relevante por meio da segmentação.

E-commerce aliado ao email marketing: um mundo de oportunidades

Por meio da segmentação, é possível criar campanhas específicas para atrair novos compradores e, além disso, fidelizar seus clientes atuais. É possível avaliar o interesse de sua base por meio dos cliques no email marketing. Imagine que em uma determinada campanha, grande parte dos cliques foi realizada em produtos de beleza feminina. Por que não montar um segundo email marketing apenas com produtos deste tipo, divulgando novas marcas, novas oportunidades e promoções?

Mensagens direcionadas tendem a ter mais resultados. Afinal, você preparou a mensagem com produtos nos quais sua base de contatos segmentada realmente tem interesse!

Com a análise de cliques em sua peça, é possível filtrar quem se interessou por determinado produto e até mesmo quem iniciou uma compra em seu site e não concluiu. Um ponto muito importante é ficar de olho nos carrinhos abandonados, e montar uma estratégia para abordar as pessoas que, por algum motivo, desistiram da compra. Ações de email marketing são indispensáveis para recuperar carrinhos de compra abandonados.

Além da análise do email marketing, fique atento aos relatórios do seu e-commerce. Eles devem estar estruturados para fornecer a rotina dos usuários quando estão logados em seu site. Quando seu e-commerce está preparado para este tipo de armazenamento de dado, é possível filtrar quais usuários não concluíram uma compra, usuários que clicaram em diversos produtos, mas não compraram nenhum e também os produtos mais procurados. Depois desta análise, é hora de montar um email marketing recheado de novidades e de atrativos para estes usuários, pois você já sabe pelo que eles se interessam.

Fonte:ecommercenews.com.br

Carrinho de compras abandonado: como evitá-lo?

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-08-2011

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Em qualquer lugar do mundo, onde as negociações virtuais acontecem, o abandono de carrinhos de compra é o principal problema que as lojas virtuais enfrentam. Na internet, o tempo útil do carrinho é de 48 horas, podendo o cliente retornar à loja durante este período e retomar sua compra. Caso contrário, o carrinho é limpo e as informações apagadas.

Pesquisas realizadas neste sentido apontam que 88% das possíveis vendas online não são concretizadas, ou seja, os consumidores desistem de completar a negociação no meio do caminho. Os motivos para que esta atitude seja tomada são diversos, por exemplo:

• Preocupação com a segurança;

• Valor alto do produto;

• O valor do frete cobrado;

• A falta de parcelamento;

• A indisponibilidade de formas de pagamento.

Uma ferramenta muito relevante no sentido de entender em que ponto da loja o cliente deixa de seguir com a negociação é o Google Analytics. Esse recurso possibilita ao lojista acompanhar as páginas visitadas e distinguir de onde vêm os consumidores e em qual momento eles abandonam seu carrinho.

Confira abaixo algumas alternativas para reduzir a ocorrência de carrinhos abandonados sem explicação na loja:

1. Usabilidade. É fundamental que seu cliente consiga navegar em sua loja virtual sem dificuldades, especialmente, levando em consideração os novos consumidores que estão chegando ao comércio eletrônico. O segredo da usabilidade é descartar de sua loja virtual tudo aquilo que não é útil para o cliente e facilitar o processo de compra;

2. Objetividade. É essencial que todas as informações dispostas na loja sejam claras e diretas, facilitando ao máximo a experiência do cliente no empreendimento;

3. Disponibilidade. Quando o cliente clica no botão de compra de um determinado produto, é necessário que este produto esteja disponível no estoque da loja. Por isso, caso determinado item esteja em falta, avise o consumidor com antecedência e disponibilize um recurso de “Avise-me quando estiver disponível”;

4. Formas de pagamento. O perfil de clientes que se atende em uma loja virtual é muito distinto, por isso, é importante fornecer diversas formas de pagamento. Embora a maioria das compras online seja efetivada através de cartão de crédito, é sempre interessante oferecer a opção de boleto e transferência bancária, por exemplo;

5. Segurança. Como já dito, a preocupação com a segurança é um fator muito comum no e-commerce. Portanto, possuir selos de segurança na loja é indispensável e disponibilizá-lo em todas as páginas no processo da compra é garantia de mais confiança por parte do cliente;

Contudo, se por ventura, alguns carrinhos ainda forem abandonados em sua loja, não se desespere, pois, pesquisas apontam que há consumidores que apenas entram na loja buscando uma verificação de preços. Além disso, é possível encaixar uma ação de venda diferente a partir dessa situação: mandar um e-mail para o cliente possibilitando um atalho do carrinho que foi deixado por ele, com preços, novas condições e uma data de finalização para a oferta.

Esta é uma maneira de encantar o cliente, mostrando a ele que sua presença na loja não passa despercebida e que sua compra não representa apenas mais um número para a empresa, mas sim uma parceria de sucesso e satisfação.