FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO

Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro doutor: - Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco! - Deixe-me tratar de você durante dois anos. -diz o psicólogo. -...

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Como vender para a Geração Y

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 21-02-2011

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Algumas empresas como Apple, Jet Blue, e Red Bull conseguiram se comunicar de maneira eficaz com a Geração Y. Para entender o porquê, é necessário saber os 4 critérios que essa geração usa para comprar um produto ou serviço:

1) Preço barato
2) Boa qualidade
3) Serviço rápido
4) Uma experiência

Na era em que vivemos, onde a informação está em todo lugar e é acessível para todos, a Geração Y é extremamente seletiva. Essa geração só ouve o que você tem a dizer, quando é aprovado pela sua comunidade, levando as recomendações muito a sério.

É preciso entender que a Geração Y quer experimentar o mundo fazendo seu próprio julgamento, mas sempre com a aprovação de seus amigos. E para que eles comprem sua marca e te levem a sério é preciso desafiá-los.

Ganhar a Geração Y, é uma questão de autenticidade. Antes de vender, comece a ouvi-los, agindo como eles e assumindo alguns novos valores. Assim, essa geração julga a mensagem a ser passada, vendendo o produto do jeito deles.

E-commerce e bitributação: cobrança de ICMS duas vezes

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 21-02-2011

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Começou em 2011 a adoção de medidas fiscalizadoras intensas aplicadas pelo Fisco Paulista. O provedor de hospedagem, em São Paulo, pode ser considerado solidariamente responsável se não repassar os dados para aplicação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) relativos aos seus clientes. Sites de leilão e empresas de mediação de pagamentos,  não estão fora da regra estabelecida pela Portaria 156/2010.

Não bastando à fiscalização implementada e cujos métodos ainda não são claros e podem prejudicar o contribuinte, recentemente alguns Estados brasileiros passaram a cobrar “ICMS” do e-commerce na entrada da mercadoria. Está sendo indevidamente exigido que o empresário de Internet recolha o imposto no destino, ou endereço do consumidor. Os Estados da Bahia, Ceará e Mato Grosso têm cobrado ICMS de compras realizadas via Internet além do ICMS cobrado pelo Estado de origem da mercadoria.

A Constituição Federal assegura que a alíquota do ICMS, quando o destinatário não for o contribuinte, será a interna, quando forem destinados produtos a consumidor localizado em outro Estado. A emenda constitucional já determinou a repartição de tributo entre Estados para determinados produtos, e tal medida poderá ser feita em relação à Internet, o que não significa pagar o mesmo imposto sobre o mesmo fato gerador diversas vezes.

Essa cobrança se caracteriza “bitributação” e, enquanto o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) não harmoniza a questão em relação à distribuição da receita tributária do comércio na Internet, as empresas de comércio eletrônico não devem ser tributadas duas vezes pelo ICMS, tendo as medidas judiciais para suspensão da exigibilidade do débito a seu favor.

Fonte: MOIP

O fim do marketing

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 20-02-2011

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A empresa vende ao consumidor – com a web não é mais assim.

Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do marketing – produto, praça, preço e promoção – não funcionam mais. O paradigma era simples e unidirecional: as empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos; fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos anúncios. Nóscontrolamos a mensagem. A internet transforma todas essas atividades.

De produtos para experiências

Os produtos agora são customizados em massa, envolvem serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas concepções industriais na definição e marketing de produtos.

De preço para descoberta de preço

Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado, os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores vão oferecer vários preços por um produto, dependendo de condições específicas. Compradores e vendedores trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados, e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos e serviços.

De praça para qualquer praça

A empresa moderna compete em dois mundos: um físico (a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação (o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso, mas sim de uma grande comunidade online e com o capital de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta. Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a marketface – a interface entre o marketplace e o marketspace.

De promoção para comunicação

Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram “mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder. As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo. Os consumidores com frequência têm acesso a informações sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião pública” online.

Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.

Google muda algoritmo e empresas podem ser punidas

Postado por Rafael | Postado em Google | Postado 12-02-2011

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O Google, principal motor de busca do mundo e com um valor de mercado de 192,28 bilhões dólares, informou que atualizou mais uma vez o algoritmo de seu buscador. O objetivo desta atualização é combater principalmente os chamados “Spammers”, que criam diversos sites falsos para manipular a classificação dos resultados das buscas, e o conteúdo duplicado, bastante comum em títulos e descrições de produtos utilizados pelos varejistas do e-commerce em todo o mundo.

Para Matt Cutts, o principal engenheiro antispam do Google, os conteúdos classificados como spam atrapalham as pesquisas dos consumidores, e é uma ameaça para as vendas de muitas empresas, na medida em que conteúdos legítimos, que merecem uma melhor classificação, muitas vezes são punidos indevidamente por técnicas de manipulação do buscador, que na maioria das situações clonam o conteúdo e direcionam links para a página do produto para dizer ao robô que aquele é o original, diz Cutts, acrescentando que com a nova atualização isto é passado, e os usuários podem confiar mais nos resultados oferecidos pelo Google.

“Se as empresas perceberem mudanças significativas em sua classificação nos motores de busca nesta segunda-feira (31/01), e não voltaram ao normal ao longo da semana, pode ser que não seja uma flutuação temporária de resultados, e sim fruto da nova alteração do algoritmo”, diz Adam Bunn, diretor de SEO da Greenlight, uma empresa de marketing digital

12 dicas para crescer no e-commerce

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 12-02-2011

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1. Seriedade: Encare a venda online com muita seriedade, o nome é virtual mas o trabalho é real.

2. Especialização: Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico o seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.

3. Concorrência: Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.

4. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a sua plataforma de loja virtual, fique atento, nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem o seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja online esteja preparada para um rápido crescimento.

5. Formas de pagamento: inicie o seu site de vendas com o maior número de parcerias (Visa, Mastercard, American Express, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.

6. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na sua loja. Não economize nos selos de segurança.

7. Teste seu portal: Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se a sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Fator importantíssimo para satisfação do cliente.

8. Organização: Lembre-se dos pilares de um site de vendas:  Atendimento ao cliente, divulgação digital, logística e administrativo.

9. Marcas: Se alie a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.

10. Estoque: Cuide do seu estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.

11. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais, otimize as estratégias dia a dia.

12. Invista: Contrate uma consultoria especializada em vendas online, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.

Groupon pode contratar executivo do Google

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 12-02-2011

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Além de recusar uma oferta de compra do Google no valor de 6 bilhões de dólares, o Groupon estaria comprometido em contratar um dos principais executivos do gigante das buscas, Jason Harinstein, que poderá ser a última de uma série de contratações de alto nível executado pelo site de compra coletivasediado em Chicago – Estados Unidos. Informou o site Allthingsd.

Harinstein, que ocupa a diretoria de desenvolvimento corporativo do Google, teria grandes abilidades com o gerenciamento de finanças, incluindo fusões e aquisições e negociações com outras empresas, o que pode ser muito interessante para um site de compra coletiva. Ele liderou várias transações importantes no Google, incluindo a aquisição da DoubleClick e Software ITA

E-commerce Social no Brasil: a grande aposta

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 12-02-2011

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Fazer do comércio eletrônico uma verdadeira rede social. Esse deve ser um dos princípios básicos de quem se aventura no e-commerce.
A compra social já existe muito antes de imaginarmos que um dia poderíamos adquirir produtos e serviços pela internet. As mulheres saem para comprar em shoppings, acompanhadas de suas amigas onde, em cada vitrine, opinam e discutem sobre determinado item, influenciando, mesmo que indiretamente, a decisão de suas parceiras na hora de comprar. Os homens, no mundo físico, falam sobre carros, artigos esportivos, discorrem sobre marca, qualidade e, consciente ou inconsciente, fazem parte de uma boa movimentação de vendas de itens como esses, por exemplo.
A internet, aliada a tecnologia, também vem ganhando recursos, sem sombra de dúvidas, infindáveis, onde o céu é o limite. Mas as lojas virtuais, principalmente as de pequeno e médio porte ainda não se deram conta disso. A base principal dos temas discutidos no Shop.Org deste ano, maior evento de comércio eletrônico que ocorreu em Las Vegas, foi, nada mais, nada menos que…redes sociais, grandes responsáveis pela reinvenção da forma de vender. E, nessa carona, é preciso aproveitar o potencial de nosso país. O brasileiro é o maior usuário do mundo de redes sociais. É uma das nações que mais passa o tempo usando a internet.
As redes sociais hoje são a tradução do que acontece no ambiente físico, onde as pessoas interagem e opinam o tempo todo, ganhando poder influenciador e determinante nos mais diversos âmbitos para formar novas opiniões em pessoas. A única e vital diferença é que ela não restringe a “conversa” mais a um grupo de amigos em comum. Na web, o poder de alcance é infinitamente maior. Usuários que não se conhecem ficam amigos, por partilharem da mesma opinião ou, muitas vezes, por até não concordarem entre si e chegarem à conclusão de que suas opiniões podem ser revertidas e unidas em prol de argumentos plausíveis em relação às marcas, produtos e serviços.
Engana-se quem pensa que colocar uma marca ou uma empresa à disposição para comentários na internet pode estar fadado ao fracasso. O comércio eletrônico de ontem não é o mesmo de hoje e nem terá semelhanças amanhã. Portanto, a prática da inovação deve ser constante. O conceito de compra social no mundo físico deve ser migrado imediatamente ao universo online. Chamo aqui a atenção para as lojas virtuais de pequeno e médio porte que, embora ainda não tenham a conscientização da importância de se investir em recursos sociais, vão entender que se não fizerem isso o mais rápido possível, não chegarão ao almejado índice de conversão real de vendas.
Segundo pesquisa feita pelo Guidance – provedor de soluções de e-commerce baseado na Califórnia – os consumidores sentem falta da interatividade social, principalmente agora que a participação do mercado está mais importante do que nunca. Incluir atividade ou interatividade social ao portal, como por exemplo, ranking de produtos, chat ou mural de recados, podem melhorar a imagem do site.
Vamos além: um estudo da Bazaarvoice comprovou que as taxas de conversão são mais altas em sites com avaliações e críticas feitas pelos consumidores (mesmo que sejam medíocres) do que nos que não as apresentam. Esses dados são internacionais, mas não tardam a chegar no Brasil.
É preciso agir, a concorrência está antenada. Não encare as redes sociais como um custo. Potencialize a efetividade, insira recursos para comentários de seus clientes e, claro, ao lado do produto ou serviço presente na loja virtual. Atualize os comentários regularmente com uma periodicidade máxima de dois meses. Não tenha medo de pedir ao e-consumidor um feedback, seja diretamente na home do portal ou pelas campanhas de email marketing. Incentive, dê descontos nas próximas compras, frete grátis, faça ele voltar e falar bem de você.
Afinal, são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento. Termino esse artigo com algo que acabo de ver e…na internet. “Saraiva cria espaço de compras coletivas no Facebook”. Mais uma vez, um grande player investindo, de um jeito ou de outro, em redes sociais. Lojas virtuais PMEs, vamos junto? Chegou a hora de agir.

Fazer do comércio eletrônico uma verdadeira rede social. Esse deve ser um dos princípios básicos de quem se aventura no e-commerce.

A compra social já existe muito antes de imaginarmos que um dia poderíamos adquirir produtos e serviços pela internet. As mulheres saem para comprar em shoppings, acompanhadas de suas amigas onde, em cada vitrine, opinam e discutem sobre determinado item, influenciando, mesmo que indiretamente, a decisão de suas parceiras na hora de comprar. Os homens, no mundo físico, falam sobre carros, artigos esportivos, discorrem sobre marca, qualidade e, consciente ou inconsciente, fazem parte de uma boa movimentação de vendas de itens como esses, por exemplo.

A internet, aliada a tecnologia, também vem ganhando recursos, sem sombra de dúvidas, infindáveis, onde o céu é o limite. Mas as lojas virtuais, principalmente as de pequeno e médio porte ainda não se deram conta disso. A base principal dos temas discutidos no Shop.Org deste ano, maior evento de comércio eletrônico que ocorreu em Las Vegas, foi, nada mais, nada menos que…redes sociais, grandes responsáveis pela reinvenção da forma de vender. E, nessa carona, é preciso aproveitar o potencial de nosso país. O brasileiro é o maior usuário do mundo de redes sociais. É uma das nações que mais passa o tempo usando a internet.

As redes sociais hoje são a tradução do que acontece no ambiente físico, onde as pessoas interagem e opinam o tempo todo, ganhando poder influenciador e determinante nos mais diversos âmbitos para formar novas opiniões em pessoas. A única e vital diferença é que ela não restringe a “conversa” mais a um grupo de amigos em comum. Na web, o poder de alcance é infinitamente maior. Usuários que não se conhecem ficam amigos, por partilharem da mesma opinião ou, muitas vezes, por até não concordarem entre si e chegarem à conclusão de que suas opiniões podem ser revertidas e unidas em prol de argumentos plausíveis em relação às marcas, produtos e serviços.

Engana-se quem pensa que colocar uma marca ou uma empresa à disposição para comentários na internet pode estar fadado ao fracasso. O comércio eletrônico de ontem não é o mesmo de hoje e nem terá semelhanças amanhã. Portanto, a prática da inovação deve ser constante. O conceito de compra social no mundo físico deve ser migrado imediatamente ao universo online. Chamo aqui a atenção para as lojas virtuais de pequeno e médio porte que, embora ainda não tenham a conscientização da importância de se investir em recursos sociais, vão entender que se não fizerem isso o mais rápido possível, não chegarão ao almejado índice de conversão real de vendas.

Segundo pesquisa feita pelo Guidance – provedor de soluções de e-commerce baseado na Califórnia – os consumidores sentem falta da interatividade social, principalmente agora que a participação do mercado está mais importante do que nunca. Incluir atividade ou interatividade social ao portal, como por exemplo, ranking de produtos, chat ou mural de recados, podem melhorar a imagem do site.

Vamos além: um estudo da Bazaarvoice comprovou que as taxas de conversão são mais altas em sites com avaliações e críticas feitas pelos consumidores (mesmo que sejam medíocres) do que nos que não as apresentam. Esses dados são internacionais, mas não tardam a chegar no Brasil.

É preciso agir, a concorrência está antenada. Não encare as redes sociais como um custo. Potencialize a efetividade, insira recursos para comentários de seus clientes e, claro, ao lado do produto ou serviço presente na loja virtual. Atualize os comentários regularmente com uma periodicidade máxima de dois meses. Não tenha medo de pedir ao e-consumidor um feedback, seja diretamente na home do portal ou pelas campanhas de email marketing. Incentive, dê descontos nas próximas compras, frete grátis, faça ele voltar e falar bem de você.

Afinal, são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento. Termino esse artigo com algo que acabo de ver e…na internet. “Saraiva cria espaço de compras coletivas no Facebook”. Mais uma vez, um grande player investindo, de um jeito ou de outro, em redes sociais. Lojas virtuais PMEs, vamos junto? Chegou a hora de agir.

81% das médias empresas querem aumentar orçamento de TI em 2011

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 12-02-2011

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Uma pesquisa global realizada pela empresa de pesquisas KS&R, com organizações de médio porte, aponta o Brasil como o segundo país em porcentagem de empresas que planejam aumentar os orçamentos de TI para 2011. Segundo o levantamento, encomendado pela IBM, 81% das companhias brasileiras que responderam à pesquisa querem expandir os investimentos em tecnologia neste ano, ficando atrás apenas da Índia, onde esse percentual foi de 84%.   O estudo, que consultou 2.112 profissionais de organizações com 100 a 1.000 funcionários em 22 países, aponta ainda que o volume de empresas no Brasil que planejam aumentar os orçamentos de TI para 2011 está bem acima da média dos mercados emergentes, de 69%.   No mundo, o estudo detectou que mais de 50% das empresas consultadas estão dispostas a investir mais em TI ao longo deste ano. A porcentagem mais do que dobrou em relação à versão da mesma pesquisa realizada pela IBM, em 2009, no auge da crise econômica mundial, quando esse volume era de 20%.    Quanto às tecnologias que estão no radar das médias empresas consultadas pela pesquisa, globalmente, mais de dois terços delas estão em busca de soluções de virtualização. O relatório aponta ainda o interesse por soluções de colaboração, processos analíticos, mobilidade, computação em nuvem e sistemas de relacionamento com clientes.    Na comparação com a pesquisa de 2009, o levantamento atual mostra uma mudança no foco das organizações em relação à TI. No levantamento deste ano, a maioria (79%) das empresas está concentrada em crescimento, inovação e clientes. Enquanto que, há dois anos, o principal foco, para 53% delas, era eficiência e controle de custos e só 47% tinham como grande preocupação o crescimento, inovação e clientes

Analistas apontam para uma expansão do e-commerce internacional em 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 12-02-2011

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2011 será o ano do e-commerce finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de ecommerce em seis países da Europa.

Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder algumas tendências de e-commerce são esperadas para 2011:

As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.

  • Antes de expandir, é preciso melhorar a infraestrutura interna – Investir em novos mercados pode ser uma estratégia tudo-ou-nada, com empresas  se desfocando de seu mercado doméstico para investir muito em novos locais. Mas o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.
  • Os departamentos que cuidam da expansão do ecommerce serão centralizados  – Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web – Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de e-commerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano – a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.

Brasil aparece como mercado promissor

Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de ecommerce vem exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, tem anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.

Fonte: Revista Novarejo

Varejo virtual movimentou R$ 2,2 bilhões no país.

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 12-02-2011

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As vendas do comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro, segundo a consultoria e-bit. O valor representa um crescimento de 40% sobre o Natal do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

Ao todo, foram feitos mais de 6 milhões de pedidos de bens de consumo em lojas virtuais de todo o país.

“Mais uma vez notamos uma franca evolução do e-commerce no Natal. Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico”, afirmou, em nota, o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os eletrodomésticos lideraram as vendas, seguidos por informática e saúde, beleza e medicamentos. Livros e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking de volume de pedidos para o referido período.