9 razões para sua empresa não estar nas redes sociais

Segundo estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online, o Brasil possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011. Com números tão expressivos, fica impossível para uma empresa não se deixar seduzir pelas oportunidades...

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SEO – Iniciante

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google, SEO | Postado 22-12-2010

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Organizando as URLs

Coloque ordem na casa. Tenha um mapa do site com as URLs utilizadas em cada uma das páginas. Encontre as URLs antigas que mudaram e as que dão erro 404 (não encontrado). Mapeie todos esses endereços e utilize o .htaccess para colocar tudo em ordem novamente.
O Google tem o WebMaster Tools que pode te ajudar a descobrir quais URLs estão quebradas (404), quais o Robô do Google indexou e etc.

Pelo arquivo .htaccess, redirecione os endereços antigos e possíveis endereços que usuários costumam digitar errado para o endereço correto.
Prefira sempre URLs amigáveis. São fáceis de lembrar e o Google dá pontos para URLs com termos relevantes.

Essas são algumas ferramentas que podem lhe ajudar:

Estudo de palavras-chaves e termos importantes

Faça um estudo de palavras-chaves e termos importantes para o site. Para esse primeiro momento, você não precisa de um editor profissional para tratar do texto. Pergunte para usuários como eles chegaram até o site. Se chegaram por algum sistema de busca, pergunte pelo termo que ele utilizou. Selecione pessoas que não tem nada a ver com desenvolvimento e peça a elas para que façam uma busca no Google sobre o assunto que o site é relacionado. Essa é uma das melhores maneiras de saber quais as palavras mais importantes e que devem compor os textos do site.

Depois deste trabalho, você poderá espalhar as palavras-chaves títulos, parágrafos, em metatags, titles e  alts das imagens.
O Google tem um sistema chamado AdWord Keyword Tool. Ele foi feito para pessoas que tem campanhas no sistema de AdWords do Google possam encontrar palavras chaves mais relevantes e possam compor sua cartilha de anúncios. Mas o AdWord Keyword Tool pode ser usado para a escolha de palavras e termos relevantes para a composição dos textos do site. Neste sistema ele mostra a quantidade de buscas pela palavra e a popularidade da palavra entre os concorrentes.

Titles e Metatags

É importante que cada uma das páginas do site tenha um Title e Metatags Descriptions diferentes. Isso traz mais relevância às páginas e aumenta o alcance dos termos e palavras chaves. Tente fazer uma descrição e títulos relativos ao assunto abordado na página.

Se você não utiliza um CMS (muito aconselhável), tente fazer um gerenciamento de metatags com seu programador. É extremamente importante que você consiga facilmente modificar as metatags do seu site.

Textos e Títulos

O designer que criou o layout pode prever lugares para Títulos, sub-títulos e parágrafos. Essa forma é uma boa maneira para dar mais relevância aos termos mais importantes do site. Lembre-se de cuidar do código dos títulos e parágrafos com carinho. Não substitua a tag P por spans ou qualquer outra tag. A tag P indica para os sistemas que aquelo bloco é um texto, e faz parte de uma redação. Colocando qualquer outra tag para marcar parágrafos ou títulos, você não estará dando a importância necessárias para os sistemas de busca e faltará com acessibilidade, o que pode ser muito pior para o seu público.

Nunca repita demasiadamente níveis de títulos. Se você rechear seu código apenas com um tipo de título, por exemplo, H2. Você não estará dizendo ao buscador qual informação é mais importante. Ele entenderá que você está tentando dizer que todos os títulos tem a mesma importância, o que, obviamente, é mentira. Ele não conseguirá distinguir qual conteúdo é mais relevante e não pontuará bem seu site. Por isso, mescle os títulos. E classifique-os com as tags de acordo com a sua importância em relação ao texto.

Estas são apenas alguns passos simples que você mesmo pode controlar e monitorar. Como disse no começo, deixar tudo isso em ordem não quer dizer que você irá ficar em primeiro, seu concorrente pode ter feito isso antes de você e pode ter feito melhor. Por isso, há todo um trabalho que você precisa fazer para que os resultados sejam sempre mais efetivos e duradouros

O chinês que desafia o Google e inventou o BING

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 21-12-2010

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Dois anos atrás, o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, foi procurar no Yahoo!, ex-líder de buscas da internet, o executivo responsável pelo serviço. O chinês Qi Lu, celebrado nas rodas de entusiastas de programação e, nas palavras do próprio Ballmer, “o cara que mais entende no mundo do negócio de buscas na internet”, era anunciado como chefe de divisão de internet da Microsoft. A empresa acreditava que Qi Lu ajudaria numa pretensa fusão do Yahoo! com a Microsoft, que acabou não acontecendo. E, principalmente: ele seria o responsável por construir uma ferramenta que colocasse a Microsoft em condições de briga com o Google.
A resposta de Qi Lu foi o buscador Bing, lançado em junho de 2009. O Bing usava estratégia quase oposta à do Google. No lugar de uma página branca, com pouquíssimo texto e priorizando a caixa de buscas, o Bing criou um site com fotos exuberantes e vários atalhos para serviços, consultas de viagens etc. Seu mecanismo de busca inovou, com tecnologias para achar resultados instantâneos, rastreando posts recentes em redes sociais como o Twitter. Alguns recursos que o Google foi obrigado a copiar. Por isso, foi eleito pela revista americana Fast Company como uma das 100 pessoas mais criativas de 2010.
A briga com o gigante Google pode ter sido moldada para Qi Lu, um homem acostumado a superar obstáculos. Ele nasceu em Xangai no início dos anos 60, em meio à Revolução Cultural chinesa. Por causa da perseguição da ditadura, seus pais o mandaram ainda garoto para a casa do avô, na província de Jiangsu. Lu passou sua infância num vilarejo habitado por 400 famílias, onde predominava a agricultura de subsistência. A figura mais notável da comunidade era a professora. Uma única, que dava aula para todos os alunos, independentemente da matéria e da série das crianças. “A professora tinha status de rainha”, afirma Qi Lu. “Era a única que comia carne todos os dias do ano.” Segundo ele, para o resto dos habitantes, comer carne era um privilégio que acontecia apenas uma vez por ano. Depois de passar por exames apertados, conseguiu uma vaga na Fundan University, em Xangai. “No início dos anos 80, só 3% dos jovens que se formavam no ensino fundamental ingressavam na universidade.”
No Yahoo!, engenheiros produziram camisetas com a mensagem:
“Eu trabalhei com Qi Lu. E você?”
A vida de Qi Lu ganhou outro rumo quando ele foi assistir a uma apresentação do professor Edmund M. Clarke, da universidade americana Carnegie Mellon. Clarke ficou impressionado com as perguntas feitas pelo jovem chinês e resolveu oferecer-lhe uma bolsa de estudos para Ph.D. Clarke pagou a inscrição de US$ 45, equivalente a quatro salários e meio de Qi Lu como professor universitário na China. Qi Lu passou no exame e mudou-se para os Estados Unidos. Enquanto estudava, começou a trabalhar na IBM, em 1996. Ajudou a desenvolver o Altavista, um dos primeiros buscadores. Depois foi chamado para o Yahoo!. Dez anos depois, quando saiu, liderava um time de 3 mil engenheiros, que o homenageou com uma camiseta com as frases: “Eu trabalhei com Qi Lu. E você?”.
Mesmo com todos os méritos de seu passado, incluindo a criação do Bing, a vida de Qi Lu está longe de ser tranquila. O Bing ainda não passou de 12% de participação nas buscas. O Google tem mais que o dobro de todos os concorrentes. Apesar de a Microsoft ter conseguido bons resultados financeiros no último trimestre, a área de internet, chefiada por Qi Lu, vem amargando prejuízos desde 2005. Qi Lu afirma que isso apenas mostra que a Microsoft está investindo na criação da melhor tecnologia, independentemente dos retornos financeiros. “O principal caminho para ser o maior é ser o melhor”, diz. “O Bing representa para as buscas uma evolução similar à que a TV em cores representou para a branco e preto.”
O executivo afirma que respeita muito o trabalho feito até hoje pelo Google e reconhece que eles são os responsáveis pela base do mercado de buscas como o conhecemos hoje. Mas diz que a estratégia da Microsoft é oferecer ferramentas mais sofisticadas, que trabalhem melhor com o conteúdo de vídeo, gráficos e sejam íntimas às redes sociais. Para Qi Lu, os líderes em buscas dos próximos dez anos serão os que adicionarem o componente social nas buscas. Como parte dessa estratégia, a Microsoft mantém uma relação estreita com o Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 500 milhões de usuários. E também é um dos acionistas do Facebook (em 2007, investiu US$ 240 milhões no site). “Quando você toma uma decisão a partir de uma busca de um produto ou de um serviço, ela é baseada em duas fontes: opiniões de usuários em geral e a de especialistas”, afirma. “Agora suas buscas vão consultar diretamente as pessoas que você conhece e confia.” Isso sem sair da página inicial das buscas. O raciocínio faz sentido. Mas Qi Lu tem de correr. Não apenas o Google investe em melhorar seu produto, mas o próprio Facebook pode aplicar essas ideias antes dele.

Dois anos atrás, o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, foi procurar no Yahoo!, ex-líder de buscas da internet, o executivo responsável pelo serviço. O chinês Qi Lu, celebrado nas rodas de entusiastas de programação e, nas palavras do próprio Ballmer, “o cara que mais entende no mundo do negócio de buscas na internet”, era anunciado como chefe de divisão de internet da Microsoft. A empresa acreditava que Qi Lu ajudaria numa pretensa fusão do Yahoo! com a Microsoft, que acabou não acontecendo. E, principalmente: ele seria o responsável por construir uma ferramenta que colocasse a Microsoft em condições de briga com o Google.

A resposta de Qi Lu foi o buscador Bing, lançado em junho de 2009. O Bing usava estratégia quase oposta à do Google. No lugar de uma página branca, com pouquíssimo texto e priorizando a caixa de buscas, o Bing criou um site com fotos exuberantes e vários atalhos para serviços, consultas de viagens etc. Seu mecanismo de busca inovou, com tecnologias para achar resultados instantâneos, rastreando posts recentes em redes sociais como o Twitter. Alguns recursos que o Google foi obrigado a copiar. Por isso, foi eleito pela revista americana Fast Company como uma das 100 pessoas mais criativas de 2010.

A briga com o gigante Google pode ter sido moldada para Qi Lu, um homem acostumado a superar obstáculos. Ele nasceu em Xangai no início dos anos 60, em meio à Revolução Cultural chinesa. Por causa da perseguição da ditadura, seus pais o mandaram ainda garoto para a casa do avô, na província de Jiangsu. Lu passou sua infância num vilarejo habitado por 400 famílias, onde predominava a agricultura de subsistência. A figura mais notável da comunidade era a professora. Uma única, que dava aula para todos os alunos, independentemente da matéria e da série das crianças. “A professora tinha status de rainha”, afirma Qi Lu. “Era a única que comia carne todos os dias do ano.” Segundo ele, para o resto dos habitantes, comer carne era um privilégio que acontecia apenas uma vez por ano. Depois de passar por exames apertados, conseguiu uma vaga na Fundan University, em Xangai. “No início dos anos 80, só 3% dos jovens que se formavam no ensino fundamental ingressavam na universidade.”

No Yahoo!, engenheiros produziram camisetas com a mensagem:

“Eu trabalhei com Qi Lu. E você?”

A vida de Qi Lu ganhou outro rumo quando ele foi assistir a uma apresentação do professor Edmund M. Clarke, da universidade americana Carnegie Mellon. Clarke ficou impressionado com as perguntas feitas pelo jovem chinês e resolveu oferecer-lhe uma bolsa de estudos para Ph.D. Clarke pagou a inscrição de US$ 45, equivalente a quatro salários e meio de Qi Lu como professor universitário na China. Qi Lu passou no exame e mudou-se para os Estados Unidos. Enquanto estudava, começou a trabalhar na IBM, em 1996. Ajudou a desenvolver o Altavista, um dos primeiros buscadores. Depois foi chamado para o Yahoo!. Dez anos depois, quando saiu, liderava um time de 3 mil engenheiros, que o homenageou com uma camiseta com as frases: “Eu trabalhei com Qi Lu. E você?”.

Mesmo com todos os méritos de seu passado, incluindo a criação do Bing, a vida de Qi Lu está longe de ser tranquila. O Bing ainda não passou de 12% de participação nas buscas. O Google tem mais que o dobro de todos os concorrentes. Apesar de a Microsoft ter conseguido bons resultados financeiros no último trimestre, a área de internet, chefiada por Qi Lu, vem amargando prejuízos desde 2005. Qi Lu afirma que isso apenas mostra que a Microsoft está investindo na criação da melhor tecnologia, independentemente dos retornos financeiros. “O principal caminho para ser o maior é ser o melhor”, diz. “O Bing representa para as buscas uma evolução similar à que a TV em cores representou para a branco e preto.”

O executivo afirma que respeita muito o trabalho feito até hoje pelo Google e reconhece que eles são os responsáveis pela base do mercado de buscas como o conhecemos hoje. Mas diz que a estratégia da Microsoft é oferecer ferramentas mais sofisticadas, que trabalhem melhor com o conteúdo de vídeo, gráficos e sejam íntimas às redes sociais. Para Qi Lu, os líderes em buscas dos próximos dez anos serão os que adicionarem o componente social nas buscas. Como parte dessa estratégia, a Microsoft mantém uma relação estreita com o Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 500 milhões de usuários. E também é um dos acionistas do Facebook (em 2007, investiu US$ 240 milhões no site). “Quando você toma uma decisão a partir de uma busca de um produto ou de um serviço, ela é baseada em duas fontes: opiniões de usuários em geral e a de especialistas”, afirma. “Agora suas buscas vão consultar diretamente as pessoas que você conhece e confia.” Isso sem sair da página inicial das buscas. O raciocínio faz sentido. Mas Qi Lu tem de correr. Não apenas o Google investe em melhorar seu produto, mas o próprio Facebook pode aplicar essas ideias antes dele.

E se os browsers fossem celebridades brasileiras?

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 17-12-2010

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browser_celebridades

Twitter lança site para ajudar as empresas

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 17-12-2010

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Ok, o blog ainda está só em inglês, o que significa um transtorno para a maioria dos brasileiros. Mas é um enorme avanço que todos possam ter acesso a informações importantes sobre este serviço usado para negócios. No site lançado esta semana, a empresa cobre todos os tópicos. O básico: O que é? Glossário; Melhores práticas; Como usar. A seguir eles mostram todos os detalhes para otimizar a sua atividade por lá – do crescimento da sua comunidade ao uso das APIs. Para completar, todos os detalhes sobre os anúncios nesta plataforma.

Melhor que isso, só saber que a empresa criou uma conta (@TwitterBusiness) exclusiva para o assunto e também um centro de ajuda para empresas (já traduzido mal e mal para o português), onde já se pode encontrar mais informações sobre os Tweets e Tópicos Promovidos.

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 16-12-2010

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Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.

Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o MERCADO LIVRE, mercadolivre.com.br Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou? caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.

Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS
Extraído do Alexa.com em 13/10/2009

1)  AMERICANAS – www.americanas.com Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou?  Quanto menor, mais visitado.

2)  SUBMARINO – submarino.com.br Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

3)  SARAIVA – livrariasaraiva.com.br Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

4)  MAGAZINE LUIZA – magazineluiza.com.br Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

5)  PONTO FRIO – pontofrio.com.br Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

6)  SHOPTIME – shoptime.com.br Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

7)  EXTRA – extra.com.br – Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

8)  CASAS BAHIA – casasbahia.com.br Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

9)  COMPRA FÁCIL – comprafacil.com.br Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

10) WALMART – walmart.com.br Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

11) SHOP FÁCIL – shopfacil.com.br Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

12) FASTSHOP – fastshop.com.br Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 16-12-2010

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O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

Por: Sandra Turchi

Quase 25 milhões de brasileiros devem gastar 2,4 bilhões de reais nas compras de fim de ano. Saiba como evitar golpes virtuais

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 16-12-2010

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NatalSeguro

A internet mudou o comportamento de mais de 23 milhões de brasileiros, que fazem suas compras em lojas e shoppings virtuais. Desde 2009, o comércio eletrônico cresceu 40% e deve movimentar cerca de 15 bilhões de reais até o fim do ano. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, assim como no ano anterior, os produtos eletrônicos devem ser o destaque de vendas, sempre acompanhados dos livros CDs e DVDs – os preferidos dos amigos secretos. Em 2010, o Natal deve movimentar o equivalente a 16% do total de vendas realizadas desde janeiro. Dados impressionantes, que indicam o crescimento do mercado, mas também chamam a atenção de criminosos virtuais, dispostos a enganar o usuário para conseguir uma fatia desse lucro.

Eles atacam por diversos vetores, procurando explorar desde a falta de conhecimento de alguns usuários da rede até fatores sentimentais, que afloram nas festas de fim de ano. Entre as suas armas estão, principalmente, o spam (mensagens indesejadas que povoam as caixas de e-mail), sites falsos (que imitam lojas virtuais autênticas) e os vírus, que aparecem de diversas formas. O principal objetivo desses ataques é apenas um: roubar dinheiro das pessoas. Para isso, os criminosos tentam se apoderar de dados pessoais e informações bancárias, como senhas, dados sobre documentos e números de cartões de crédito. De posse deles, os ladrões virtuais podem aplicar golpes e fraudes em nome de pessoas que mal sabem o risco que estão correndo.

De acordo com a Symantec, empresa de segurança conhecida por produzir o antivírus Norton, mais de 65% dos internautas no mundo já foram vítimas de algum tipo de crime virtual. Apenas no Brasil, o número chega a 73%, dentro de uma população de mais de 67 milhões de pessoas conectadas.

Para Walter Sabini Junior, CEO da Virid, empresa especializada na gestão de envio de e-mail marketing, os spams são uma das armas mais perigosas no arsenal dos criminosos. Além de infectar os computadores dos descuidados, tais mensagens podem denegrir a imagem de campanhas originais, elaboradas por empresas sérias. “O spam é confundido com mensagens originais das lojas, isso não ajuda nem os estabelecimentos e nem os consumidores. O usuário deve estar sempre atento e abrir e-mails apenas de estabelecimentos reconhecidamente confiáveis”, diz. Sabini lembra também que o e-mail é uma ferramenta de relacionamento entre as companhias e seus clientes. Informações pessoais, como números de CPF e RG, por exemplo, não devem ser enviadas por esse meio.

Quem tomar os cuidados devidos e, ainda assim, sofrer uma ação criminosa tem como se defender. A vítima deve reunir os documentos que comprovem o crime, como imagens de páginas da internet, e procurar uma delegacia de polícia para registrar um boletim de ocorrência. “O passo seguinte é procurar o Judiciário, buscando um possível ressarcimento”, diz Leonardo Palhares, advogado e coordenador do comitê jurídico da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

Lição de casa – A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico decidiu ajudar os consumidores na internet com uma cartilha que ensina como funcionam as compras on-line. O guia detalha os itens mais importantes presentes na lojas virtuais, como selos que indicam a auditoria por empresas de segurança e detalhes sobre os procedimentos na hora de efetuar uma transação. O documento, recém publicado, pode ser encontrado no endereço: www.camara-e.net/cartilha.

A culpa é do atendimento

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 15-12-2010

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Quem já não ouviu falar, dentro de uma agência, quando há algum problema no andamento desse ou daquele trabalho, que a culpa é do atendimento?

É muito comum e até corriqueiro, porque, de fato, hoje em dia os profissionais de atendimento precisam de um foco de atuação muito mais amplo e responsável do que antes. A publicidade, a estratégia, a web e suas redes sociais, tudo isso aumentou, e muito, o escopo e o ângulo de visão da atividade de atendimento.

Para isso, não basta apenas formação acadêmica. O feeling e a experiência são imprescindíveis para que o profissional de atendimento se destaque e o cliente seja bem atendido. Criatividade, conhecimento do produto e uma excelente comunicação são também primordiais, já que os desafios eminentemente sempre são enormes e requerem cada vez mais atenção e inovação.

O atendimento não faz nada sozinho, mas é o elo principal entre os clientes externos e os internos (agência). Para que todas as áreas somem e se destaquem, o atendimento e a criação devem exercer suas funções na plenitude e, efetivamente, captar as necessidades, discutir detalhadamente o briefing para saber definitivamente o caminho a seguir.

Com mais de 15 de anos exercendo diversas funções e em diversos níveis, ora como cliente, ora como agência, afirmo categoricamente que a diferença está aí, na sincronia do profissional de atendimento junto aos profissionais de criação. Isso, sim, faz a diferença no produto final, é claro que o planejamento e a produção não ficam de fora e também são importantes.

A invasão da geração Y, as promessas de salário, de talentos e de tantas outras possibilidades, muita coisa vem mudando e tornando ainda mais atrativa a atividade do gerente de conta/atendimento.

Com promessas de ganhos incríveis estão aparecendo novos profissionais (idade) a cada novo dia, mas eles estão preparados?

Maiores salários nem sempre indicam o melhor local ou ambiente de trabalho, e isso vem mudando não só o posicionamento dos profissionais, mas também o perfil das agências. Alto salário e muitos benefícios já não são fatores preponderantes na decisão para trabalhar aqui ou ali.

Um bom ambiente de trabalho e a possibilidade de fazer parte de um projeto diferenciado e de qualidade pesam muito mais e geram possibilidades mais promissoras tanto de carreira como de crescimento pessoal.

É claro que acertar é a meta principal, mas os erros não são uma virtude de quem não corre riscos e servem na grande maioria para um aprendizado e permitem ousar para fazer algo diferente e inovador.

Esse diferencial deve considerar o mesmo expertise para atender a pequena, a média ou a grande empresa com conhecimento e atenção sobre o foco de negócio do cliente, para que o objetivo final seja alcançado com sucesso.

É esse profissional que tem sob sua custódia o maior bem de uma agência: o cliente. Ele deve fazer a diferença e conhecer profundamente as necessidades do cliente e também os limites da agência onde atua.

Não é fácil, mas esse profissional na grande maioria das vezes é o responsável pelo sucesso ou fracasso de um projeto, e é aí que está o maior desafio, sua agência está preparada para isso? Seu atendimento também?

O mercado diz que sim, daí então tantos profissionais almejarem sua carreira com foco no cargo diretor de conta/atendimento, por onde grande parte dos investimentos e desafios dos clientes passa inicialmente, mas é importante não esquecer que esse profissional é quem defende o cliente dentro da agência e que defende a agência dentro do cliente, fácil?

Claro que não! Você aceita o desafio?

Quem já não ouviu falar, dentro de uma agência, quando há algum problema no andamento desse ou daquele trabalho, que a culpa é do atendimento?

É muito comum e até corriqueiro, porque, de fato, hoje em dia os profissionais de atendimento precisam de um foco de atuação muito mais amplo e responsável do que antes. A publicidade, a estratégia, a web e suas redes sociais, tudo isso aumentou, e muito, o escopo e o ângulo de visão da atividade de atendimento.

Para isso, não basta apenas formação acadêmica. O feeling e a experiência são imprescindíveis para que o profissional de atendimento se destaque e o cliente seja bem atendido. Criatividade, conhecimento do produto e uma excelente comunicação são também primordiais, já que os desafios eminentemente sempre são enormes e requerem cada vez mais atenção e inovação.

O atendimento não faz nada sozinho, mas é o elo principal entre os clientes externos e os internos (agência). Para que todas as áreas somem e se destaquem, o atendimento e a criação devem exercer suas funções na plenitude e, efetivamente, captar as necessidades, discutir detalhadamente o briefing para saber definitivamente o caminho a seguir.

Com mais de 15 de anos exercendo diversas funções e em diversos níveis, ora como cliente, ora como agência, afirmo categoricamente que a diferença está aí, na sincronia do profissional de atendimento junto aos profissionais de criação. Isso, sim, faz a diferença no produto final, é claro que o planejamento e a produção não ficam de fora e também são importantes.

A invasão da geração Y, as promessas de salário, de talentos e de tantas outras possibilidades, muita coisa vem mudando e tornando ainda mais atrativa a atividade do gerente de conta/atendimento.

Com promessas de ganhos incríveis estão aparecendo novos profissionais (idade) a cada novo dia, mas eles estão preparados?

Maiores salários nem sempre indicam o melhor local ou ambiente de trabalho, e isso vem mudando não só o posicionamento dos profissionais, mas também o perfil das agências. Alto salário e muitos benefícios já não são fatores preponderantes na decisão para trabalhar aqui ou ali.

Um bom ambiente de trabalho e a possibilidade de fazer parte de um projeto diferenciado e de qualidade pesam muito mais e geram possibilidades mais promissoras tanto de carreira como de crescimento pessoal.

É claro que acertar é a meta principal, mas os erros não são uma virtude de quem não corre riscos e servem na grande maioria para um aprendizado e permitem ousar para fazer algo diferente e inovador.

Esse diferencial deve considerar o mesmo expertise para atender a pequena, a média ou a grande empresa com conhecimento e atenção sobre o foco de negócio do cliente, para que o objetivo final seja alcançado com sucesso.

É esse profissional que tem sob sua custódia o maior bem de uma agência: o cliente. Ele deve fazer a diferença e conhecer profundamente as necessidades do cliente e também os limites da agência onde atua.

Não é fácil, mas esse profissional na grande maioria das vezes é o responsável pelo sucesso ou fracasso de um projeto, e é aí que está o maior desafio, sua agência está preparada para isso? Seu atendimento também?

O mercado diz que sim, daí então tantos profissionais almejarem sua carreira com foco no cargo diretor de conta/atendimento, por onde grande parte dos investimentos e desafios dos clientes passa inicialmente, mas é importante não esquecer que esse profissional é quem defende o cliente dentro da agência e que defende a agência dentro do cliente, fácil?

7 erros que podem ser fatais para uma startup

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 15-12-2010

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1. Esconder a ideia
Não queira esconder sua ideia de todo mundo. O mais indicado é usar o feedback dos amigos e familiares para tentar melhorá-la. É comum que as pessoas de fora enxerguem pontos que o empreendedor não consegue ver. “Se você não conta a ideia, os investidores nem te escutam. Isso te elimina”, diz Gitahy. Ele ressalta que não é preciso detalhar o projeto todo.

2. Impor barreiras
Vida de empreendedor não é fácil. Se você fica cansado só de pensar em todas as reuniões e portas que vai precisar bater para concretizar um projeto, é melhor buscar outro caminho. Não espere que um investidor se convença a investir na ideia, já comece a torná-la viável por conta própria. “As pessoas transferem para o outro a barreira de criar o negócio, O empreendedor de verdade conversa e até convence alguém a fazer de graça. Ele dá um jeito e não transfere a responsabilidade para a falta de dinheiro”, afirma.

3. Abordar investidores errados
Antes de sair em busca de recursos para tirar a ideia do papel, o empreendedor precisa mapear o mercado e encontrar investidores com perfil para aquele tipo de negócio. Não aborde investidores que não tenham o perfil certo para serem seus sócios. Prefira conhecê-los bem antes de assediá-los para investimento. “O melhor a fazer é estudar o perfil de quem você vai conversar e fazer uma abordagem que tenha a ver com o investidor”, ensina.

4. O “achismo”
Boa parte do cotidiano de uma startup é feita de planos, mas isso não significa que o empreendedor possa viver no mundo das ideias. Não se iluda nem tente convencer os outros de que a startup vale milhões. Mantenha os pés no chão e busque gerar receita. “O empreendedor começa a calcular números que não fazem sentido. É ‘achismo’. O potencial da ideia não vale milhões, a execução vale”, explica.

5. Confundir família e empresa
Chamar amigos e familiares para trabalharem informalmente no projeto é um erro bastante comum nas empresas iniciantes. Recrutar funcionários é parte do trabalho do empreendedor. Deixe claro – e assinado – quais os direitos, deveres e percentuais das partes envolvidas. “As pessoas não pensam como um negócio mas como amizade e na hora de trabalhar começa a dar problema”, diz. Isso acontece, segundo ele, por uma questão de cultura e de imaturidade do empreendedor. “É um ambiente muito estressante, as relações são testadas e acaba-se criando problemas com quem não tem nada ver com o trabalho”, explica.

6. Fazer um produto para si mesmo
Não crie um produto e já tente vendê-lo. Antes disso, prepare-se e desenvolva o projeto de forma que o cliente aceite pagar por ele. Uma pesquisa de mercado ajuda muito para evitar esse erro. “É difícil conseguir fazer uma pesquisa, mas existem técnicas fáceis de encontrar e possíveis de fazer com pouco dinheiro, como costumer development e validation”, conta.

7. Global x Local
Não foque no mercado local. Busque algo que atinja o mercado global. “Startup é quando você cria um negócio que tenha escala. Você coloca pouco dinheiro e sabe que vai receber muito. Pense grande”, ensina.

SMW/SP anuncia programação

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 15-12-2010

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O SMW/SP, um dos maiores eventos de mídias sociais do mundo, que acontecerá simultaneamente em 10 cidades na semana de 7 a 11 de fevereiro de 2011, é organizado pela Sixpix e terá o apoio daPlataforma ProXXIma. Em São Paulo, a sede principal do evento será a FAAP. Jackson Fullen (foto), que se tornou sócio da Sixpix há 2 meses, comenta que o interesse dos patrocinadores no SMW/SP foi grande. “Nem parece que estamos nas últimas semanas do ano, tenho várias reuniões todos os dias e tem até empresa revendo budgets que já estavam fechados para entrar no SMW/SP. Sem dúvida, isso acontece porque o tema tem a ver com as marcas, afinal mídias sociais é o assunto (e o desafio) do momento – e deverá ser por uns bons anos – mas vejo também que o trabalho da Sixpix no desenvolvimento de eventos focados na geração Y como o youPIX e o ResultsON tem refletido nesse interesse”, avalia.

A empresa está anunciando a Oi como patrocinadora master, com direito a naming-right do evento e, completando o quadro de empresas que estarão no SMW/SP, o Santander, a Fiat e a ClickIsobar. A Nokia e a JWT são parceiros globais do evento e também terão presença na edição brasileira. “Algumas outras participações estão em fase final de conversa e teremos boas novidades em breve”, avisa Fullen.

A agenda de programação também está praticamente fechada e promete ser diversificada, ousada e cheia de boas surpresas. O conceito do evento, segundo a empresa, será de discutir o negócio mídias sociais de uma forma ampla, envolvendo toda a cadeia, do blogueiro/tuiteiro ao grande empresário da área de comunicação, sempre em formatos soltos, provocadores e diferenciados. Os organizadores também prometem momentos “fun”. “O SMW/SP vai surpreender pois levaremos para o palco jovens que começaram a trabalhar com isso outro dia, para sentar lado a lado com sumidades do mercado de comunicações”, explica Lucas Couto (It’s Digital), um dos co-curadores do evento.

A lista dos primeiros participantes e debatedores do evento, que ainda pode estar sujeita a mudanças, dá uma boa ideia do que teremos por lá: Caio Túlio Costa, Helder Araujo (Busk), Mauricio Cury (Educartis), Edmar Bulla (Pepsico), Gabriel Jacob (EBP), @oficialjoão, Andrew de Andrade, Gustavo Jreige (Pólvora!), Marco Gomes (BooBox), Tim Lucas (TRW), Rosana Hermann (R7), Hugo Rodrigues (Publicis), Ricardo Guimarães (Thymus), Diego Remus (Startupi), Bruno Mastrocolla (Santander), RaphaV (Click), João Ciaco(Fiat), Pedro Porto(NBS), Luciano Palma, Gustavo Ziller(Aorta), Mr Manson, Leo Xavier (PontoMobi), Neto(Bullet), Edney Sousa(Blog Content), Eric Messa(Faap), Martha Gabriel, Giselle Beiguelman (PUC), Luiz Algarra (Papagallis), Rene de Paula (Locaweb), Gil Giardeli (Gaia Creative), Box1824, Roberto Martino(Cubocc), Marcelo Trípoli (iThink), Keid Sammour (Wunderman), Abel Reis (Click), Gustavo Fortes (Espalhe), Pyr Marcondes (ProXXIma), Inagaki, Lalai (Remix) e Luli Radfahrer, entre vários outros sendo confirmados. Rafinha Bastos acabou de confirmar a presença no evento e o The Meme Factory, grupo da NYU, fará um MemeShow especial.

De presenças internacionais já confirmadas, já está confirmado Daniel Kafie, um dos sócios da Vostu, uma das maiores empresas de social-games aqui do Brasil que acaba de levantar 30 milhões de dólares nos EUA e Ethan Zuckerman (MIT, TED), que participará em formato interativo em vídeo e skype, falando sobre o fato do mundo ter se transformado numa aldeia global mas onde cada um de nós continua falando com seus 50 amigos de sempre.

Nos próximos dias a Sixpix promete publicar a programação completa nowww.socialmediaweek.org/saopaulo. As inscrições abrirão apenas em janeiro.