O que nunca se deve fazer em uma loja virtual

O site E-Commerce News elaborou uma lista das atitudes que podem afastar ou dificultar o fechamento de compras pelos usuários. Leia atentamente os itens e, caso tenha cometido algum desses “erros”, corrija-os o mais rápido possível para auxiliar cadas vez mais os possíveis clientes durante o...

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Uso de internet móvel sobe 134% em um ano

Postado por Rafael | Postado em Novidades, Redes Sociais | Postado 25-11-2010

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O tráfico mundial de dados em aparelhos móveis subiu em outubro ao ritmo mais rápido dos últimos sete meses, gerando a perspectiva de novos pedidos aos fabricantes de equipamentos para telecomunicações.
A Opera Software, maior produtora de navegadores para a Internet, anunciou na quarta-feira que o tráfego mundial de dados pelo seu navegador subiu em 15 por cento em outubro, ante setembro, e em 134 por cento ante o mesmo mês em 2009.
As operadoras de telefonia móvel estão ávidas por elevar suas receitas com a navegação na Internet e o boom das redes sociais, à medida que declina a receita das chamadas de voz tradicionais, mas enfrentam congestionamento de redes cada vez maior.
A pressão crescente sobre as redes ajuda navegadores como o Opera, que comprime 90 por cento dos dados a fim de economizar banda.
Fabricantes de equipamentos para telecomunicações como a Nokia Siemens , Ericsson e Alcatel-Lucent,que enfrentaram dificuldades nos últimos anos devido aos preços agressivos de rivais asiáticos, esperam que a elevação no tráfego de dados conduza a novos pedidos.
Temerosas em perder clientes, apenas algumas operadoras admitiram publicamente quaisquer dificuldades para atender à demanda por tráfego de dados, mas 63 por cento delas experimentam dificuldades, de acordo com pesquisa mundial divulgada no começo do mês.
O Opera ampliou sua vantagem sobre navegadores rivais –da Research in Motion, fabricante do Blackberry, bem como da Apple e Nokia– nos últimos meses, e detinha 24,5 por cento do mercado em outubro, de acordo com a StatCounter, que acompanha estatísticas na Web.
Os navegadores BlackBerry, Nokia e iPhone têm cada qual de 16 por cento a 18 por cento do mercado.
A Opera tem 76,3 milhões de usuários de seu Opera Mini para celulares, todos acessando a internet pelos servidores da Opera –o que oferece dados de uso à empresa; eles geraram 616 milhões de megabytes de tráfico de dados para as operadoras de todo o mundo, no mês passado.

O tráfico mundial de dados em aparelhos móveis subiu em outubro ao ritmo mais rápido dos últimos sete meses, gerando a perspectiva de novos pedidos aos fabricantes de equipamentos para telecomunicações.

A Opera Software, maior produtora de navegadores para a Internet, anunciou na quarta-feira que o tráfego mundial de dados pelo seu navegador subiu em 15 por cento em outubro, ante setembro, e em 134 por cento ante o mesmo mês em 2009.

As operadoras de telefonia móvel estão ávidas por elevar suas receitas com a navegação na Internet e o boom das redes sociais, à medida que declina a receita das chamadas de voz tradicionais, mas enfrentam congestionamento de redes cada vez maior.

A pressão crescente sobre as redes ajuda navegadores como o Opera, que comprime 90 por cento dos dados a fim de economizar banda.

Fabricantes de equipamentos para telecomunicações como a Nokia Siemens , Ericsson e Alcatel-Lucent,que enfrentaram dificuldades nos últimos anos devido aos preços agressivos de rivais asiáticos, esperam que a elevação no tráfego de dados conduza a novos pedidos.

Temerosas em perder clientes, apenas algumas operadoras admitiram publicamente quaisquer dificuldades para atender à demanda por tráfego de dados, mas 63 por cento delas experimentam dificuldades, de acordo com pesquisa mundial divulgada no começo do mês.

O Opera ampliou sua vantagem sobre navegadores rivais –da Research in Motion, fabricante do Blackberry, bem como da Apple e Nokia– nos últimos meses, e detinha 24,5 por cento do mercado em outubro, de acordo com a StatCounter, que acompanha estatísticas na Web.

Os navegadores BlackBerry, Nokia e iPhone têm cada qual de 16 por cento a 18 por cento do mercado.

A Opera tem 76,3 milhões de usuários de seu Opera Mini para celulares, todos acessando a internet pelos servidores da Opera –o que oferece dados de uso à empresa; eles geraram 616 milhões de megabytes de tráfico de dados para as operadoras de todo o mundo, no mês passado.

Dados estatísticos do LinkedIn

Postado por Rafael | Postado em Google, Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 21-11-2010

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Dados sobre a internet – 2009

Postado por Rafael | Postado em Novidades, SEO | Postado 21-11-2010

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Velocidade da internet – InfoGrafico

Postado por Rafael | Postado em Google, Novidades, SEO | Postado 21-11-2010

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Redes sociais nas empresas – InfoGrafico

Postado por Rafael | Postado em Novidades, Redes Sociais, SEO | Postado 21-11-2010

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YouTube Dados estatísticos

Postado por Rafael | Postado em Google, Novidades, Redes Sociais | Postado 21-11-2010

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O vicio na Internet – Infografico

Postado por Rafael | Postado em Novidades, Redes Sociais | Postado 21-11-2010

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Empresas no Twitter e suas estatísticas

Postado por Rafael | Postado em Redes Sociais, SEO | Postado 21-11-2010

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Microsoft SQL Server ‘Denali’

Postado por Rafael | Postado em Desenvolvimento, Novidades | Postado 18-11-2010

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Entre as novidades no SQL Server “Denali” estão:

• SQL Server AlwaysOn: nova solução de alta disponibilidade que ajudará as empresas na redução do TCO (custo total de propriedade).

• Projeto “Apollo”: nova tecnologia para bancos de dados que visa melhorar o desempenho durante as consultas.

• Projeto “Juneau”: ambiente de desenvolvimento único para criação de soluções para bancos de dados, BI (Business Intelligence) e para a Web.

E-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35% em 2011

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades | Postado 16-11-2010

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A Câmara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) estima que o e-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35%. A expectativa pode aumentar, caso haja aumento do acesso à banda larga, da bancarização on-line e da oferta de crédito.

Outro fator que pode estimular o crescimento do setor são eventuais medidas governamentais com potencial para estimular maiores compras.

“Para que a expansão continue no médio e longo prazos, é importante investir mais não só na quantidade e qualidade dos acessos à banda larga e na disponibilização de meios de pagamento digitais, em especial para as classes C, D e E, como também em estudos que identifiquem e expliquem a resistência de muitos internautas ao comércio eletrônico, uma questão cultural ainda a ser vencida”, afirmou o diretor-executivo da Camara-e.net, Gerson Rolim, durante o comitê de Marketing da Amcham (Câmara Americana de Comércio).

E-commerce no Brasil

Rolim declarou que a melhora da segurança on-line, a expansão de indústrias como a de viagens e turismo, os investimentos de varejistas no meio eletrônico e avanços em logística têm impulsionado o e-commerce no Brasil.

A esses fatores ele acrescentou a comodidade da compra, os preços mais baixos que nas lojas físicas e a maior possibilidade de parcelamento, já que 80% das vendas do comércio eletrônico são efetuadas com cartões de crédito e débito, benefícios que atraem os consumidores.

Faturamento

Segundo dados da Câmara-e.net, desde o início da década, o faturamento nacional de comércio eletrônico sobe significativamente no País. Passou de R$ 549 milhões em 2001, data do primeiro registro, para os R$ 10,8 bilhões de 2009. No período, os chamados e-consumidores saltaram de pouco mais de um milhão de pessoas para 17,2 milhões.

Somente em 2010, o comércio eletrônico deverá faturar aproximadamente R$ 15 bilhões, alta de cerca de 40%, na comparação com o ano passado.

Em relação aos outros países da América Latina, o Brasil ocupa posição de destaque, respondendo por 60,8% do consumo on-line total na região, superando o México (12%) e o Chile (5%).

Compras coletivas

Este ano, o e-commerce foi impulsionado também pelos sites de compras coletivas, segmento que tem atraído interesse de empreendedores, conforme afirmaram o diretor de Marketing e Relacionamento com Parceiros do Groupon, Daniel Funis e sócio-fundador do Faro Urbano, Alexandre Abdala.

“As compras coletivas são a melhor forma de incluir o pequeno varejo no e-commerce. Nunca houve forma tão simples, fácil e sem riscos de dar visibilidades a esses empreendimentos diante do grande público, com tão baixo custo. Há ganhos em termos de valor de marca e ampliação da carteira de clientes”, disse Funis.

Fonte: InfoMoney & Folha SP