Pesquisa avalia comportamento do jovem na internet

Foram divulgados os dados da sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro”, desenvolvido pelo Portal Educacional com o objetivo de entender o comportamento dos jovens e refletir, junto com eles, sobre assuntos cruciais para sua vida. Neste ano, o levantamento contou com mais de 10,5 mil...

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Perfil dos usuarios das redes sociais

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Google | Postado 29-10-2010

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Redes Sociais Dados

Redes Sociais Dados

6 dicas para evitar problemas de incompatibilidade entre browsers.

Postado por Rafael | Postado em Desenvolvimento | Postado 29-10-2010

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Nas últimas semanas muito falou-se das novas versões de browsers que serão colocadas à disposição dos usuários nos próximos meses. Alguns esperam para ver se a gigante Microsoft recuperará o mercado e outros acompanham as novidades de Mozilla e Google com suas versões beta do Firefox 4 e do Chrome 6. É inevitável perceber a preocupação de todos em adaptar-se às necessidades dos usuários, padrões de desenvolvimento web e compatibilidade com o novo protagonista da web – o HTML5 – porém em meio à esses lançamentos, fica a pergunta: enquanto isso, como agir com os atuais browsers? Como criar estruturas de front-end para que os parâmetros do CSS 2 sejam igualmente aplicados à todos?

Essas perguntas já travaram várias batalhas entre desenvolvedores e navegadores, tendo como principal vilão o Internet Explorer em suas versões 6, 7 e 8 que além de não ser compatível com os demais browsers também não é compatível entre suas próprias versões, dificultando a criação de padrões e a exclusão de hacks. De qualquer forma, nosso trabalho é visualizar igualmente as interfaces em todos os navegadores – o chamado crossbrowser – e para isso, apresento algumas possibilidades e propriedades que podem ser inseridas aos seus arquivos css para evitar esses problemas sem utilizar hacks, “gambiarras” ou arquivos diferentes para cada browser.

Dica nº 1: Organização x manutenção.

Em seu artigo, a Talita Pagani apresenta estratégias para melhorar a organização dos arquivos CSS e aproveito o gancho para aconselhar: é indiscutível que, em se tratando de manutenção ou a criação de arquivos CSS, a organização seja fundamental para encontrarmos os problemas quando as incompatibilidades surgirem. Então, uma estrutura de classes, ID’s e identação de elementos, parâmetros e valores é ponto crucial para manutenção e desenvolvimento de estruturas html&css.

Dica nº 2: Elementos com propriedades pré-definidas.

Muitos desenvolvedores não sabem, mas alguns elementos do HTML tem propriedades pré-definidas que, quando começamos a trabalhar com a diagramação podem por exemplo, nos trazer dificuldades de encontrar aquele “espaço a mais” que incomoda tanto. Então, inicialmente, vamos eliminar todas estas formatações criando uma declaração que elimina os principais parâmetros pré-definidos que “bagunçam” a interface de browser para browser: margin’s e padding’s. Para tanto, utilizaremos o selector universal (*) no ínicio da folha de estilo eliminando os espaçamentos internos ou externos dos elementos:

1
2
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*{
padding: 0;
margin:0;
}

Caso em sua estrutura tenha várias folhas de estilo, separadas por página (home.css), aconselho que seja criado um arquivo específico para a declaração desta propriedade e valores zerados, com o nome de “geral.css” ou “reset.css”. Assim, posteriormente ele poderá ser linkado à página ou inserido, via parâmetro @import,  às outras folhas de estilo incorporando às demais declarações.

Se necessário utilizar margin’s ou padding’s para alguns elementos, meu conselho é que você crie classes específicas para cada um deles, pois isso vai lhe garantir um controle maior de qual elemento tem uma propriedade que pode causar alguma diferença em larguras ou alturas nos blocos do HTML.

Há um artigo aqui no Tableless que explica esse conceito chamado CSS Reset.

Dica nº 3: largura e altura x propriedade padding.

Alguns desenvolvedores também não sabem, mas quando inserimos a propriedade width ou height à um elemento e adicionamos a propriedade padding à esse mesmo elemento, os valores estabelecidos serão somados. Por exemplo, se tenho um elemento com width: 640px e estabeleço o parâmetro padding-left: 20px, meu elemento terá ao todo 660px de largura. Portanto, quando utilizar a propriedade padding, tanto os valores de largura quanto os de altura, devem ser reduzidos proporcionalmente para que seu bloco continue com o mesmo tamanho e com um espaçamento interno necessário.
No nosso exemplo, o correto então seria: width: 620px e padding-left: 20px. Ficando o elemento todo com uma largura total de 640px.

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.blocoNoticias{
width: 620px;
padding-left: 20px;
}

Dica nº 4: colunas x propriedade float.

Toda vez que utilizamos a propriedade float para formatação de colunas em nossa página, temos que nos lembrar de regras básicas:

  • - Se as colunas estão inseridas dentro de algum outro elemento, você terá que obrigatoriamente usar, neste elemento “externo”, a propriedade display:table e a propriedade height:auto. Caso contrário, no Firefox, seu background pode não aparecer ou tão pouco obedecer a altura da colunas.
  • - Se após as colunas, existir um outro elemento com propriedade horizontal, formando uma linha, ele obrigatoriamente deve receber a propriedade clear:both, para que ele não incorpore a propriedade float inserida nas colunas e fique logo abaixo delas.

Dica nº 5: Propriedade border para visualizar os problemas.

Para quem já está com toda a página pronta e não consegue encontrar e resolver alguns problemas como uma coluna embaixo da outra ou um texto ultrapassando o limite de seu bloco, insira a propriedade border:solid 1px red ao elemento e visualize na tela a altura e largura deste bloco. Com isso você vai conseguir perceber qual elemento está extrapolando o limite ou qual espaçamento está “empurrando” os demais blocos.
Visualizar o problema na tela, facilita a resolução.

Dica nº 6: verifique sua página, desde o início, em todos os browsers.

É muito mais fácil começar uma estrutura html&css já verificando a inserção de cada elemento em todos os browsers ao mesmo tempo, do que desenvolver tudo visualizando apenas em um dos navegadores e após finalizar o projeto, visualizar nos demais. Com toda certeza, se este cuidado não for tomado, você vai se deparar com uma interface com cara de “jogos de puzzle embaralhados” em algum momento e vai ser ainda mais difícil resolver os problemas.

Essas são apenas algumas das tantas possibilidades que temos para evitar o uso de hacks ou “jeitinhos” na construção de nossos arquivos html&css no trabalho de crossbroswers. De qualquer forma, me mantenho na torcida de que com a nova geração, tenhamos muito mais chances de desenvolver um código html melhor estruturado e um css com propriedades visuais que hoje ainda não podemos utilizar, do que ficar estudando os erros dos navegadores para encontrarmos os acertos dos desenvolvedores – quase como tiros no escuro.

Por Thaiana Poplade do www.tableless.com.br

PayPal desafia rivais no Brasil

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades | Postado 27-10-2010

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SÃO PAULO – MercadoPago, lançado pelo MercadoLivre em janeiro de 2004, PagSeguro, comprado pelo UOL em Janeiro de 2007 e Pagamento Digital, adquirido pelo BuscaPé em abril de 2008 que se cuidem. PayPal vem aí.

Aliás, já chegou. A empresa de pagamentos online, que já operava no Brasil, mas somente para compras com cartões internacionais, passa a agregar os pagamentos realizados também com cartões nacionais.

O que muda? Mário Mello, novo presidente da novíssima operação física no país, dá uma dica. “Queremos ser o líder no Brasil”.

Possibilitar, por meio de tecnologia, pagamento seguro via cartão de crédito, boleto bancário ou transferência eletrônica, dentre outros formatos. Esse é o negócio ofertado por empresas desse segmento.

Mas para o sucesso dos negócios na internet, é preciso dar garantia, tanto ao comprador quanto ao varejista, de que as transações estão livres de falsários da web. Parece lógico, e é dentro dessa dinâmica de mercado que o PayPal decidiu atuar mais fortemente no Brasil.

“A ideia é oferecer mais segurança nas transações financeiras pela internet, e, ao mesmo tempo, torná-las cada vez mais simples e rápidas. Apenas dois cliques e a compra é efetivada”, garante. De acordo com Mello, a solução é voltada para grandes varejistas, mas “o foco maior é para o pequeno e médio comerciante”.

“Já está em operação com a bandeira Visa. O Mastercard ainda não, mas estará em funcionamento nas próximas semanas”, diz.

Procon cria site para queixas sobre compras

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico, Novidades | Postado 27-10-2010

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SÃO PAULO – O Procon-SP anuncia hoje um canal de atendimento online exclusivo para consumidores que tiveram problemas com compras feitas pela web.

A partir de amanhã, o consumidor do estado de São Paulo que tiver queixas relacionadas a compras pela internet não precisa mais ir pessoalmente aos postos de atendimento do órgão. Basta fazer a sua reclamação por meio do novo serviço, disponível já a partir de amanhã em www.procon.sp.gov.br.

Segundo o Procon paulista, a ideia é expandir a ferramenta para não apenas operações pela na web, mas também para demandas que envolvam qualquer meio de consumo.

Basicamente, o serviço se inicia com a reclamação do usuário. Um técnico do Procon, então, faz a análise da queixa e encaminha uma mensagem ao reclamante esclarecendo quais os direitos dele, consumidor, e informando sobre eventual necessidade de envio de documentos e outros dados.

A empresa motivo da reclamação é informada da demanda registrada por seus consumidores por meio de Carta de Informação Preliminar (CIP), enviada eletronicamente.

Caso não haja solução, o órgão instaurará um processo administrativo e a reclamação seguirá os trâmites tradicionais: audiência conciliatória entre as

Infográfico Perfil do profissional WEB

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 19-10-2010

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All You Need To Know About Web Designers

Infographic: All You Need To Know About Web Designers by Tech King

A newsletter que fideliza o cliente

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 18-10-2010

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A implantação de uma newsletter é uma boa estratégia de relacionamento com seus clientes e significa o envio periódico de um boletim, por e-mail, aos clientes cadastrados no site. Nunca confunda esta ferramenta com o envio ocasional de emails (mala-direta eletrônica).

Ela se caracteriza pelo envio regular de mensagens, com uma freqüência (diária, semanal ou mensal) e por um conteúdo mais informativo. Não espere resultados a curto prazo, eles são característicos da mala-direta eletrônica, elaborada para divulgar uma oportunidade única, de o cliente potencial realizar uma ótima compra, quer seja pela vantagem do preço, da novidade ou da promoção temporária, em um processo típico de compra por impulso.

Além de oferecer os produtos da empresa ao cliente potencial com um simples clique, a newsletter tem como objetivo gerar confiança pela exposição constante da marca. Os resultados desta comunicação são lentos, mas consistentes; podem ser mensurados por meio da visitação do site, que deve apresentar um aumento gradativo, assim como pela taxa de conversão (quantidade de compradores em relação à quantidade de visitantes), que também deve aumentar ao longo do tempo. Na implantação de uma newsletter, dois aspectos merecem especial atenção.

1. O que enviar. O conteúdo é fundamental, como sempre. Se o destinatário não receber algo que ele perceba como tendo algum valor, não haverá interesse no material, impedindo a obtenção dos resultados que, em geral, ocorrem a longo prazo. Um bom conteúdo é aquele que gera algum benefício para o leitor. Uma dica, um presente, um artigo, uma oportunidade, informações úteis são exemplos de conteúdos que geram satisfação e estabelecem um relacionamento que estimulará transações futuras. É claro que alguns setores possibilitam a elaboração de conteúdo mais facilmente do que outros. Uma livraria, que trabalha com produtos relacionados ao conhecimento, por exemplo, oferece muito mais subsídios para a geração de conteúdos atrativos do que uma fábrica de parafusos. Mas, com criatividade, esse obstáculo pode ser superado.
2. Para quem enviar. No email-marketing em geral e, particularmente, no envio de uma newsletter, um cadastro composto de pessoas que autorizaram o recebimento da comunicação (opt-in) é fator decisivo para o sucesso. Afinal, como a empresa poderá conseguir credibilidade se o primeiro contato com o cliente é realizado de forma invasiva? Newsletters bem-sucedidas são, na grande maioria dos casos, enviadas para quem se cadastrou, jamais para desconhecidos, embora, talvez em decorrência de uma visão imediatista, muitas empresas optem por adquirir cadastros externos, em vez de trabalhar com seus próprios cadastros ou iniciar a formação de um.

Tempos atrás, a justificativa de empresas que possuíam grandes quantidades de clientes cadastrados e não se comunicavam com eles era o custo envolvido. Tal preocupação já não faz sentido na economia digital, pois o custo para enviar um email é irrisório. Evidentemente, a elaboração de uma boa newsletter é um processo trabalhoso, que exige planejamento, conhecimento e pesquisa de conteúdo de qualidade para o leitor. Além disso, é preciso ter paciência para “colher os frutos” desse esforço, porém, para as empresas com visão de longo prazo, o resultado é certamente compensador.

As ferramentas

Há boas ferramentas online que facilitam a construção e administração tanto de newsletters como a inscrição de usuários. Fora do Brasil o MailChimp e a ConstantContact são os líderes. Só conheço de perto o MailChimp. Fácil de operar, gratuito até três mil envios/mês e personalizável; é um sistema de confiança, que respeita as leis – as daqui são muito parecidas com as dos Estados Unidos – e facilita a administração dos usuários. O grande senão é que funciona em inglês. Em português, o sistema da Aprex também é bastante eficiente, mas pago.

Além disso, os sistemas mais usados de gerenciamento de e-commerce costumam ter módulos para criação de informativos e campanhas. Sua eficiência e métricas, entretanto, precisam sempre de avaliação profissional. Converse com o seu especialista de TI e com a área de comunicação.

Uma boa newsletter é ferramenta de decisão – que o digam os grandes varejistas, que cansam de vender bem usando-as.

Mídias Sociais são a bola da vez

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 18-10-2010

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Por que as Mídias Sociais são a bola da vez, de A a Z!

As mídias sociais são a bola da vezAinda não se convenceu a utilizar seu tempo para estudar as mídias sociais e descobrir se vale a pena investir nelas? Desta vez decidi fazer diferente e apresentar dados incontestáveis sobre como anda o mercado e a cena digital no Brasil e no mundo. Leia com atenção e tire suas próprias conclusões, garanto que terá argumentos para mostrar ao seu sócio ou chefe em favor das mídias sociais!

1. 87% dos executivos mantém conta em pelo menos uma rede social – Administradores.com
2. Investimentos em mídia crescem 30% no 1º sementre – Blog do Marinho
3. Acesso às redes sociais cresce 47% no Brasil – Baguete
4. Comércio Eletrônico cresce 40% no 1 Semetre – E-commerce Blog
5. Facebook: possibilidade de escritório no Brasil – Baguete
6. Conecte-se ou fique por fora: a ascensão das redes sociais localizadas – Universia Wharton
7. Indonésia e Brasil puxam boom do Twitter – Info
8. Com 86% dos internautas, Brasil lidera redes sociais e blogs – Folha.com
9. Redes sociais estão no radar de 60% dos executivos em busca de emprego – O Globo
10. Perfil na web influencia contratação – Diário do Grande ABC
11. Brasileiro fica mais tempo conectado à redes sociais, revela pesquisa – Agoravale
12. Cresce tempo gasto em redes sociais, Brasil lidera índices – Folha.com
13. CEOs reconhecem a necessidade de gerenciar redes sociais – ComputerWorld
14. Campanha do McDonald’s no Foursquare atraiu 33% mais pessoas às lojas – Blue Bus
15. NYT prepara rede social para notícias – Oficina da Net
16. Google confirma lançamento de nova rede social até o fim de 2010 – TN Notícias
17. Internet móvel definirá nova forma de atuação dos jornais, diz especialista – Portal Imprensa
18. Setor de saúde mira mídias sociais – It Web
19. A mídia social e o fim do press release – Webinsider
20. Publicidade amplia ações em mídias sociais – Rede Social
21. Bienal 2010: Mídias sociais invadem publicações – Rede Notícia
22. Austrália e Brasil Lideram o Uso de Mídias Sociais no Mundo – Read Write Web
23. Twitter lidera tráfego de saída em mídias sociais no Brasil – IDG Now!
24. 70% das Empresas no Brasil Já Utilizam as Mídias Sociais – Read Write Web
25. Estima-se que em 2010, cerca de 100 milhões de brasileiros tenham acesso à Internet – Mídias Sociais.net
26. Quase 70% das companhias usam o Twitter, Facebook, Orkut – Época Negócios

A canibalização no comércio eletrônico

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-10-2010

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Em marketing, Canibalização é o resultado da introdução de um novo produto que tomará parte do mercado de um produto já existente do mesmo fabricante/marca. Muitos discordam da estratégia alegando que desvia o foco dos objetivos, outros acreditam que se bem planejada pode alongar o ciclo de vida para muitas marcas.

Há duas razões que levam à prática da canibalização: manter-se a frente da concorrência lançando novos produtos/serviços e impedir a queda nas vendas. Citando um mau exemplo de percepção de mercado, temos a Kodak que levou tempo para entrar no mercado de câmeras digitais deixando muito espaço para a concorrência. Quantas marcas não surgiram nesta época? Quais foram os prejuízos para a Kodak? Hoje, qual é a marca da sua câmera digital?

Downes e Mui, ensinam: “Construa um e-business que roube clientes de seu negócio atual pra conquistar fidelidade à marca, alcançar novos mercados ou obter massa crítica”.  É uma atitude comum nos negócios offline, que pode vir a se tornar parte dos negócios online. Resumo da ópera: se você não tirar proveito da internet agora, seu negócio sofrerá depois.

O conceito de canibalização é buscar novas vendas e novas operações afastando um antigo modelo de negócio que não seja capaz de competir com o mercado em constante mudança. Identificando este momento de inovação boa parte das grandes, médias e pequenas empresas já migraram ou estão migrando suas lojas físicas para o comércio eletrônico. Mas qual será o custo desta migração para os pontos de venda?

Acredita-se que parte dos lucros virá para o seu e-commerce, mas lembre que muitos consumidores utilizam o site para se atualizar das novidades e preços, podendo decidir comprar através da internet ou ir até uma loja. Já existem cruzamentos de métricas que fazem uma relação entre o número de visitas ao site versus o número de produtos vendidos em lojas físicas.

Segundo Chris Anderson, “alguns clientes querem ir às lojas. Outros preferem comprar online. Outros, ainda, gostam de fazer pesquisas online e depois comprar nas lojas. E também há os que percorrem as lojas e depois compram online. Uns são apressados, outros podem esperar”.

Certamente, o surgimento da loja virtual gerou e ainda gera uma competição muito “sutil” entre lojas físicas (várias) e loja virtual (única). O fato é que a loja virtual não veio para competir com a loja física, embora  algumas lojas virtuais já ocupem a primeira posição no ranking das lojas do grande varejo, ultrapassando grandes centros, como o caso do Magazine Luiza que tem como número um a sua loja virtual.

E como não competir com um canal totalmente interativo, cheio de promoções, em vasto crescimento e repleto de vantagens?

Será que o e-commerce vai canibalizar o ponto de venda tradicional? Em alguns anos teremos a resposta

-BLOG DO ECOMMERCE

Conheça cinco serviços de pagamento online

Postado por Rafael | Postado em Comercio Eletronico | Postado 18-10-2010

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Os serviços de pagamento online podem ser uteis tanto para usuários da rede tanto quanto para lojistas interessados em aumentar as vendas de suas lojas online.

Por meio deles, é possível fazer o pagamento sem informar seus dados bancários à loja de destino. O dinheiro é enviado a uma conta virtual, criada no serviço, que depois faz o envio do valor ao lojista cadastrado.

Na hora de escolher um serviço vale a pena levar em conta a praticidade e segurança do serviço, além de suas tarifas – principalmente os lojistas, que pagam comissões sobre os valores das vendas.

Confira abaixo cinco sugestões de serviços disponíveis no Brasil:

1 – PayPal

Com cerca de 153 milhões de usuários, o PayPal atende 190 países, em 24 moedas diferentes. O serviço foi criado em 1998 e comprado pelo eBay em 2002. Em 2006, recebeu o prêmio Webby Award, como melhor site de serviços financeiros. Em setembro passado, abriu seu escritório no Brasil. Por enquanto, trabalha somente com os cartões Visa, Mastercard e American Express.
www.paypal.com.br

2 – Pagamento Digital

Criado pelo serviço comparador de preços Buscapé, o site trabalha com todos os cartões de crédito. Também oferece integração com os bancos Bradesco, Itaú e do Brasil, além de emitir boletos bancários próprios. Lojistas clientes do serviço têm seus produtos automaticamente cadastrados no mecanismo de busca do Buscapé. O pagamento ao lojista é feito 14 dias após a venda.
www.pagamentodigital.com.br

3 – PagSeguro

Uma empresa do grupo UOL, o serviço já possui mais de 12 milhões de usuários. Além de trabalhar com todos os cartões, também oferece parceria com os bancos Bradesco, Itaú, do Brasil e Banrisul. Também oferta a possibilidade de pagamento por meio de celular, por meio do PagSeguro Mobile. Divide a preferência das lojas nacionais no momento junto com o Pagamento Digital.
www.pagseguro.com.br

4 – Mercado Pago

O serviço surgiu inicialmente como ferramenta de pagamento do Mercado Livre. Desde abril deste ano, expandiu seus serviços para lojas externas. Além de trabalhar com todos os cartões de crédito, possui integração com os bancos Itaú, Bradesco e do Brasil. Tem visual mais simplista e oferece menos informações do que os concorrentes.
www.mercadopago.com.br

5 – Moip

Vinculada ao IG, o serviço aceita todos os cartões de crédito, além de oferecer integração com os bancos Bradesco, Itaú, Real e Banrisul. Os diferenciais são o pagamento via celular e os aplicativos. O ponto fraco são algumas tarifas mais caras do que a dos concorrentes.
www.moip.com.br

-INFO

Use o Twitter para fazer uma promoção de sucesso

Postado por Rafael | Postado em Novidades | Postado 18-10-2010

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Você já viu como o Twitter pode ser útil para empresas, seja um pequeno ou grande negócio. Você fala, ouve e espalha sua mensagem. Mas já pensou em fazer uma promoção, ou quem sabe um sorteio? Extremamente populares, é comum vermos empresas de todos tamanhos, sites e blogs sorteando prêmios para usuários, sem custo algum para os vencedores. Qual a sua vantagem nisso?

As Vantagens

A principal vantagem é a geração do que em marketing é chamado de “Goodwill”, sem tradução direta para o português. Na prática, é gerar familiaridade, boa vontade e associações positivas à sua marca/produto/blog/personalidade, assim como a relação que esta(e) tem com seu público. Popularmente falando, você “fica bem” com seu público facilmente.

Além de servir como um agrado, temos a segunda grande função – propagação de seu Twitter, de sua marca, produtos, serviços e, claro, sua mensagem. Como qualquer conteúdo do Twitter, promoções e sorteios são altamente propagáveis e viralizáveis – basta um RT, a visão de uma hashtag ou algo similar para incitar novos participantes. Como um extra, a cada vez que fizer uma ação do tipo você provavelmente sairá com mais seguidores.

Outros usos incluem, variando na modalidade de ação, aumento de visitação a sites e lojas físicas, aumento de compra em comércio online e offline, aumento de relevância para buscas orgânicas em sistemas de busca (Google, Yahoo! etc.) e aumento da experimentação do produto, entre outros.

Vale lembrar, você não precisa necessariamente ser o fabricante do brinde/prêmio ou comercializá-lo. Em muitos casos, principalmente para sites e blogs, distribui-se um brinde que teve origem em uma grande empresa, por exemplo (há casos que isso é feito deliberadamente, com um “patrocínio” ao blogueiro; outras vezes, é feito por iniciativa própria). Claro, sempre vale manter a premiação condizente com seu público – não adianta um Twitter voltado para economistas sortear entradas para o PlayCenter ou um Twitter de tuning de carros sortear um kit de maquiagem – mesmo que uma parte do público possa se interessar, a adesão seria baixa, descaracterizando o Twitter e desperdiçando o esforço.

Como fazer

Já está convencido? O próximo passo é escolher a modalidade de sorteio/promoção:

Cupons e Vales Se a sua estratégia for distribuir cupons, fique atento e lembre-se de uma regra simples: você não poderá limitar a quantidade. Teoricamente, sim, existem maneiras de fazê-lo, mas não é uma decisão acertada em um meio que foca na reprodução de conteúdo. Se um usuário receber um vale desconto, ele irá reproduzí-lo para seus amigos, portanto o mais simples seria espalhar para todos.

Claro que é simples de evitar o prejuízo e ainda impulsionar seu negócio: se você usa um e-commerce, por exemplo, mande um código de descontos para acima de um valor – ou seja, você garante uma compra de um valor mínimo do usuário em troca de uma redução de lucro, porém lucrando pela venda em escala superior. O mesmo funciona para o mundo offline – veja o exemplo do restaurante America: uma de suas ações passadas no Twitter foi a distribuição de vales-sombremesa. Para usá-lo, o usuário imprimia, levava em um restaurante, e, gastando acima de um valor pré-estipulado, ganhava a sobremesa especificada no vale. Todo mundo sai ganhando.

Reprodução

Brindes A palavra-chave aqui é “quantidade”. Lembre-se sempre da dito popular “de graça, até injeção na testa”. Se você quer presentear seus usuários com brindes, lembre-se, antes de qualquer coisa, de tê-los em grande quantidade. Fazer uma distribuição de brindes que acaba em poucos minutos causa mais decepções entre seu público em geral, nem compensando a alegria dos que ganharam. Assim, aprenda a quantidade, baseando-se em seu número de seguidores, antes de qualquer coisa.

Como fazer? Você pode criar uma mensagem para os usuários responderem com Retweet (ou RT), mensurando, por exemplo os primeiros a o fazerem (prefira números redondos como 50, 100 etc.). Outra opção, fugindo do Twitter, é mandar um link para visita no site e ter um local para registro ou clique, ou ainda simplesmente um envio de Reply (@ + seu nome de usuário + mensagem) dizem “Eu quero!”. Pense que é algo que eles estão ganhando, portanto não queira colocar impecílios – é um brinde, não um prêmio de concurso.

Sorteios e Concursos

No mundo do Twitter, essas duas categorias tendem a se misturar frequentemente, por isso fica difícil separá-los.

Na prática, um concurso no Twitter acaba limitado a um concurso de frases. No máximo, vale usar o site “acompanhante” Twitpic para trabalhar algo com imagem, mas a maior adesão fica no texto, mesmo. É possível criar uma pergunta com uma resposta fixa, pedir uma resposta criativa com um tema básico, assim como qualquer outra variação que você conseguir pensar. Uma vantagem deste formato é a possibilidade de alongar o concurso usando dicas, além de aumentar a visitação a seu site, caso a pergunta envolva conteúdo do mesmo.

Faça o acompanhamento das repostas e, tendo sua seleção, existem dois caminhos: Você pode definir um vencedor ou vencedores seguindo um critério – seja tempo, ou qualidade da resposta, de acordo com a situação -, ou sortear entre um grupo de vencedores. Claro, tenha esse caminho definido ANTES do começo do concurso.

Já com foco maior em sorteios, existem quatro grandes caminhos que podemos usar na organização: Envio de um Reply, RT, uso de hashtag ou sorteio por followers. Qualquer um deles pode ser usado, porém geralmente sozinhos eles tendem a ter menos efetividade, ou ainda representam maior dificuldade para organização. Acompanhar com hashtag apenas, por exemplo, cria dependência grande à buscas, e apenas Reply pode causar atrasos caso a adesão seja muito alta – idem para o RT, que envolve o Reply, mesmo que com a vantagem de maior divulgação. Mas se você quer o caminho mais fácil, preciso e eficaz, o ideal é combinar as modalidades. Escolha uma página relacionada a seu negócio e use um encurtador de endereços, de preferência o popular Migre.me, que inclui acompanhamento de resultados. A idéia agora é criar uma mensagem que possa ser “retuitada”, podendo incluir uma tag, e usando o endereço encurtado, que passa a ser detectado pelo site e acompanhado. Por exemplo, “RT @exemplopop Eu quero ganhar o prêmio x http://migre.me/endereco #sorteio”.

Divulgação

Tendo esse acompanhamento, você ganha uma lista pronta de participantes e depois pode sortear com calma entre os nomes, usando sites como o Random.org. Essa parte do processo também tem sido facilitada por sites como o Sorteie.me, que já faz o sorteio para um número de ganhadores a partir de um endereço migre.me, assim como, se você quiser, um sorteio justo entre seus seguidores.

Divulgação

Cada público reage de maneira diferente a esse tipo de ações, portanto teste e aprenda qual é o melhor caminho para você. Lembre-se de, em todos os casos, acompanhar de perto para evitar perder participações ou se enrolar perto do final do concurso. Por fim, um último conselho: evite alongar demais concursos. Para a maior parte dos casos, faça com que eles terminem no mesmo dia, no mais tardar em 3 dias. O Twitter é rápido, portanto você também deverá ser